quarta-feira, 6 de abril de 2011

Crédito imobiliário com recursos da poupança cresce 72% em um ano.

Crédito imobiliário com recursos da poupança cresce 72% em um ano, mas captação líquida é negativa pelo segundo mês consecutivo Extra / RJ - TER, 05 DE ABRIL DE 2011 13:03 O volume de empréstimos imobiliários com recursos da poupança, através do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), alcançou em fevereiro R$ 5,14 bi, uma alta de 72% frente ao mesmo período do ano anterior. Em relação a janeiro deste ano, o crescimento foi de 10,5%. Os dados são da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança).
Nos últimos 12 meses, o saldo de financiamentos chegou a R$ 60,1 bi, alta de 66% se comparado aos 12 meses anteriores, finalizados em fevereiro.
Em fevereiro, foram financiadas aquisições e construções de mais de 35 mil unidades, crescimento de 42% em relação ao mesmo mês de 2010. Em 12 meses, foram financiadas 442 mil unidades, com crescimento de 40% em relação ao mesmo período do ano passado. O forte aumento se deve ao ótimo ano de 2010 e ao início positivo de 2011.
Apesar do balanço ter apresentado alta no volume de crédito, a captação líquida da poupança em fevereiro (depósitos menos saques) foi negativa em R$ 362 milhões, sendo que já havia sido negativa em no mês anterior, em R$ 200 milhões.
"Historicamente, janeiro e fevereiro apresentam captação líquida negativa ou baixa, porque os poupadores estão sujeitos ao pagamento de IPTU, IPVA, matrículas escolares, etc. Em fevereiro, a saída foi de R$ 362 milhões, acumulando um saldo negativo de R$ 563 milhões, no ano. Outro ponto que pode influenciar a captação da poupança, não apenas no início de cada ano, é a elevação das taxas de juros, abrindo espaço para a migração de ativos para outras modalidades de aplicação", informou, em nota, a Abecip.
Mesmo com a captação líquida negativa, houve, em fevereiro, incremento nos saldos dos depósitos de poupança. Esses saldos atingiram a marca de R$ 302 bilhões, superando em 17% os saldos de fevereiro do ano passado.

Ibovespa

Ibovespa tem 6a alta seguida mas fecha
abaixo de 70.000
terça-feira, 5 de abril de 2011 18:35 BRT
Por Silvio Cascione
SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice das ações brasileiras fechou em
alta pelo sexto pregão consecutivo nesta terça-feira, mas não se sustentou
acima de 70 mil pontos diante da falta de vigor das bolsas internacionais.
O Ibovespa, principal índice das ações brasileiras, fechou em alta de 0,19
por cento, a 69.837 pontos. Durante os negócios, o índice chegou a superar
70 mil pontos pela primeira vez desde janeiro.
O giro financeiro do pregão foi de 7 bilhões de reais.
As ações da Vale concentraram quase um quarto do volume total do pregão
após a notícia de que Murilo Ferreira será indicado para substituir Roger
Agnelli na presidência da mineradora a partir de maio.
A notícia foi recebida de forma positiva pelo mercado, por dissipar parte das
incertezas sobre a condução da empresa. As atenções agora devem se
voltar para o programa de investimentos de 24 bilhões de dólares da Vale
em 2011.
A confirmação amorteceu o efeito negativo que a alta do juro na China --
uma das principais consumidoras de minério de ferro-- poderia ter sobre as
ações da Vale. A ação ordinária subiu 0,46 por cento, a 54,40 reais, e o
papel preferencial teve alta de 0,12 por cento, a 48,30 reais.
"(O nome de Ferreira) foi bem visto pelo mercado por não ser uma indicação
100 por cento política, pelo currículo dele; já trabalhou em várias áreas da
Vale no passado", disse José Góes, analista da Win Trade, home broker da
Alpes Corretora.
As ações do setor de construção civil também se destacaram, com forte alta.
Gafisa avançou 4,75 por cento, a 11,25 reais, Brookfield teve alta de 2,95
por cento, a 9,06 reais, e MRV subiu 2,68 por cento, a 13,80 reais. O Índice
Imobiliário subiu 2,24 por cento.
Na opinião de Góes, o setor estava muito "defasado" por causa do ciclo de
alta dos juros do Banco Central.
Na parte de baixo, as ações da Hypermarcas foram as líderes de queda no
Ibovespa, com desvalorização de 3,84 por cento, a 21,06 reais. A empresa
acumulava alta de quase 20 por cento em aproximadamente três semanas,
desde que sinalizou que o foco em 2011 será consolidar aquisições já
realizadas.
(Reportagem de Silvio Cascione; Edição de Aluísio Alves)
Preço dos imóveis sobe 2,4% em março, diz Fipe Escrito por Equipe ClipImobiliário - Ter, 05 de Abril de 2011 10:01 Maior valorização foi observada no Rio de Janeiro; imóveis de três dormitórios acumularam maiores altas O setor imobiliário segue aquecido no País. Segundo dados do Índice FipeZap Composto, divulgado nesta terça-feira pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o preço dos imóveis na média nacional teve alta de 2,4% no mês de março. O desempenho é superior ao observado em fevereiro, quando a valorização chegou a 2,1%.
O valor do metro quadrado
O principal destaque de valorização foi o Rio de Janeiro, onde os preços subiram 3,2%, seguido por Belo Horizonte, com alta de 2,9%. Em São Paulo, a valorização dos imóveis foi de 2% no mês.
O índice leva em conta os preços de imóveis em anúncios do segmento imobiliário. No acumulado de 12 meses, a cidade de São Paulo tem valorização de 25% dos imóveis, enquanto no Rio de Janeiro a alta é de 22%. Já em Fortaleza, a valorização média foi de 11%.
Dormitórios Na análise por dormitórios, os imóveis com três quartos tiveram valorização média de 2,5% no conjunto das sete regiões pesquisadas. A segunda maior alta foi observada nos imóveis de um dormitório (2,4%). Dois e quatro dormitórios acumularam ganhos de 2,2% e 2% no mês, respectivamente.
"Em São Paulo, os imóveis de quatro ou mais dormitórios apresentaram novamente desaceleração no crescimento dos preços (alta de 1,0% em março, ante 1,5% em fevereiro, 1,7% em janeiro e 1,6% em dezembro/2010)", disse a Fipe.
Na capital paulista, os apartamentos com um e dois dormitórios acumulam alta de 96% e 97%, respectivamente, desde janeiro de 2008. Os imóveis com três dormitórios subiram 80%, enquanto os de quatro dormitórios ganharam 60% de valorização.
Na avaliação do preço médio por metro quadrado, o Distrito Federal liderou a lista, com R$ 7.266, enquanto Salvador teve o menor valor: R$ 3.377. "Em São Paulo, foi de R$ 5.055, ultrapassando pela primeira vez o valor de R$ 5 mil. Na média das 7 regiões, o valor do metro quadrado foi de R$ 5.190", completou a Fipe.

sábado, 2 de abril de 2011

4 Quartos

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# INFORMAÇÕES TÉCNICAS #
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INCORPORAÇÃO: Brookfield Incorporações e Mirante Inc.
ARQUITETURA: Emília Clementoni da Silva
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DECORAÇÃO DAS ÁREAS COMUNS: Mezzo Arquitetura
ÁREA DO TERRENO: 9.135,92m²
NÚMERO DE BLOCOS: 03
APARTAMENTOS : 4 Suítes com Varanda Gourmet
ELEVADORES : 3 Elevadores por Torre, sendo privativos
VAGAS : 04 Vagas por unidade
# DIFERENCIAL DO EMPREENDIMENTO #
Localização privilegiada na Quadra 204 no último terreno disponivel. Apartamentos entregues no porcelanato e ótimas condições de pagamento.
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