segunda-feira, 13 de junho de 2011

Quanto custam os imóveis nas principais capitais

Levantamento exclusivo EXAME/Ibope mostra o preço do metro quadrado nas principais regiões de São Paulo, Rio, Porto Alegre, Distrito Federal e Recife


Juliana Pimenta e João Sandrini, de
VIAGEM E TURISMO
Praia de Ipanema
Ipanema: o bairro com o metro quadrado mais caro do Brasil
São Paulo - Os preços dos imóveis nas principais capitais brasileiras registraram uma alta média de 25% nos últimos 12 meses, segundo um levantamento exclusivo EXAME/Ibope. A valorização foi a maior do mundo, de acordo com dados de 37 países levantados pela consultoria especializada Global Property Guide.

São Paulo foi a capital que registrou a maior elevação. O preço dos imóveis novos na cidade subiu 31% no último ano enquanto os imóveis usados avançaram 28%. A região central - que inclui bairros como Bela Vista, Consolação e Sé – se destacou com a maior valorização: 41% para os novos e 39% para os usados. Por bairro, o principal destaque foi Perdizes: altas de 57% e 41%, respectivamente.

No Rio de Janeiro, a valorização foi mais tímida que em São Paulo, mas os preços médios ainda são bem maiores. O metro quadrado mais caro do país está em Ipanema e custa 13.021 reais para imóveis novos e 12.134 reais para os usados. Para se ter uma ideia, os valores são ao menos 120% maiores do que os cobrados em média na capital paulista.

Em relação às demais regiões pesquisadas, o grande destaque foi Brasília. Os imóveis novos no plano-piloto da cidade superam com facilidade a marca dos 10.000 reais o metro quadrado. A cidade tem a renda per capita mais alta do Brasil – o que ajuda a inflacionar o mercado imobiliário. Veja abaixo o valor médio cobrado pelos imóveis em cada região incluída na pesquisa:

Clique e veja o preço dos imóveis

Preços do álcool e da gasolina podem recuar ainda mais

Preços do álcool e da gasolina podem recuar ainda mais

Publicação: 12/06/2011 08:00Atualização:

Tanto a gasolina quanto o álcool tiveram decréscimo de preços no mês de maio, respectivamente de 11,8% e 2,38%. A boa notícia é que existe margem tanto para um quanto para outro recuarem mais. Portanto, o consumidor pode aproveitar o momento para encher o tanque com mais generosidade ou programar viagens de carro, se desejar.

No segundo semestre do ano, quando a oferta de cana-de-açúcar escassear e começar o período de entressafra, a tendência é que ambos voltem a ter elevações de custo. “A gasolina em si não varia de preço, pois já tem um tempo não é reajustada na refinaria. O preço dela está muito atrelado ao do álcool e à safra da cana”, destaca o economista André Braz, da FGV.

Ele explica que embora tenha tido uma forte queda no mês passado, o etanol tem alta acumulada no ano de 15%. A gasolina, de 2,28%. Portanto, os dois combustíveis ainda têm gordura para queimar. “Há espaço para novas quedas”, afirma Braz.

O comerciante Edésio Lopes, 61 anos, taxa de “abusivos” os preços dos combustíveis no Distrito Federal. Ele destaca como positivo o fato de álcool e gasolina terem recuado nos últimos meses, mas acha que os valores poderiam ter ficado mais baixos ainda. “Acho que o governo deveria interferir mais”, opina.

Para desembolsar menos dinheiro na bomba, Edésio vive atento às promoções. “Se um posto estiver vendendo mais barato, dou um jeito de encher o tanque. Tem um ao qual eu vou sempre, ele vende cerca de R$ 0,02 mais em conta do que os outros. No preço final faz diferença, então eu dou preferência”, conta.

CARNE BOVINA

Os cortes do boi começaram a sinalizar que vão parar de cair. Após um recuo de 1,02% em abril, subiram 0,08% em maio. A chegada do inverno não afeta o preço da carne tão rapidamente quanto o do leite. O motivo é que, depois que as pastagens ficam secas, passa-se um tempo até que o gado perca peso e isso comece a influenciar a oferta.

ALUGUEL RESIDENCIAL

O custo para morar pulou de uma alta de 0,10% em abril para uma mais acentuada de 0,60% no mês passado. Para o economista André Braz, da FGV, o movimento tem relação com o momento aquecido do mercado imobiliário. “Não é só em Brasília, mas no país todo”, destaca. Nos últimos 12 meses, o aluguel em Brasília subiu 5,56%, acima da inflação local de 4,98%.

FRUTAS

As frutas em geral migraram de uma alta de 0,39% em abril para um recuo expressivo em maio, de 2,09%. Esse recuo universal sinaliza que, no momento, há mais frutas no período de safra do que no de entressafra. A coincidência é feliz para os consumidores. Algumas das que mais caíram foram a apaya (-10,54%), a banana-prata (-7,69%) e a laranja-pera (-0,93%).

Vilões
PASSAGENS AÉREAS: O tíquete para viajar havia caído 4,65% em abril, por tratar-se de baixa temporada. Em maio, a aproximação do mês de julho, quando ocorrem as férias de meio de ano, já se fez sentir. O bilhete de avião registrou alta de 8,25% no mês passado. O economista André Braz diz que a dica é garantir a passagem o mais rápido possível. “Quanto mais tempo passar, mais caro ficará”, diz.

PÃO FRANCÊS: Muito consumido pelas famílias, o alimento passou de uma queda de 1,24% em abril para alta de 1,40% em maio. André Braz ressalta que o trigo, principal matéria-prima do pãozinho, está com os preços estáveis no mercado internacional. A elevação de preços pode ter sido causada por ajustes de mercado interno ou por variações no valor do trigo datadas do início do ano, mas percebidas agora.

LEITE: O alimento já havia aumentado 1,68% em abril e aprofundou o movimento em maio, oscilando 2,30% para cima. A explicação é a chegada do inverno. “À medida que o tempo fica mais frio, chove menos nas áreas de pecuária. A pastagem fica escassa, o gado fornece menos leite e ele sobe”, explica André Braz, da FGV. O consumidor deve ficar atento às promoções, pois a tendência é de mais altas.

Mocinhos

ETANOL: Após disparar 14,68% em abril, o derivado da cana-de-açúcar começou a devolver parte dos reajustes e registrou queda de 11,8% em maio. O quarto mês do ano março o início da safra da matéria-prima. Passado um tempo após as primeiras colheitas os efeitos da oferta maior aparecem nas bombas dos postos de combustíveis. O recuo dura até o próximo período de escassez.

FEIJÃO CARIOCA:
O grão havia subido 6,88% em abril, e recuou 2,82% em maio. “Em geral, as oscilações do feijão têm relação com a safra interna”, explica André Braz, da FGV. Ele atribui a queda do mês passado às previsões otimistas quanto à colheita de 2011 feitas recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Foi estimada alta com relação ao ano passado”, diz.

GASOLINA: Seu preço é fortemente atrelado ao do etanol, já que ela levava primeiramente 25%, e, agora, graças a uma resolução da Agência Nacional do Petróleo (ANP), 20% de álcool anidro em sua composição. Em abril, o derivado do petróleo cravou alta de 2,64% nas bombas. Em maio, devolveu quase todo o reajuste do mês anterior, ficando 2,38% mais barato

Fonte: Correio Braziliense

Terracap culpa imbróglio jurídico por lentidão no setor Noroeste

Terracap culpa imbróglio jurídico por lentidão no setor Noroeste

Publicação: 12/06/2011 08:00Atualização:

A Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap), agente financiadora das obras de infraestrutura do Noroeste, culpa o imbróglio jurídico em torno da ocupação da área pela lentidão dos serviços. Segundo o presidente do órgão, Marcelo Piancastelli, o governo aguarda uma decisão final da Justiça sobre as ações impetradas pelos indígenas que habitavam a região para acelerar os trabalhos. %u201COs convênios estão assinados e não há nada pendente%u201D, garantiu.

Desde o fim de 2009, a Terracap não realiza licitações de novas projeções no futuro bairro. %u201CNão podemos confrontar a Justiça. Precisamos aguardar%u201D, justificou Piancastelli. Ele disse ser normal que as construtoras estejam preocupadas e considerou previsível o cenário atual. %u201CMas as obras estarão prontas quando os prédios começarem a ser entregues. Não vai acontecer no Noroeste o que aconteceu em Águas Claras ou no Sudoeste%u201D, sustentou.

A Terracap comunicou que a Secretaria de Obras e a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) possuem um cronograma das atividades do Noroeste, o que foi negado pelos dois órgãos. A secretaria disse que informações referentes ao futuro bairro deveriam ser buscadas diretamente com as concessionárias: a Companhia Energética de Brasília (CEB) e a Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb).

Procurada pela reportagem, a CEB afirmou que uma rede provisória foi instalada para atender às construtoras e que aguarda contratação da Terracap para dar continuidade ao trabalho na região. A Caesb previu que ainda neste mês será concluída a também provisória rede de água para abastecer os canteiros. Os editais da licitação para início da implantação da rede definitiva, segundo a companhia, devem ser publicados na primeira quinzena de julho.

A Novacap explicou que cabem a ela somente os serviços de pavimentação e drenagem pluvial. De acordo com o órgão, 25% do que foi autorizado para a construção de pistas e 35% relativos à drenagem estão executados. A Novacap reconheceu que questões fundiárias têm empacado algumas obras, mas destacou que conseguiu adiantar as bacias de contenção no parque Burle Marx e que o sistema de lançamento da drenagem no Lago Paranoá está em andamento.
Fonte: Correio Braziliense
Infraestrutura no setor Noroeste ainda caminha a passos lentos

Diego Amorim
Publicação: 12/06/2011 08:00Atualização: 11/06/2011 22:55

O Noroeste, futuro e badalado bairro do Plano Piloto, cresce em dois ritmos. Embaladas pelo alvoroço inicial na venda dos imóveis, as empreiteiras erguem esqueletos às pressas, enquanto as obras de infraestrutura do governo engatinham. A preocupação é que, assim como ocorreu no Sudoeste, os primeiros empreendimentos fiquem prontos — no segundo semestre de 2012 — e os moradores não tenham condições adequadas para morar.

Na última semana, o Correio passou duas manhãs no mais novo canteiro de obras do Distrito Federal. Na área de 821 hectares que deve abrigar 40 mil pessoas, há ruas abertas em meio ao cerrado, rotatórias prontas e 11 prédios iniciados. As redes de água, luz e esgoto, no entanto, ainda não saíram do papel. A reportagem encontrou uma única equipe trabalhando para o governo: dois técnicos instalavam, na quarta-feira, um gerador provisório para garantir energia elétrica a algumas construções.

A terra das pistas sem pavimentação contrasta com os esqueletos dos prédios em estágio avançado de construção (Carlos Silva/Esp.CB/D.A Press )
A terra das pistas sem pavimentação contrasta com os esqueletos dos prédios em estágio avançado de construção
Para que as obras sejam concluídas no prazo previsto, construtoras têm alugado caminhões-pipa e geradores. “É um desbravamento”, define o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF), Júlio Cesar Peres. Segundo ele, as empresas donas de lotes de 1,5 mil metros quadrados pagaram R$ 300 mil de Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) no início do ano. “E, ainda assim, falta o básico do básico”, reclama.

Além da demora na instalação dos serviços públicos programados para o bairro, o presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do DF (Ademi-DF), Adalberto Valadão, ressalta o atraso no início dos trabalhos no parque Burle Marx. “Historicamente, quando surge um novo setor habitacional, o governo do DF tem a mania de andar devagar”, diz ele, antes de citar que Águas Claras carece de infraestrutura quase 20 anos após a entrega dos primeiros prédios.

Mesmo com esse cenário desestimulante, o mercado sustenta que as vendas continuam aquecidas e o preço do metro quadrado no bairro ecológico não para de subir. Números exclusivos da Lopes Royal mostram que, até maio deste ano, as transações no Noroeste movimentaram R$ 3,2 bilhões. O levantamento inédito indica que foram lançadas 33 das 209 projeções residenciais, totalizando 3.506 unidades, com valor médio de R$ 932.271.

Alto padrão
A febre em torno do Noroeste transformou o último setor a ser construído na área tombada de Brasília em um dos lançamentos imobiliários mais cobiçados do país. No fim de 2009, o Correio divulgou que quitinetes eram — e ainda são — vendidas a meio milhão de reais. Desde o primeiro lançamento, o preço do metro quadrado de apartamentos de um quarto cresceu 9,4% (de R$ 9,5 mil para R$ 10,4 mil) e o de dois, três ou quatro cômodos saltou 25% (de R$ 7,8 mil para R$ 9,7 mil).

Nos primeiros meses de 2010, o movimento nos estandes de vendas do Noroeste caiu. Construtoras chegaram a adiar lançamentos e corretores foram treinados para transmitir segurança de que as obras iniciadas não seriam afetadas pelo escândalo político. O problema era que os próprios empresários temiam as consequências da crise. Diante das indefinições no âmbito administrativo, o futuro bairro ficou em banho-maria.

No entanto, passado o momento de turbulência, o mercado imobiliário, que já retomou o ritmo das construções dos prédios, torce para que as obras públicas sejam aceleradas. “As empresas têm feito a parte delas, mas precisamos do apoio do governo para que tudo esteja pronto quando os empreendimentos começarem a ser entregues”, comenta o diretor executivo da Lopes Royal, Marco Antônio Demartini. Ele nega que as vendas tenham sido afetadas pelas incertezas políticas e defende: “Será o melhor bairro de Brasília”. O presidente da Associação de Compradores de Imóveis do Setor Noroeste, Lindolfo Magalhães, teme que o atraso na infraestrutura afete o mercado. “Já tem gente com dificuldade de vender o ágio”, afirma.
 
Fonte: Correio Braziliense

sábado, 11 de junho de 2011

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sexta-feira, 10 de junho de 2011

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terça-feira, 7 de junho de 2011

Minha Casa 2 terá imóveis usados, sinaliza governo


Meta de 2 milhões de imóveis esbarra na capacidade de produção; corretores de usados são assediados.

A meta do governo exigirá das construtoras produzir, em todo o Brasil e no mínimo, por volta de 480 mil unidades ao ano

São Paulo - Nos últimos 15 dias, em várias oportunidades nas quais encontraram-se com a imprensa, os representantes do governo, ligados às questões habitacionais, repetiram o mesmo e curto discurso sobre a segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida, que está às vésperas de sanção presidencial: a oferta de dois milhões de moradias até 2014.

A construção civil sinaliza fortemente que tal soa como um aviso de que “o gato está subindo no telhado”, e que pode chegar ao mercado, revestido da robustez do programa habitacional do governo, um forte concorrente dos imóveis vendidos na planta. Entre as sinalizações estão os esforços voltados para a conquista de corretores autônomos.

A conta aritmética fortalece a possibilidade da inclusão de imóveis usados no Minha Casa, tanto quanto os esforços para a conquista de corretores autônomos – os principais agentes da venda de imóveis usados.

Considerando para 2014 um ano cheio (12 meses), a meta do governo exigirá das construtoras produzir, em todo o Brasil e no mínimo, por volta de 480 mil unidades ao ano, 40 mil unidades ao mês, mais de 1.300 imóveis ao dia. Não há fôlego, diz José Augusto Viana, presidente do Conselho de Corretores de Imóveis no Estado de São Paulo.

“Hoje, nas principais cidades brasileiras não há terrenos disponíveis para construir; há problemas com mão de obra; o setor reclama do aumento no preço do material de construção; o imóvel novo não tem concorrência, provocando a que os preços fiquem meio que às soltas. Para o governo alcançar a meta, o imóvel usado é a única saída”, diz o presidente do Crecisp.

Viana lembra que o Crecisp está empenhado, há praticamente três anos, em trabalhar pela inclusão de imóveis usados no programa Minha Casa, Minha Vida, e considera como bem próximo do real a possibilidade de agora acontece.

“Incluir os imóveis usados no programa será, inclusive, um respaldo à concorrência de mercado, e isto interessa ao governo, por exemplo, como auxílio para manter a inflação sobre controle”, pondera Viana.

A Medida Provisória (MP) 514, que dispõe sobre a segunda fase do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, aguarda a sanção presidencial, que deverá ocorrer até o próximo dia 17. O texto, aprovado pelo Senado em 10 de maio (2011) após passar pela Câmara, não faz menção aos imóveis usados, contudo, na fase em que se encontra, é passível de alterações (inclusões ou exclusões) pela presidência da República.

Sinalizações do mercado - Na última semana, além de grandes incorporadoras de São Paulo, a curitibana Monarca e Stuhlberger anunciou que está aceitando imóvel usado na compra de um novo. Segundo Vitor Wjuniski, sócio-diretor da incorporadora, "essa transação permite, entre outros aspectos positivos, que o proprietário more no imóvel antigo, até a entrega de seu novo apartamento".

Partindo do princípio que o usado representa acomodação familiar imediata, o que não se dá com o imóvel em lançamento, o apelo da Stuhlberger procura chamar a atenção do comprador para o aspecto: more tranqüilo no usado, enquanto o novo fica pronto. Na eventualidade de ocorrer a inclusão de usados no Minha Casa, isto é saber fazer do limão uma limonada.

Em parceria com o HSBC, a imobiliária Rede Morar, do Grupo Brasil Brokers, oferece em todo o país parceria aos corretores autônomos de imóveis, no que inclui comissões pela produção de financiamento imobiliário.

De seu lado, a imobiliária Pronto! - do Grupo LPS Brasil, está envidando visível esforço na conquista de corretores para as suas fileiras e, paralelamente, através de joint venture com o Itaú, passa a oferecer financiamento para imóveis usados. O corretor autônomo que aceitar o convite será um verdadeiro “pé de meia” para a Pronto! e a Rede Morar, visto que levará consigo uma boa carteira de imóveis usados. Mais uma saudável limonada prévia.

No último final de semana, em especial no sábado (04, junho), anúncios de lançamentos engrossaram o primeiro caderno (no qual o preço do cm/coluna é o mais caro das tabelas) dos jornais paulistanos de maior circulação. A pressa em lançar e a procura por visibilidade na mídia impressa também faz crer que há expectativa da chegada de concorrência no mercado.

Fonte: Exame
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