sábado, 21 de janeiro de 2012

Construtoras de olho no SOF Norte


Donos de oficinas do Sudoeste temem que proprietários cedam à construtoras


Diego Amorim - Correio Braziliense
Publicação: 18/01/2012 09:43 Atualização:

Desvirtuamento: criado em 1994 para abrigar as oficinas da Avenida W3 Sul, o SOF Norte abriga hotéis, motéis e quitinetes para aluguel e venda
Desvirtuamento: criado em 1994 para abrigar as oficinas da Avenida W3 Sul, o SOF Norte abriga hotéis, motéis e quitinetes para aluguel e venda
À medida que as obras do Setor Noroeste avançam, os valores dos terrenos do outro lado da rua, em um espaço até pouco tempo desacreditado, disparam e assustam os proprietários dos lotes. Empreiteiros começaram a fazer ofertas milionárias no Setor de Oficinas Norte (SOF Norte), de olho em uma provável valorização da área por conta da proximidade do futuro bairro. Donos de oficinas temem assistir ao mesmo que ocorreu do lado sul, onde as lojas praticamente desapareceram, dando lugar a empreendimentos imobiliários.

O governo criou oficialmente o SOF Norte em 1994, para abrigar as oficinas que ocupavam às margens da W3 Norte. De lá para cá, sem o rigor da fiscalização, o desrespeito às regras de uso do espaço desvirtuou o projeto original. Entre as lojas de mecânica, há hotéis, motéis e apartamentos. Pelas normas de gabarito em vigor, é permitida somente uma unidade residencial por lote, com área máxima de 68m². No entanto, prédios de dois andares chegam a ter até 18 quitinetes, construídas para aluguel e venda. O andar superior de várias oficinas se transformou em mais de uma moradia.

Nos registros da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), o SOF Norte possui 190 lotes vinculados ao programa de benefícios Pró-DF. O número real, porém, pode chegar a 300, pelas contas da Associação dos Empresários e Associados do Setor de Oficinas Norte (Assofnorte), criada há um ano. Mais da metade dos empresários, segundo a entidade, estão em situação em irregular, sem a posse da escritura do terreno. Apesar de a SDE informar que “não há sérios problemas na área”, os donos de oficinas reclamam da demora no andamento dos processos.

Boa parte dos donos de oficinas acumula dívidas ao longos dos últimos anos e, portanto, não consegue acesso a todos os documentos exigidos pelo governo para concluir o trâmite da concessão dos terrenos. Empresários ouvidos pelo Correio disseram que, com as obras do Noroeste em ritmo mais acelerado , aumentou a pressão por parte da Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) pela regularização. Segundo os donos de oficinas, o órgão ameaça tomar os lotes, caso a situação não seja solucionada rapidamente.

Para o presidente da Assofnorte, Carlos Bianchini Pontes, a tendência é que a pressão sobre os donos de oficinas fique ainda maior daqui para a frente. “Estão fazendo terrorismo porque o Noroeste está vindo aí, mas enquanto tivermos forças, vamos lutar para que não nos tirem daqui”, comenta. A Terracap informou que não tem exercido qualquer atividade no setor e que não há discussão alguma em andamento para alterar as regras de uso dos terrenos do SOF Norte. Os empresários temem que, em breve, sejam autorizadas construções residenciais na região.

Representante de uma construtora visitou recentemente uma das primeiras mecânicas a abrir as portas no setor, e responsável pela criação de 50 empregos diretos. Após tirar fotos do espaço de 940m², surgiu a proposta para comprar do terreno por R$ 3 milhões. “Viramos uma área nobre. A jogada é tirar a gente daqui para mudar a destinação. Mas eu não vendo, isso aqui é minha vida”, afirma Dimas Rodrigues Silva, 59 anos, um dos proprietários da oficina. “É uma pena ver que o SOF Norte está perdendo sua finalidade, apostamos nisso aqui”, completa o sócio Francisco de Souza Santoro, 62 anos.

Quando José Lindolfo, 57 anos, inaugurou sua oficina, não havia asfalto no SOF Norte. A iluminação da rua foi instalada após ele e os empresários vizinhos juntarem dinheiro para contratar o serviço. “Investimos muito neste espaço. Ninguém vai me tirar daqui, por proposta alguma. Para que eu quero dinheiro? Dinheiro acaba, quero é trabalhar”, diz Lindolfo. Os empresários tentam marcar um encontro com o secretário de Desenvolvimento Econômico, Abdon Henrique de Araújo, para propor uma audiência pública e ameaçam realizar protestos na Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia).

Grandes redes
Uma das gigantes do segmento de materiais de construção inaugurou em dezembro do ano passado, no SOF Norte, a terceira loja no Distrito Federal. A empresa diz que escolheu o lugar pelo “grande potencial consumidor que a região oferece”. Uma concessionária também abriu as portas no último mês, bem perto do Noroeste.

Memória
Mudança supervalorizou os lotes

O Setor de Oficinas Sul (SOF Sul) também surgiu há 20 anos, para abrigar oficinas que ocupavam a W3 e eram alvo de constante reclamação dos moradores das quadras 300 e 700. Em dezembro de 2006, em votação polêmica, o Plano Diretor do Guará (PDL) aprovado na Câmara Legislativa alterou a destinação daquela região. Os deputados distritais transformaram o setor em área mista — comercial e residencial —, o que abriu espaço para a investida das construtoras e supervalorizou os terrenos. A área ganhou condomínios de luxo, erguidos perto de shoppings, supermercados, estação de metrô e da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia). Em pouco tempo, o pacato SOF Sul virou mina de ouro para investidores. Empresas da construção civil — e mesmo pessoas físicas — se apressaram para arrematar lugares ainda ocupados por oficinas. Em outubro de 2010, o Correio mostrou que mais da metade dos cerca de 300 terrenos já tinham sido vendidos ou estavam em fase de negociação.

Consórcios Promessa de Investimento Garantido


Jovens buscam consórcios com a promessa de investimento garantido

CorreioWeb - Lugar Certo
Publicação: 18/01/2012 09:57 Atualização: 18/01/2012 10:24
Opção ideal para jovens investidores, o consórcio imobiliário se destaca por oferecer disciplina na hora de poupar e ausência de juros. No entanto, como alertam o consultor financeiro Luiz Felizardo Barroso e o diretor do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (IBEDEC), José Geraldo Tardin, nem sempre o final é feliz. É preciso ficar atento às taxas de administração e às falsas promessas apresentadas por corretores despreparados que não constam nos contratos.

De acordo com Tardin, também representante da Associação Brasileira de Mutuários da Habitação, em Brasília, o primeiro requisito para uma pessoa interessada em aderir ao consórcio é entender que esta é uma compra a longo prazo. “Por isso, o jovem seria o perfil que se encaixa melhor”, observa. Luiz Felizardo também compartilha da mesma opinião. “O consórcio pode ser financiado em cinco, dez anos. Então, esses jovens são pessoas de uma faixa etária que pode esperar. Está pensando em se casar, mas só quer depois que tiver um imóvel e não quer morar de aluguel? O consórcio é uma boa opção”, acredita o consultor.

Para Felizardo o consórcio é como uma poupança forçada, porém programada. “A dificuldade para poupar é que você, muitas vezes, não tem disciplina. Já no consórcio essa disciplina é necessária, afinal, existe uma programação. Dentro dessa programação você aperta daqui ou dali, mas arranja o dinheiro”, observa. O consultor explica que o importante é ter uma renda compatível com a prestação que você vai assumir. “Se você não tem pressa, vai contribuindo até que seja sorteado ou que ofereça um lance. Mas a garantia é que o bem é entregue a você quitado”, lembra.

No caso da recepcionista Raiane Duarte da Cruz, de 21 anos, o consórcio surgiu como uma forma de investir o dinheiro de maneira útil. Apesar de ainda não estar pagando as parcelas - seu plano está em fase de análise -, Raiane acredita que o investimento irá garantir um futuro seguro. As expectativas não poderiam estar maiores. “Ter algo próprio. Ter, de certa forma, minha independência. Se eu resolver sair de casa vou para algo que é meu”, orgulha-se.

Raiane pretende usar sua carta de crédito para adquirir um imóvel em Santa Maria (DF). Sem pressa, a jovem não planeja se mudar tão cedo para o local. “Pretendo alugar a casa. Não tenho a intenção de mudar e morar sozinha”, explica. Raiane, que mora com os pais, conta que os dois foram receptivos e apoiaram a iniciativa da filha. “Eles vão me ajudar no pagamento das parcelas”, diz. Com bom humor, a jovem brinca que se um dia tiver filhos, poderá deixar a casa e, quem sabe, ainda, as prestações como herança.

Tardin conta que o maior problema relatado ao IBEDEC é a famosa falsa promessa. “Não se deve acreditar em nenhuma promessa que não esteja no contrato. Recebemos cerca de dez denúncias por mês descrevendo esse tipo de reclamação”, conta. “Eles prometem que o imóvel sairá em até seis meses no sorteio ou que com lances de 20% e 30% você o tira. Mas é uma mentira”, alerta. O diretor do instituto explica que para se precaver e não cair em ciladas de corretores despreparados, o cliente pode pedir extrato de grupos similares dos últimos 12 meses, assim ele pode avaliar o percentual das cartas que foram ofertadas. “Vai ver que o primeiro foi com 80%, outro com 70%. Aí sim você entende a realidade”, enfatiza. Tardin garante que antes de 18 meses, os lances nunca são inferiores a 50% do valor.

Jovens buscam consórcios com a promessa de investimento garantido

Vale ressaltar que o consórcio feito para imóveis não é igual a consórcio de carro, pois neste caso o preço do produto só depende do valor estipulado, não existe valorização. “Já no mercado imobiliário, vários índices interferem de acordo com os anos no preço e valorização dos imóveis”, explica Tardin. Ou seja, você pode arcar com uma carta de crédito de R$ 300 mil, no entanto, o imóvel que você tem em vista hoje, em dois ou três anos, pode passar a valer R$ 500 mil. Ou seja, R$ 200 mil a mais do que você planejou. “A correção feita na sua parcela mensal pela administradora de consórcio geralmente é menor do que o ajuste do mercado”, esclarece o diretor.

O que recomendam os dois especialistas é que, caso a pessoa não for sorteada logo, o ideal é dar um lance em, no máximo, 24 meses. “Depois disso valoriza demais e você pode perder o imóvel que a princípio tinha em mente”, alerta Tardin. Por isso, outra atitude importante antes de assinar um contrato é verificar como está a valorização do mercado imobiliário, se a correção dos imóveis valerá a pena em alguns anos. Sobre as taxas de administração, ele explica que é preciso fazer pesquisa. “Tem empresa que pratica com taxa de administração de 10%, outras com 12%. Então é preciso ficar atento. É mais recomendável fazer com grandes bancos, porque aí você tem a certeza que não terá problemas. Afinal, já existe uma reputação, eles já possuem tradição nesse meio”, aconselha.

Aluguel



Índice que reajusta aluguel sobe 0,22% na segunda prévia de janeiro

Publicação: 19/01/2012 09:27 Atualização:
O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) subiu para 0,22% na segunda prévia de janeiro. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (19) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). No mês anterior, para o mesmo período de coleta, a variação foi -0,07%. O segundo decêndio do IGP-M compreende o intervalo entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência.

Nos três indicadores que compõem o IGP-M, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou -0,04%, mas a queda foi menos acentuada do que o da prévia anterior, que chegou a -0,38%.

Ainda no segundo decêndio de janeiro, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,81%, frente ao aumento de 0,59% na segunda prévia de dezembro. De acordo com a FGV, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou, no segundo decêndio de janeiro, variação de 0,6%. No segundo decêndio de dezembro, a taxa foi de 0,43%.

A taxa acumulada do IGP-M é utilizada como base de cálculo para reajuste nos preços dos aluguéis. O IGP-M acumula aumento de 4,5% em 12 meses.

Laminado Floral para paredes


Laminado floral compila praticidade de aplicação e limpeza no mesmo produto


CorreioWeb - Lugar Certo
Publicação: 19/01/2012 08:49 Atualização: 19/01/2012 12:49

A jovialidade de cores como o rosa e o lilás foi a inspiração do projeto de quarto de uma adolescente de 13 anos, localizado em uma casa no bairro Parque dos Príncipes, em São Paulo. O dormitório, de aproximadamente 13 metros quadrados, foi desenvolvido pelas arquitetas e sócias da Loja Germang Arte em Marcenaria, Fernanda Silveira e Luciana Silveira.

O conceito principal do ambiente foi definir bem as áreas de dormir e de estudar, sem deixar de lado o uso de tendências recentes, como dar destaque a um determinado ponto do ambiente. Para isso, as profissionais elegeram o laminado de alta pressão Saara Floral, Linha Collection, da Pertech. A estampa floral cumpriu o papel de separar os ambientes e agregou charme à bancada de estudos.

No caso do laminado escolhido para revestir a parede do ambiente, a delicadeza dos tons de lilás, juntamente com a estampa floral, são características ressaltadas por Fernanda. Ainda de acordo com ela, os laminados da Pertech se destacam, principalmente, pela elegância e por seguirem as tendências de decoração. “A facilidade de aplicação e de limpeza, sendo este último item muito importante para os clientes, valorizam ainda mais os laminados da marca”, finaliza Fernanda.

A Pertech trabalho com o desenvolvimento de padrões, texturas, cores e desenhos que atendem projetos contemporâneos, práticos ou convencionais e possibilita aos profissionais criarem móveis e espaços exclusivos, como fachadas de prédios, divisórias para sanitários, revestimentos de móveis, paredes e pisos, entre outros.

Minha casa, minha vida para atingidos pelas chuvas


Programa Minha Casa, Minha Vida focará em atingidos pelas chuvasGoverno anuncia a construção de 3 mil habitações pelo Minha Casa, Minha Vida para atingidos por enchentes e deslizamentos. Equipe de cientistas fará estudo geológico das áreas de risco


Juliana Braga - Correio Braziliense
Publicação: 19/01/2012 09:19 Atualização: 19/01/2012 09:24

O governo federal anunciou ontem a construção de até 3 mil habitações pelo Minha Casa, Minha Vida, que serão destinadas aos desabrigados pelas chuvas. O anúncio ficou por conta do ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra — embora o programa seja de responsabilidade da pasta de Cidades. As novas habitações se destinam a substituir aquelas destruídas por enchentes ou por deslizamentos de terra.

Os beneficiados entrarão na faixa de interesse social e não precisarão pagar integralmente o empréstimo. A partir da próxima semana, o Grupo de Acompanhamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) estudará como o pagamento será viabilizado, se por meio de demanda dos estados e municípios, ou dos atingidos pelas chuvas.

O grupo de trabalho também irá recrutar geólogos da Petrobras e de universidades brasileiras para fazer um mapeamento geotécnico detalhado dos 251 municípios considerados de alto risco. “Quando uma chuva começar a cair, ele (mapeamento) saberá qual é a qualidade do solo, ali daquela área de risco, e conhecerá a capacidade de saturação desse solo. Poderemos então alertar a Defesa Civil local e a comunidade, para que se possa retirar quem estiver na iminência de um deslizamento”, explicou o ministro.

O trabalho seria feito até 2014, mas a presidente Dilma Rousseff pediu que o processo fosse acelerado. Na próxima semana, começarão as reuniões com a estatal e com universidades já selecionadas pelo Ministério de Ciência e Tecnologia, para que seja traçado um cronograma de trabalho. Após o mapa ser feito, será possível a retirada definida das famílias que estejam em áreas de risco.

Monitoramento
Outra novidade anunciada foi a construção de mais dois centros de monitoramento em São Paulo e Santa Catarina, onde as chuvas, que já começaram, devem se intensificar a partir de domingo.

Bezerra, mais uma vez, se esquivou de falar sobre as denúncias de favorecimento de sua família e do seu estado de origem, Pernambuco, à frente do Ministério da Integração Nacional. Questionado se desistiria da candidatura à prefeitura de Recife, deu por encerrada a entrevista.

Após a reunião, Bezerra foi para Belo Horizonte para entregar pessoalmente a ordem bancária para transferência de verba para a reconstrução da infraestrutura urbana de pontos atingidos. Ele esteve com o governador mineiro, Antônio Anastasia, e o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda. O prefeito de Sapucaia (RJ), Anderson Zanon, esteve em Brasília ontem para receber os recursos.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Monumentos de Brasília DF


catedral Metropolitana de Nossa Senhora Aparecida, mais conhecida como catedral de Brasília, é a catedral metropolitana da cidade de Brasília, capital do Brasil.


História

Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, sua pedra fundamental foi lançada em 12 de setembro de 1958. Teve sua estrutura pronta em 1960,[1] onde apareciam somente a área circular de setenta metros dediâmetro, da qual se elevam dezesseis colunas de concreto (pilares de secção parabólica) num formato hiperboloide, que pesam noventa toneladas. O engenheiro Joaquim Cardozo foi o responsável pelocálculo estrutural que permitiu a construção da catedral.

Ao centro, a esplanada dos Ministérios. A catedral está localizada à direita, atrás do museu Honestino Guimarães.
Em 31 de maio de 1970, foi inaugurada de fato, já nesta data com os vidros externos transparentes. Na praça de acesso ao templo, encontram-se quatro esculturas em bronze com três metros de altura, representando os evangelistas; as esculturas foram realizadas com o auxílio do escultor Dante Croce, em 1968. No interior da nave, estão as esculturas de três anjos, suspensos por cabos de aço. As dimensões e peso das esculturas são de 2,22 m de comprimento e cem kg a menor; 3,40 m de comprimento e duzentos kg a média e 4,25 m de comprimento e trezentos kg a maior. As esculturas são de Alfredo Ceschiatti, com a colaboração de Dante Croce em 1970.[2]
batistério em forma ovoide teve em suas paredes o painel em lajotas cerâmicas pintadas em 1977 por Athos Bulcão. O campanário composto por quatro grandes sinos, doado pela Espanha, completa o conjunto arquitetônico. A cobertura da nave tem um vitral composto por dezesseis peças emfibra de vidro em tons de azul, verde, branco e marrom inseridas entre os pilares de concreto. Cada peça insere-se em triângulos com dez metros de base e trinta metros de altura e foram pintados por Marianne Peretti em 1990. O altar foi doado pelo papa Paulo VI[carece de fontes] e a imagem dapadroeira Nossa Senhora Aparecida é uma réplica da original que se encontra em Aparecida – São Paulo.
via sacra é uma obra de Di Cavalcanti. Na entrada da catedral, encontra-se um pilar com passagens da vida de Maria, mãe de Jesus, pintados porAthos Bulcão.
Atualmente, o pároco da catedral é o monsenhor Marcony Vinícius Ferreira, primeiro padre nascido e ordenado em Brasília[carece de fontes]. Por estar situada na esplanada dos Ministérios, a catedral não apresenta uma comunidade fixa — grande parte dos fiéis que a frequentam é composta por turistas e por fiéis que trabalham na esplanada. A catedral está aberta todos os dias para visitas, com exceção dos horários de missa.
Panorama do interior da catedral de Nossa Senhora






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