quinta-feira, 1 de março de 2012

Seja um investidor, não um especulador


Seja um investidor, não um especulador

Fonte: REDIMOB



Investir sem conhecimento e consultoria imobiliária especializada pode resultar, inclusive, na perda do imóvel. A contínua e crescente construção de novos empreendimentos imobiliários, faz com que os mais ousados, apliquem seus recursos financeiros em imóveis que estão em lançamento, com o intuito de ganhar dinheiro rápido e com facilidade. Mas o corretor de imóveis, Rodrigo Barreto, afirma em seu blog que investir não é tão fácil quanto parece.

Normalmente, por algum tipo de influência, os candidatos a investidores esperam chegar próximo ao prazo de entrega do imóvel para iniciar a comercialização do ágio, ou seja, a quantia que corresponde ao conjunto do valor pago mais a valorização do período. "Às vezes, são pessoas que nem têm condições de adquirir o imóvel, querem apenas lucrar com a venda do ágio. E é aí que mora o perigo", ressalta.

Negociando valores


Quem está realmente interessado em comprar um imóvel novo para morar, para abrigar sua família com maior conforto, se tiver a opção de comprar diretamente da construtora com as facilidades de pagamento que existem, não irá comprar um ágio, na visão do especialista.


"Os que normalmente compram o ágio irão negociar seu valor. Alguns não conseguem receber nem aquilo o que pagaram durante a obra. Com o medo de perderem tudo o que investiram, se livram do ágio para, no mínimo, receberem alguma coisa", explica Barreto.

Os investidores que possuem condições financeiras de adquirir o produto compram não só uma, mas algumas unidades. Por este motivo, determinados empreendimentos são totalmente vendidos em 10, 15 dias, ou um pouco mais, assegura Barreto. "Só que estes investidores não querem ter prejuízo e não vão vender seus ágios por qualquer preço. E caso haja dificuldade de comercializá-los? Simplesmente permaneceram com estes imóveis até o momento mais oportuno, fazendo renda com locação".

Faça a coisa certa

Especuladores com menos sorte ou falta de uma consultoria em investimento imobiliário acabam por ter que devolver a unidade adquirida à construtora, na maioria das vezes, por falta de recursos, renda para concretizar o pagamento no prazo acordado em contratado.

Para quem está iniciando como investidor, é importante buscar imóveis mais comerciais, como kits, salas, apartamentos de um quarto, flats e apart-hotel, no qual o investidor saiba que conseguirá arcar com o compromisso de assumir o financiamento bancário ao final da obra. "O retorno certamente virá, mas é importante ter calma e fugir da especulação. É mais seguro ser investidor", ressalta.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Ya Know, novo CD de Joey Ramone


Este ano será lançado uma nova coleção de demos inéditas do falecido Joey Ramone, com músicas escritas para osRamones e também para seu projeto solo.
"Ya Know?" terá dezessete músicas, incluindo "Rock & Roll Is the Answer", "New York City" e "Waiting for That Railroad".
 
O álbum será lançado no dia 17 de maio e será o primeiro desde "Don’t Worry About Me, Joey" (2002), sua primeira coleção póstuma.
 
Ramone faleceu em 2001 em consequência de um linfoma.
 
As faixas de "Ya Know?" foram finalizadas com a ajuda de Joan Jett, Steven Van Zandt (da E Street Band de Bruce Springsteen), Richie Ramone e de membros do Cheap Trick.
 
"São pessoas que foram verdadeiros amigos de Joey", disse o produtor do álbum, Ed Stasium, que concluiu as faixas em Nova York em 2010

Rostos na rua


Rostos na rua

O artista canadense Dan Bergeron resolveu dar uma “cara” para as cidades em sua obra “Face Of The City”. Também conhecido como Fauxreel, Bergeron pinta rostos sobre muros diversos, criando um efeito interessante ao misturar sua arte com a paisagem urbana.
Segundo ele, “sobrepor o charme abrasivo encontrado nas superfícies das cidades modernas com a familiaridade íntima do conteúdo proeminente da face humana é uma forma de examinar a identidade das cidades”. O belo trabalho pode ser visto em seu site.








Arte francesa com Limões e Laranjas

Festival francês reúne arte feita com limões e laranjas

Na França acontece anualmente o Festival do Limão, em Menton. O “Fête du Citron”, como é chamado em francês, está em sua 79ª edição e reúne aproximadamente 230 mil pessoas em uma espécie de Carnaval local.
O que impressiona no festival são as incríveis esculturas feitas de limões e laranjas, representando as mais variadas figuras. A edição deste ano começou no dia 17 de fevereiro e vai até 7 de março. Você encontra mais imagens e informações no site do evento

Arte em Madeira

Tommy Craggs, o escultor de “guerrilha”

Nas últimas semanas, em uma área verde situada em Knaresborough, na Inglaterra, três esculturas talhadas em árvores apareceram sem que o artista fosse revelado. O jornal Daily Mail disse que o escultor era um “artista de guerrilha no estilo Banksy”. As incríveis esculturas misteriosas representam um mago, um pássaro e um dragão no tronco de árvores.
A identidade do escultor misterioso foi descoberta pela BBC. O artista Tommy Craggs realiza seus trabalhos utilizando uma serra elétrica e viaja criando suas obras em árvores representando todos os tipos de criaturas místicas e míticas. Em sua galeria online você pode acompanhar mais trabalhos incríveis de Craggs, que muda o visual de árvores mortas, transformando-as em verdadeiras obras de arte.
Por: Blog Brookfield Inc.


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Falência da Encol


O Caso Encol, visão da revista Exame – a grande lição para o mercado imobiliário

Por Denis W. Levati

O alarmante título de capa da última edição da revista Exame: Imóveis, um mercado sob suspeita impactou e causou desconforto àqueles que trabalham no mercado imobiliário devido principalmente a um dos subtítulos: O fantasma da Encol: qual o (real) tamanho do risco para os compradores?



Capa da Edição 1010 da Exame

Para o alívio de quem compra, vende ou de quem tem sua vida profissional ligada ao mercado imobiliário, o conteúdo da matéria é muito mais instrutivo e bem menos assustador quanto ao perigo que a capa sugere. Sobre a possibilidade de um ‘novo caso Encol’ a reportagem assinada por Naiana Oscar diz que é pouco provável (...). Ainda que algumas empresas tenham problemas financeiros, a chance de os clientes perderem tudo é baixíssima.
Mas então por que tanto medo? Por que a Encol causa calafrios em quem compra ou vende imóveis? Porque falar da Encol expõe as nossas feridas. Em seu auge a empresa fora a maior e mais importante construtora do país, faturava quase 2 bilhões de reais por ano (em valores atualizados), empregava 23 mil pessoas e construiu mais de 100 mil apartamentos. Sua falência foi o mais duro golpe na credibilidade do mercado imobiliário brasileiro devido a sua conseqüência mais sombria: o abandono a própria sorte de 42 mil clientes que estavam pagando e aguardando por seus apartamentos.

http://www.youtube.com/watch?v=UGqycycHXjU&feature=player_embedded

No que tange ao marketing imobiliário, a Encol fez jus ao status de maior empresa de seu setor e produziu milhares de anúncios em jornais e revistas para divulgar seus empreendimentos pelo Brasil. É muito difícil abrir uma publicação entre meados das décadas de 1980 e 1990 e não encontrar um anúncio da Encol. Na televisão, as propagandas da construtora eram em sua maioria institucionais, convidando o espectador a investir em um imóvel da empresa. Ao longo de pelo menos duas décadas, a Encol construiu a imagem de uma empresa forte, estruturada e que deu a classe média a possibilidade de comprar apartamentos e investir em imóveis.

http://www.youtube.com/watch?v=ZJK9wBlC0tY&feature=player_embedded

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=OZM9pTp8MUo

Mesmo nos momentos em que o país atravessou as mais diversas crises, a Encol nunca deixou de lançar, de vender ou de anunciar. Durante os vários planos econômicos que se seguiram a Nova República e depois ao Governo Collor a empresa adotou por diversas vezes, estratégias agressivas e chegou a aceitar carro, telefone ou outro imóvel como parte do pagamento na aquisição de novos projetos.



“Carro, telefone ou imóvel como parte do pagamento.”
Para a Encol o importante era vender, seu sistema de negócios não podia parar.
Folha de São Paulo - maio de 1996


Reportagem da Folha de São Paulo em abril de 1990, após o Plano Collor.



Para manter vendas, a Encol “eliminou o sinal, a prestação de fechamento de contrato e as semestrais. ‘A visitação antes da nova campanha estava muito fraca. Não havia intenção de compra’, diz Dolzonan da Cunha Matos, diretor da construtora” Sem sinal, sem entrada, sem intermediárias. Anúncio da Encol no Estado de SP em dezembro de 1990.

Fundada por Pedro Paulo de Souza, um homem de origem humilde que depois de trabalhar com ambulante fundou em Goiânia uma fábrica de pisos de madeira. Em determinado momento viu sua pequena empresa crescer, transformar-se em uma construtora, expandir no Centro-Oeste e virar referência em todo Brasil. Engenheiro de formação, Pedro Paulo inovou o processo produtivo, criou linhas de montagem em seus empreendimentos. Mas errou ao administrar um império como quem cuida de uma fabriqueta de família.

O modelo de administração da Encol foi apelidado por muitos economistas como ‘bicicleta’, onde os seus novos empreendimentos financiavam os anteriores. A empresa não poderia parar de pedalar nunca. Para se manter nesta constante e continuar a vender seus apartamentos a empresa chegava a garantir a recompra do apartamento vendido, pagando inclusive os juros corrigidos.



A maior construtora do Brasil oferece a você mais uma oportunidade de fazer um grande investimento. Você compra seu apartamento em condições especiais. Depois de 12 meses se precisar vendê-lo, a Encol o compra de volta com preço corrigido pela TR mais juros reais. (Folha de São Paulo, junho de 1995)
Quando a oferta de apartamentos se mostrou maior que a capacidade do mercado em absorver novos projetos, a Encol entrou em declínio. Some-se a isto denúncias de caixa dois e uma alta inadimplência. Pedro Paulo partiu tarde demais atrás de empréstimos para salvar o seu império. O que se viu depois disso foi o pior dos cenários. Salários atrasados, falta de pagamento a fornecedores, obras paralisadas até que em março de 1999 foi decretada a falência da empresa.



Em 18 de março de 1999, a Folha de São Paulo noticiava a falência da Encol deixando 10 mil clientes sem seus apartamentos. O número se revelou quatro vezes maior.

Dentre as conseqüências e lições da quebra da Encol, a principal delas é que a partir dela, foi criada a Lei de Falências que permitiu salvar os ativos bons de uma empresa em situação parecida, minimizando assim os prejuízos dos credores. Desde então, nos novos lançamentos imobiliários, como cita a reportagem de Exame, para conceder financiamentos, os bancos exigem que as construtoras registrem cada empreendimento como uma empresa independente, com caixa próprio. Após o caso Encol, o mercado imobiliário brasileiro acusou o golpe, mas com profissionalismo voltou a crescer e a inspirar confiança.

Falar ou escrever do Caso Encol é sempre delicado, suscita o debate. Há quem veja na figura de Pedro Paulo de Souza um injustiçado, alguém que foi abandonado pelo governo. Para estes, o antigo dono da Encol escreveu Encol – O sequestro: tudo o que você não sabia onde ele se defende e conta a sua versão da história que se confunde com a história da construtora.
Para aqueles que julgam o caso como estelionato ou que se interessam pelos seus desdobramentos jurídicos, o advogado especialista em direito imobiliário Hamilton Quirino escreveu A Falência do Incorporador Imobiliário – O Caso Encol.

Hoje depois de quase 14 anos do ocorrido, mais de 6 mil famílias esperam por uma resposta ao dinheiro investido e o sonho da casa própria.

O ideal é ler ambos os livros, para chegar à mesma conclusão que a Exame, a de que outro caso Encol no Brasil, nunca mais.

Design e decoração


Pedras conferem tendência rústica a ambientes compondo objetos decorativos

CorreioWeb - Lugar Certo
Publicação: 30/01/2012 11:10 Atualização: 30/01/2012 11:20
Altura: 19 cm / Largura: 30 cm / Profundidade: 30 cm / Peso: 6 quilos (Divulgação)
Altura: 19 cm / Largura: 30 cm / Profundidade: 30 cm / Peso: 6 quilos
Comuns para adornar paredes e pisos, as pedras aparecem agora também nos objetos decorativos, dando um toque naturalista aos espaços. A K3 Imports (www.k3imports.com.br) apresenta a Lareira Kos. O diferencial é a presença de pedras cerâmicas brancas em contraste com um suporte preto.

A peça, de instalação simples, conta com acabamento em pintura eletrostática e aquece uma área de até 5m². Ecológica, a lareira é abastecida com etanol, evitando a propagação de gases tóxicos e fumaça. Além de aquecer nos dias mais frios, a Lareira Kos é uma peça decorativa que compõe os ambientes, seja qual for a estação do ano. 

Fundada em 2009, a K3 Imports é uma empresa importadora dedicada a apresentar ao mercado brasileiro as novidades do mercado internacional na área de casa e decoração, atendendo a demanda do consumidor brasileiro que pretende seguir as novas tendências e usufruir de novos produtos e tecnologias.
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