sexta-feira, 24 de junho de 2011

Mercado imobiliário mundial volta a recordes em 2011, diz a Jones Lang LaSalle

O imobiliário terciário caminha para os níveis de transação e performance mais fortes desde o pico do mercado de 2007, adianta a consultora Jones Lang LaSalle.

OJE

O Global Market Perspective do 2º trimestre de 2011, produzido pela Jones Lang LaSalle, que analisa o impacto da economia nos principais mercados imobiliários mundiais, prevê que o mercado imobiliário registre este ano os níveis de transação e performance mais fortes desde o pico atingido em 2007.

Esta é uma tendência visível na maioria dos mercados imobiliários globais. Arthur de Haast, head do Internacional Capital Group na Jones Lang LaSalle, comenta: "Os principais mercados imobiliários mundiais iniciaram o ano de forma positiva e à medida que entramos no segundo trimestre, estes mercados continuam o seu caminho de recuperação.

Os mercados exibem uma resistência notável, apesar do choque resultante da catástrofe no Japão, da instabilidade no Médio Oriente e das previsões ligeiramente menos otimistas para a economia global. A contínua recuperação do mercado imobiliário global é marcada pelo fortalecimento dos mercados de investimento, crescente otimismo corporativo e um crescimento robusto do preço dos ativos prime em diversos mercados".

Os países BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) continuaram a aumentar a sua relevância nos mercados de investimento imobiliário. Estes mercados, que contabilizaram cerca de 2% dos volumes transacionados em 2007, estão agora a concentrar uma maior proporção das operações, com 13% dos volumes globais no 1º trimestre de 2011.

Esta performance posiciona os países BRIC, como grupo, em terceiro no panorama global, apenas superado pelos Estados Unidos e pelo Reino Unido. O contributo dos BRIC para os volumes globais de investimento deverá crescer mais, à medida que a transparência e a qualidade da oferta disponível no stock imobiliário melhorem.

O Brasil é o país de maior crescimento no último trimestre. Tornou-se o quinto mercado de investimento mais ativo no 1º trimestre de 2011, superando a China, à medida que a procura doméstica liderava a atividade nesse período. São Paulo tem um dos mercados de escritórios mais dinâmicos do mundo, caracterizado pelo rápido crescimento de rendas, forte procura corporativa, baixa disponibilidade de espaços e um boom de promoção. Volumes

Os volumes de investimento direto em imobiliário terciário - outro destaque do Global Market Perspective - cresceram 44% em termos homólogos. Baseada no dinamismo do mercado e nas transações em pipelline, a Jones Lang LaSalle acredita que os volumes de investimento anuais deverão ascender a mais de 440 mil milhões de dólares (307 mil milhões de euros), o que representará um crescimento de 35-40% face aos níveis de 2010 e os volumes mais elevados desde 2007.

aul Guest, head do Global Capital Markets Research na Jones Lang laSalle comenta: "Os investidores continuam a focar-se nos ativos core nas principais cidades, mas com uma oferta insuficiente, estão, de forma seletiva, a deslocar-se na curva de risco quer em termos geográficos quer em termos de tipo de investimento.

Por exemplo, mais investidores ponderam investir em ativos "prime" na Europa Central e de Leste e em negócios oportunos na Ásia, particularmente na Polônia e na China, respectivamente. Os investidores estão igualmente mais preparados para considerar ativos de menor dimensão, imóveis com margens menores de rendimento ou mesmo com alguma desocupação, bem como determinadas

oportunidades de promoção.

A maioria dos investidores, contudo, não estão preparados para se comprometer apenas com a qualidade e continua a revelar cautela face aos ativos secundários".

Nos EUA assistiu-se a uma suavização do acesso ao financiamento, a liquidez está a reforçar-se e o mercado de securitização está a reemergir. Na Ásia-Pacifico, os raios de LTV estão agora em torno dos 60 a 65%, com crescentes possibilidades de escolha quer ao nível de opções quer de fontes de financiamento. Na Europa, o acesso ao crédito permanece, contudo difícil, especialmente para ativos não "prime".

A valorização dos imóveis prime de escritórios nas principais cidades, é outro destaque, e foi cerca de 20% ao longo do último ano. Em diversos mercados, a "prime yield" aproxima-se agora dos níveis alcançados durante o pico do ciclo anterior, em 2007. Ainda assim, as prime yields estão agora a estabilizar depois da tendência de reajuste abrupto dos preços dos últimos 18 meses.

A valorização dos imóveis no futuro será cada vez mais impulsionada pelo crescimento das rendas. Para os investidores a chave para assegurar a valorização dos imóveis será o profundo entendimento das motivações dos ocupantes corporativos e uma capacidade para oferecer espaço competitivo que vá ao encontro dos requisitos dos ocupantes.

A confiança dos ocupantes corporativos está em crescimento em todo o globo e estamos a assistir a uma procura que pretende expandir área ocupada. As empresas estão a focar-se, contudo, numa expansão inteligente, procurando minimizar a sua exposição a custos crescentes, "esticando" ao máximo a necessidade de ocupar novos espaços.

A Ásia-Pacífico continua a integrar alguns dos mercados de arrendamento de escritórios mais fortes do mundo, com Hong Kong e Singapura a liderarem globalmente com um crescimento homólogo das rendas na ordem dos 30%.

Esta firme procura de espaços, aliada à falta de oferta emergente para espaços prime em muitos mercados CBD das principais cidades está a resultar numa crescente queda da taxa de disponibilidade global de escritórios, que atualmente se situa nos 14,2%.

À medida que os proprietários se tornam mais confiantes, poderemos ver maiores volumes de construção especulativa na Europa, liderados por Moscovo, Paris e Londres. Nos EUA, contudo, este tipo de promoção continua parada. Entretanto, a região Àsia-Pacífico está no pico do seu ciclo de promoção, mas a procura corporativa em muitos mercados será suficiente para absorver esta oferta adicional de escritórios.

Como resultado do declínio da taxa de disponibilidade e oferta limitada, o crescimento das rendas para os ativos prime está a acelerar, estando atualmente perto dos 8% em termos homólogos nos principais 22 mercados de escritórios mundiais. A Jones Lang LaSalle estima que outros mercados se tornem mais favoráveis aos proprietários ao longo de 2011.

Como comprar imóveis pela Caixa


Existem diversas facilidades para realizar seu sonho da casa própria com o financiamento da Caixa Econômica Federal. O principal é ter disciplina e paciência para poupar dinheiro e tentar comprar o imóvel à vista ou na planta.

Eduardo Artico, bagarai.com

Financiar casa própria pela Caixa Econômica Federal é mais fácil do que você imagina. E não apenas pelo Feirão da Caixa, mas também pelas diversas opções de linhas de crédito.

O principal é ter disciplina e paciência para poupar dinheiro e tentar comprar o imóvel à vista ou na planta. Considerando-se os juros do financiamento, é muito mais negócio. Caso você não esteja nesse perfil, é necessário um planejamento consciente para quitar a dívida.

Analise as opções de financiamento

Sempre leve em consideração sua realidade financeira ao conhecer as regras e detalhes de cada modalidade de crédito. Especialistas recomendam que o financiamento de qualquer bem corresponda no máximo a 30% da renda líquida. Vale dizer que a Caixa somente disponibiliza crédito para faixas de renda a partir de três salários mínimos. Utilizando o simulador no site da Caixa fica mais simples escolher o financiamento mais adequado ao valor do imóvel e a sua renda mensal.

Cuidados essenciais

Planeje com antecedência: as prestações de um imóvel vão acompanha-lo durante muitos anos da sua vida. Não tome decisões precipitadas.

Não comprometa seu orçamento: a casa própria é um sonho, mas pode virar um pesadelo. Existem outras contas para pagar e o nome limpo é um patrimônio que deve ser mantido.

Diminua o valor do financiamento: dê a maior entrada possível e escolha o prazo mais curto para pagar o empréstimo.

Conheça os sistemas de amortização de juros: na Caixa, as parcelas são pagas pelo Sistema de Amortização Constante (SAC) em que o saldo devedor é reembolsado em valores iguais com valor decrescente das prestações.

Tente liquidar antecipadamente: caso tenha condições, antecipe o pagamento. Você vai economizar e muito nos juros.

Usando seu FGTS

Você também pode resgatar o FGTS como forma de amortização dos juros: só é permitido quando o titular do contrato comprovar um período de trabalho de no mínimo 3 anos com carteira assinada.

Outras condições para a utilização do FGTS:

Ser brasileiro nato ou naturalizado, estrangeiros somente com visto permanente.

Ser maior de 18 anos ou emancipado.

Ter o nome limpo na praça.

Não ter recebido desconto pelo FGTS.

Não ser o comprador de outro imóvel com financiamento pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação).

 

A soma da sua idade e o prazo de pagamento não pode passar de 80 anos.

Para quem vai construir ou reformar

O CONSTRUCARD é mais uma facilidade da Caixa: logo após a assinatura do contrato de financiamento você vai receber um crédito para compra de material de construção com prazo de até 6 meses.

Dicas da Caixa para quem quer um imóvel novo

Visite o imóvel em diferentes horários observando as condições de iluminação e ventilação.

Conheça mais sobre os arredores conversando com alguns vizinhos.

Confirme a idoneidade da imobiliária e da construtora junto ao Cadastro de Reclamações ou ao PROCON.

Verifique se tudo que foi anunciado pela imobiliária foi realizado pela construtora.

Analise a documentação do imóvel e do vendedor e leia o contrato com muita atenção antes de assiná-lo.

Aguarde a aprovação da operação pela Caixa antes de fechar o negócio.

Dicas da Caixa para quem procura um imóvel usado

Fique atento ao estado de conservação do imóvel.

Abra todas as torneiras e verifique a pressão da água.

Acenda todas as luzes relatando qualquer problema elétrico.

Prefira imóveis localizados em áreas com boa infraestrutura: comércio, opções de transporte coletivo, colégios e faculdades, hospitais, entre outros.

Verifique a documentação do imóvel e do vendedor e analise cuidadosamente o contrato antes de assiná-lo. Se possível consulte um advogado de sua confiança.

Aguarde a aprovação da operação pela Caixa antes de fechar o negócio.

Hora de assinar o contrato

Depois de escolher o financiamento do imóvel usado, novo ou na planta, você poderá iniciar uma negociação direta com a construtora ou imobiliária. O processo de aprovação da compra começa após a visita técnica dos engenheiros da Caixa que vão avaliar a construção e todos os documentos do imóvel. Em seguida você acertará com o gerente o valor do financiamento e o prazo de pagamento.

O contrato será assinado na própria agência bancária e toda a documentação do imóvel ficará em nome da Caixa. Quando você quitar a dívida da casa ou apartamento a documentação passará para seu nome.

Saiba quais são os imóveis preferidos para locação

Pesquisa aponta que tipo de imóvel e qual faixa de valor os inquilinos procuram nas diversas regiões de São Paulo

Exame.com

Dos 3.100 imóveis alugados no Estado de São Paulo em março, 53,52% eram casas e 46,48%, apartamentos. Em termos de valores, na capital, a faixa que concentrou a maioria das novas locações foi a dos aluguéis mensais de até R$1.000,00, com 55,40% do total de novos contratos. No interior, os mais locados foram os imóveis com aluguel de até R$600,00, somando 50,23%. Nas cidades do ABCD, Guarulhos e Osasco e no litoral, os apartamentos e casas mais alugados concentraram-se na faixa de até R$800,00, com 64,63% e 72,18% dos novos contratos, respectivamente. Os dados são de levantamento realizado pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) em 1.606 imobiliárias do Estado.

O menor aluguel residencial em março foi encontrado em Araraquara, onde casas de 1 dormitório em áreas nobres foram alugadas pelo valor mínimo de R$150,00 mensais e máximo de R$400,00. O aluguel mais caro do Estado foi de R$6.000,00 por casa de 4 dormitórios em bairros da área central de Bauru, ressalvando-se que esse foi o único imóvel do gênero e com esse valor encontrado na cidade.

Garantia

O fiador foi a forma mais adotada em março como garantia de pagamento dos aluguéis em caso de inadimplência dos inquilinos. Esteve presente em 83,02% do total de novos aluguéis contratados no Interior; em 60,58% no Litoral; em 44,26% na Capital; e em 48,11% na região do ABCD, Guarulhos e Osasco.

Menos contratos

O índice estadual de locação teve queda de 10,49% - estava em 2,1565 em fevereiro e baixou para 1,9303 em março. O número de novas locações caiu na Capital (- 6,26%), no Interior (- 18,22%) e no Litoral (- 4,17%). Na região do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco houve alta de 6,54%.

As imobiliárias receberam de volta 1.698 casas e apartamentos, o equivalente a 54,77% do total de imóveis alugados.

Consórcio de Imóvel: O momento continua favorável

Consórcio de Imóvel: O momento continua favorável para o investimento em imóveis


De acordo com o professor da FGV Management, o mercado imobiliário no geral ainda está bastante aquecido. Entretanto, segundo ele, é importante analisar regiões específicas, pois podem haver locais onde os preços já chegaram a um nível muito elevado, enquanto em outros, ainda pode haver mais aumento.

“No Rio de Janeiro, por exemplo, pode demorar um pouco mais para acontecer uma desaceleração dos preços, por conta da Olimpíada de 2016. Isso pode acontecer em diversas regiões do País”, afirma Corrêa. Segundo o professor, o momento continua favorável para o investimento em imóveis, mas sempre com o objetivo de longo prazo.

Consórcio de Imóveis

O Consórcio de Imóveis é a forma mais fácil e econômica de você programar a compra da sua casa própria. Pelo Consórcio de Imóvel, você adquire sem juros em até 150 prestações qualquer tipo de imóvel, novo ou usado, residencial ou comercial, realiza reforma do imóvel que já possui ou constrói em terreno de sua propriedade, em qualquer lugar do Brasil.

Confira algumas vantagens:

• Sem Juros, Sem entrada, Sem parcelas intermediárias.
• Para participar não é necessário avalista e nem a comprovação de renda.
• Várias opções de créditos, planos e parcelas que cabem no seu orçamento.
• Possibilidade de usar o seu FGTS para dar lance ou aumentar o valor do seu crédito.
• Ao ser contemplado, você pode usar a carta de crédito para adquirir seu imóvel, novo ou usado, residencial ou comercial, em qualquer lugar do Brasil.

Simule as parcelas e comprove as vantagens do Consórcio de Imóvel!


Fonte: Consórcio de Imóveis / Assessoria de Imprensa

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Investimento em imóvel rende mais que ouro em Brasília

Wimóveis
A rentabilidade de um imóvel de dois quartos na capital paulista e na capital carioca (no bairro de Copacabana) garantiu aos proprietários um ganho de, respectivamente, 56,44% e 53,79% no ano passado, superando a rentabilidade do ouro no mesmo período, de 32,26%, segundo reportagem da Folha de S. Paulo desta segunda-feira. .O cálculo, feito pelos escritórios regionais do Sindicato da Habitação (Secovi), levou em conta a valorização dos valores de venda do imóvel e do aluguel em 2010. Os imóveis também bateram a rentabilidade de investimentos como Tesouro Direto, Poupança e índice Ibovespa, de acordo com o jornal.
Fonte: Blog da Casa

terça-feira, 14 de junho de 2011

Como agilizar a venda do seu imóvel

Como agilizar a venda do seu imóvel

A compra de um imóvel na maioria das vezes é a realização de um sonho para o cliente e sua família, quando esse cliente vai a procura de um imóveis ele busca algo atenda esses sonhos e quando encontra um imóvel dentro do seu perfil e que esteja bem conservado fica mais fácil para o corretor concretizar a venda.

É muito importante o corretor de imóveis começar sua venda ja na captação do imóvel agindo assim como um verdadeiro consultor. O primeiro passo é orientar o proprietário a investir um pouco para tornar seu imóvel mais atrativo.

Visite o imóvel como e coloque-se no lugar de um possível cliente, preste atenção em pequenos detalhes que possam valorizar o imóvel sem que precise de muito investimento.

Alguns itens que podem desagradar o cliente durante a visita de um imóvel são: rachaduras, vazamentos, pintura antiga e muitas vezes descascando, fiações expostas, e mofo.

É muito importante preparar o imóvel para visita do cliente portanto se possível vá ao imóvel pelo menos 30 minutos antes e abra portas e janelas para arejar o ambiente e verificar se esta tudo em ordem.

Deixe o cliente a vontade para inspecionar o imóvel antes de entrar na parte de negociação, se o cliente começar fazer muitas perguntas sobre preço, forma de pagamento inicie abordando os pontos positivos do imóvel e só após perceber que o cliente já comprou o imóvel e o ultimo detalhe é a parte financeira, ai é chegada a hora de negociar.

Autor: Rony de lima meneses,
Responsável pelo Blog Marketing e Publicidade Imobiliária

Autorizo usar este artigo desde que mantenha os links e faça referência ao autor:

Taguatinga, uma cidade autônoma.

Cidade autônoma e acolhedora

Satélite é cobiçada por moradores e investidores por ser uma região com excelente infraestrutura. As construtoras reconhecem que, apesar de não haver muito espaço para construir na região, o mercado imobiliário da cidade está mais valorizado do que nunca

Tamanho da Fonte SARA BUENO
ssouza@jornaldacomunidade.com.br
Redação Jornal da Comunidade

Taguatinga já foi o refúgio dos trabalhadores que vieram construir Brasília. Hoje, é um dos principais centros comerciais do DF e abriga cerca de 243.575 habitantes.

Juliana Freitas, 24 anos, nasceu e foi criada em Taguatinga. Diariamente vai ao Plano Piloto estudar e trabalhar, mas ao fim do dia anseia voltar para a cidade. “É um lugar acolhedor. As pessoas se conhecem e mantêm uma relação de vizinhança”, explica a jovem.

Taguatinga é uma cidade independente em infraestrutura e em recursos financeiros. “Lá tem tudo, escolas, faculdades, bons hospitais, igrejas de todas as denominações, opções de cultura e comércio variado”, destaca Juliana.

Rogério Oliveira, diretor comercial da Lopes Royal, exalta a importância econômica de Taguatinga. “É uma influência sobre uma população de mais de 1 milhão de pessoas, entre moradores e frequentadores”, afirma.

A Lopes Royal lançou no final de dezembro o Reserva Taguatinga, com três condomínios, os Residenciais JK, Esplanada e Itamarati. Mais de 500 unidades foram vendidas e há apartamentos à venda. São imóveis de dois a três quartos a partir de R$ 170 mil. No final de junho e no início de julho a empresa inaugura novos empreendimentos. “Nós temos investido muito em Taguatinga. Devemos realizar oito lançamentos até o final do ano”, anuncia Rogério.

Em 2010 a Lopes Royal, em parceria com a PDG, inaugurou o Taguá Life Center, um empreendimento com apartamentos e lojas e salas comerciais. “Quase todas as unidades foram vendidas em um único final de semana. Nunca em Taguatinga foi feito um lançamento tão grande”, declara o diretor comercial.

A empresa tem projetos de construção, tanto comerciais quanto residenciais, nas quadras CNB 6 e CSA. Apesar de reconhecer Taguatinga como um mercado interessante para as construtoras e incorporadoras, Rogério revela que ela está saturada. “Não tem muito espaço livre”, observa.

A razão para a cobiça por um cantinho na cidade é por ser um centro comercial e pela infraestrutura. “Taguatinga tem comércio variado, boas escolas, hospitais, estação de metrô e vias como a EPTG e a Estrutural, além de fácil acesso a outras satélites”, ressalta Rogério. Ele descreve o perfil de quem procura morar em Taguá como jovem, dos 20 aos 40 anos, normalmente casado, com um ou dois filhos.

Independente e com infraestrutura consolidada, Taguatinga não para de crescer e atrai empresas e novos moradores
Foto: Getúlio Romão/ CedocIndependente e com infraestrutura consolidada, Taguatinga não para de crescer e atrai empresas e novos moradores

Ele acrescenta que, apesar de o comprador, na maioria das vezes, ser morador, o número de pessoas que compram para investir tem aumentado. “É uma proporção de 65%,70% a 30%,35%”, informa.
Devido à alta demanda, o m2 varia de R$ 4 mil a R$ 6 mil, dependendo do local. “Quanto mais perto do Pistão e das comerciais norte e sul, maior o preço do apartamento”, diz. O aluguel varia de 0,5% a 0,8% do valor do imóvel.

Pâmela Lourdes, 22 anos, mora na cidade desde que nasceu. Hoje reside em Taguatinga Centro, em um apartamento de três quartos. “O lugar é muito bom, tem tudo perto”, diz.

A MRV Engenharia investe em construções no entorno de Brasília desde 2004 e já lançou 16 empreendimentos na região, em um total de 6.370 unidades. “O entorno das grandes capitais brasileiras representa, hoje, o vetor de crescimento da construção civil, em especial no segmento econômico, em que a MRV atua”, destaca José Melo, diretor comercial da MRV Engenharia na regional Centro-Oeste.

Em Taguatinga a empresa está construindo o Top Life Taguatinga, o Altos de Taguatinga I, o Altos de Taguatinga II e o Boulevard Taguatinga. A construtora tem dois pontos de vendas na cidade.

A Silco Engenharia é parceira da MRV na construção dos Altos de Taguatinga I e II. Wesley Alcântara, analista de marketing da empresa, explica que o empreendimento é o primeiro endossado pela Silco em Taguatinga, e exalta as qualidades da cidade. “Taguatinga é um polo econômico em ascensão”, afirma.

Samambaia DF

Bem-vindo à cidade do futuro

Uma satélite com muito para crescer. Essa é a aposta do mercado imobiliário na região. Antes horizontalizada, com a verticalização, atrai pessoas que buscam segurança, conforto e qualidade de vida

Tamanho da Fonte FAGNER LACERDA
flacerda@jornaldacomunidade.com.br
Redação Jornal da Comunidade
Com adaptações de Thiago Santos. thiagowanderley.corretor@gmail.com

Viva Arquitetura de Lazer dá uma ideia da chegada do futuro a SamambaiaViva Arquitetura de Lazer dá uma ideia da chegada do futuro a Samambaia
Samambaia é a promessa de crescimento para o futuro no Distrito Federal. A cidade, planejada para 330 mil habitantes, foi oficializada em 25 de outubro de 1989 como Região Administrativa (RA) XII/DF e tinha apenas 5.541 moradores. Hoje a região ainda tem muito para crescer e as principais empresas do setor imobiliário investem pesado, apostando no boom do mercado.

Distante 25 quilômetros do Plano Piloto, Samambaia se destaca pela característica dos condomínios horizontais. Diferentemente de outras cidades que crescem com grandiosos edifícios, os da RA XII/DF são baixos e a vizinhança é muito mais próxima. Os moradores são orgulhosos da cidade onde residem. Grandes construtoras, percebendo esse nicho de mercado, investem num futuro promissor.

“A cidade está em franco crescimento imobiliário e nós fazemos parte deste crescimento, lançamos em 2010 o Viva Arquitetura de Lazer, com altíssimo padrão de acabamento. Foi um sucesso de vendas. Em um final de semana foram comercializadas 360 unidades das 472 existentes. Um condomínio fechado com muita segurança, lazer e conforto. Um projeto moderno e arrojado, que em seus traços arquitetônicos retrata muito bem esta nova realidade da cidade”, disse Jean Carlos Oliveira, gerente comercial da Brasal Incorporações. O Viva Arquitetura de Lazer é comercializado pela imobiliária MGarzon.

Há 5 anos atrás a Brookfield Inc. apostou e saiu na frente, lançou o Residencial Ventura (Show de Morar Samambaia), na época parecia impossível, mais um sucesso de venda e hoje virou realidade... Os Clientes que compraram no lançamento, hoje são moradores e estão super contente, moram em um empreendimento de alto Padrão, na melhor localização da cidade de Samambaia Qr 102, ao lado da estação do metrô. O residencial tem apenas 4 torres com tipologia de 2 e 3 quartos, com uma área de lazer magnifica com mais de 40 itens de lazer, tem até piscina aquecida coberta. Vale a pena conferir!


Residencial Ventura

A cidade ocupa 102,92 km². São 26,02 km² de área urbana e 76,90 km² de área rural. A área urbana subdivide-se em 128 quadras residenciais, com 1.835 conjuntos e 38.815 lotes; 178 quadras comerciais e de serviços; duas quadras industriais; Setor de Mansões Sudoeste, com 158 lotes. Área de Desenvolvimento Sul, com 21 conjuntos subdivididos em 496 lotes. Nos 76,90 km² de área rural são desenvolvidas atividades agropecuárias, de lazer e turismo. As projeções da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) indicam que a cidade tem aproximadamente 200 mil habitantes, sendo a quarta cidade mais populosa do Distrito Federal.

Infraestrutura completa

Samambaia conta com completa infraestrutura. Bancos, centros comerciais, hospitais, praças para lazer da família e academias para a melhor idade. Todos perto das residências e locais de trabalho. Essa comodidade proporciona ambiente fértil às incorporadoras e imobiliárias. A Lopes Royal também aposta nas características da cidade.

“Samambaia é uma cidade mais horizontalizada, com um bom projeto urbanístico e com grande potencial de crescimento. Em 2011 a Lopes Royal deve lançar 15 empreendimentos na região. É uma cidade nova, bem estruturada, com boas avenidas e comércio forte. Esses fatores atraíram empreendimentos e isso ainda deve melhorar”, afirma Rogério Oliveira, diretor comercial da imobiliária.
A cidade, que até há pouco tempo atrás era só poeira, hoje oferece aos moradores tudo o que eles precisam para viver bem
Foto: Gilda Diniz/CedocA cidade, que até há pouco tempo atrás era só poeira, hoje oferece aos moradores tudo o que eles precisam para viver bem

A expectativa é que o crescimento da cidade fique entre 15% e 20% ao ano. O metro quadrado na região custa de R$ 3.400 a R$ 3.900, variando de acordo com o tamanho e a localização do imóvel. “A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) vende, em média, um terreno por mês na cidade e ainda há muitos mais para comercializar. Atualmente, mais de 150 projetos aguardam aprovação da administração regional de Samambaia”, completa Oliveira.


Fonte: Jornal da Комунидаде.

http://santtosimoveis.blogspot.com/p/show-de-morar-samambaia.html

Raad pede duplicações de três rodovias no DF

Tamanho da Fonte Redação Jornal da Comunidade

Raad Massouh abraça a luta de Brazlândia pela duplicação da rodovia no localFoto: Fábio Rivas/CLDFRaad Massouh abraça a luta de Brazlândia pela duplicação da rodovia no local
O deputado Raad (DEM) cobrou do GDF, em discurso no Plenário da Câmara Legislativa, a duplicação das rodovias DF-001/DF-240/DF-251, no trecho entre a divisa Goiás/DF e Taguatinga, estendendo-se à rodovia BR-080, no trecho entre Padre Bernardo e a divisa de GO/DF. De acordo com o distrital, entre 2008 e 2011, 88 pessoas perderam a vida nessas estradas. No sábado (11) haverá manifestação na DF-001, a partir das 7h, no entroncamento do Texas. A iniciativa é da Associação Pró-Descoberto.


Para Raad, a situação está se tornando insustentável. “Já protocolei indicações ao Departamento de Estradas de Rodagem - DER e ao DNIT para que dupliquem esse trecho. São 88 vítimas fatais e centenas de feridos. As famílias de Brazlândia não podem continuar preocupadas se seus pais, filhos e amigos voltarão em segurança para suas casas. Eu me comprometi com a população local em abraçar a luta pela duplicação dessa rodovia e não descansarei enquanto não conseguir alcançar minha meta”, disse o deputado.

Segurança nos bancos
O deputado Raad Massouh também aprovou, em primeiro turno, na Câmara Legislativa do DF projeto de lei nº 040/2011 proibindo o uso de telefone celular, radiostransmissores, palm tops, notebooks e similares por clientes e usuários em geral em agências bancárias ou instituições financeiras no Distrito Federal. O deputado quer mais segurança e privacidade para os usuários de bancos, diminuindo assim os riscos de sequestros-relâmpagos. O segundo turno deve ser votado na terça-feira e o projeto então será transformado em lei.

De acordo com o projeto, as agências bancárias, postos de atendimento e demais instituições financeiras serão obrigadas a instalar guichês de privacidade ou mecanismos de proteção que possibilitem o atendimento reservado aos clientes nos caixas, impedindo a visualização da transação financeira.

Raad quer, com esse projeto, diminuir os riscos de assaltos e sequestros. “Sabemos que os bandidos que fazem sequestros-relâmpagos ou as chamadas saididinhas bancárias ficam dentro dos bancos, observando os clientes e, por meio de celular ou rádios, passam informação para seus cúmplices na rua. Quando o cliente sai, é apreendido, roubado e sofre violência, muitas vezes perdendo a vida. Precisamos acabar com isso e, com medidas simples, como proibir o uso de celulares, esse tipo de crime pode ser bastante reduzido”, afirmou o deputado.

Fonte: Jornal da Comunidade.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Quanto custam os imóveis nas principais capitais

Levantamento exclusivo EXAME/Ibope mostra o preço do metro quadrado nas principais regiões de São Paulo, Rio, Porto Alegre, Distrito Federal e Recife


Juliana Pimenta e João Sandrini, de
VIAGEM E TURISMO
Praia de Ipanema
Ipanema: o bairro com o metro quadrado mais caro do Brasil
São Paulo - Os preços dos imóveis nas principais capitais brasileiras registraram uma alta média de 25% nos últimos 12 meses, segundo um levantamento exclusivo EXAME/Ibope. A valorização foi a maior do mundo, de acordo com dados de 37 países levantados pela consultoria especializada Global Property Guide.

São Paulo foi a capital que registrou a maior elevação. O preço dos imóveis novos na cidade subiu 31% no último ano enquanto os imóveis usados avançaram 28%. A região central - que inclui bairros como Bela Vista, Consolação e Sé – se destacou com a maior valorização: 41% para os novos e 39% para os usados. Por bairro, o principal destaque foi Perdizes: altas de 57% e 41%, respectivamente.

No Rio de Janeiro, a valorização foi mais tímida que em São Paulo, mas os preços médios ainda são bem maiores. O metro quadrado mais caro do país está em Ipanema e custa 13.021 reais para imóveis novos e 12.134 reais para os usados. Para se ter uma ideia, os valores são ao menos 120% maiores do que os cobrados em média na capital paulista.

Em relação às demais regiões pesquisadas, o grande destaque foi Brasília. Os imóveis novos no plano-piloto da cidade superam com facilidade a marca dos 10.000 reais o metro quadrado. A cidade tem a renda per capita mais alta do Brasil – o que ajuda a inflacionar o mercado imobiliário. Veja abaixo o valor médio cobrado pelos imóveis em cada região incluída na pesquisa:

Clique e veja o preço dos imóveis

Preços do álcool e da gasolina podem recuar ainda mais

Preços do álcool e da gasolina podem recuar ainda mais

Publicação: 12/06/2011 08:00Atualização:

Tanto a gasolina quanto o álcool tiveram decréscimo de preços no mês de maio, respectivamente de 11,8% e 2,38%. A boa notícia é que existe margem tanto para um quanto para outro recuarem mais. Portanto, o consumidor pode aproveitar o momento para encher o tanque com mais generosidade ou programar viagens de carro, se desejar.

No segundo semestre do ano, quando a oferta de cana-de-açúcar escassear e começar o período de entressafra, a tendência é que ambos voltem a ter elevações de custo. “A gasolina em si não varia de preço, pois já tem um tempo não é reajustada na refinaria. O preço dela está muito atrelado ao do álcool e à safra da cana”, destaca o economista André Braz, da FGV.

Ele explica que embora tenha tido uma forte queda no mês passado, o etanol tem alta acumulada no ano de 15%. A gasolina, de 2,28%. Portanto, os dois combustíveis ainda têm gordura para queimar. “Há espaço para novas quedas”, afirma Braz.

O comerciante Edésio Lopes, 61 anos, taxa de “abusivos” os preços dos combustíveis no Distrito Federal. Ele destaca como positivo o fato de álcool e gasolina terem recuado nos últimos meses, mas acha que os valores poderiam ter ficado mais baixos ainda. “Acho que o governo deveria interferir mais”, opina.

Para desembolsar menos dinheiro na bomba, Edésio vive atento às promoções. “Se um posto estiver vendendo mais barato, dou um jeito de encher o tanque. Tem um ao qual eu vou sempre, ele vende cerca de R$ 0,02 mais em conta do que os outros. No preço final faz diferença, então eu dou preferência”, conta.

CARNE BOVINA

Os cortes do boi começaram a sinalizar que vão parar de cair. Após um recuo de 1,02% em abril, subiram 0,08% em maio. A chegada do inverno não afeta o preço da carne tão rapidamente quanto o do leite. O motivo é que, depois que as pastagens ficam secas, passa-se um tempo até que o gado perca peso e isso comece a influenciar a oferta.

ALUGUEL RESIDENCIAL

O custo para morar pulou de uma alta de 0,10% em abril para uma mais acentuada de 0,60% no mês passado. Para o economista André Braz, da FGV, o movimento tem relação com o momento aquecido do mercado imobiliário. “Não é só em Brasília, mas no país todo”, destaca. Nos últimos 12 meses, o aluguel em Brasília subiu 5,56%, acima da inflação local de 4,98%.

FRUTAS

As frutas em geral migraram de uma alta de 0,39% em abril para um recuo expressivo em maio, de 2,09%. Esse recuo universal sinaliza que, no momento, há mais frutas no período de safra do que no de entressafra. A coincidência é feliz para os consumidores. Algumas das que mais caíram foram a apaya (-10,54%), a banana-prata (-7,69%) e a laranja-pera (-0,93%).

Vilões
PASSAGENS AÉREAS: O tíquete para viajar havia caído 4,65% em abril, por tratar-se de baixa temporada. Em maio, a aproximação do mês de julho, quando ocorrem as férias de meio de ano, já se fez sentir. O bilhete de avião registrou alta de 8,25% no mês passado. O economista André Braz diz que a dica é garantir a passagem o mais rápido possível. “Quanto mais tempo passar, mais caro ficará”, diz.

PÃO FRANCÊS: Muito consumido pelas famílias, o alimento passou de uma queda de 1,24% em abril para alta de 1,40% em maio. André Braz ressalta que o trigo, principal matéria-prima do pãozinho, está com os preços estáveis no mercado internacional. A elevação de preços pode ter sido causada por ajustes de mercado interno ou por variações no valor do trigo datadas do início do ano, mas percebidas agora.

LEITE: O alimento já havia aumentado 1,68% em abril e aprofundou o movimento em maio, oscilando 2,30% para cima. A explicação é a chegada do inverno. “À medida que o tempo fica mais frio, chove menos nas áreas de pecuária. A pastagem fica escassa, o gado fornece menos leite e ele sobe”, explica André Braz, da FGV. O consumidor deve ficar atento às promoções, pois a tendência é de mais altas.

Mocinhos

ETANOL: Após disparar 14,68% em abril, o derivado da cana-de-açúcar começou a devolver parte dos reajustes e registrou queda de 11,8% em maio. O quarto mês do ano março o início da safra da matéria-prima. Passado um tempo após as primeiras colheitas os efeitos da oferta maior aparecem nas bombas dos postos de combustíveis. O recuo dura até o próximo período de escassez.

FEIJÃO CARIOCA:
O grão havia subido 6,88% em abril, e recuou 2,82% em maio. “Em geral, as oscilações do feijão têm relação com a safra interna”, explica André Braz, da FGV. Ele atribui a queda do mês passado às previsões otimistas quanto à colheita de 2011 feitas recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Foi estimada alta com relação ao ano passado”, diz.

GASOLINA: Seu preço é fortemente atrelado ao do etanol, já que ela levava primeiramente 25%, e, agora, graças a uma resolução da Agência Nacional do Petróleo (ANP), 20% de álcool anidro em sua composição. Em abril, o derivado do petróleo cravou alta de 2,64% nas bombas. Em maio, devolveu quase todo o reajuste do mês anterior, ficando 2,38% mais barato

Fonte: Correio Braziliense

Terracap culpa imbróglio jurídico por lentidão no setor Noroeste

Terracap culpa imbróglio jurídico por lentidão no setor Noroeste

Publicação: 12/06/2011 08:00Atualização:

A Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap), agente financiadora das obras de infraestrutura do Noroeste, culpa o imbróglio jurídico em torno da ocupação da área pela lentidão dos serviços. Segundo o presidente do órgão, Marcelo Piancastelli, o governo aguarda uma decisão final da Justiça sobre as ações impetradas pelos indígenas que habitavam a região para acelerar os trabalhos. %u201COs convênios estão assinados e não há nada pendente%u201D, garantiu.

Desde o fim de 2009, a Terracap não realiza licitações de novas projeções no futuro bairro. %u201CNão podemos confrontar a Justiça. Precisamos aguardar%u201D, justificou Piancastelli. Ele disse ser normal que as construtoras estejam preocupadas e considerou previsível o cenário atual. %u201CMas as obras estarão prontas quando os prédios começarem a ser entregues. Não vai acontecer no Noroeste o que aconteceu em Águas Claras ou no Sudoeste%u201D, sustentou.

A Terracap comunicou que a Secretaria de Obras e a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) possuem um cronograma das atividades do Noroeste, o que foi negado pelos dois órgãos. A secretaria disse que informações referentes ao futuro bairro deveriam ser buscadas diretamente com as concessionárias: a Companhia Energética de Brasília (CEB) e a Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb).

Procurada pela reportagem, a CEB afirmou que uma rede provisória foi instalada para atender às construtoras e que aguarda contratação da Terracap para dar continuidade ao trabalho na região. A Caesb previu que ainda neste mês será concluída a também provisória rede de água para abastecer os canteiros. Os editais da licitação para início da implantação da rede definitiva, segundo a companhia, devem ser publicados na primeira quinzena de julho.

A Novacap explicou que cabem a ela somente os serviços de pavimentação e drenagem pluvial. De acordo com o órgão, 25% do que foi autorizado para a construção de pistas e 35% relativos à drenagem estão executados. A Novacap reconheceu que questões fundiárias têm empacado algumas obras, mas destacou que conseguiu adiantar as bacias de contenção no parque Burle Marx e que o sistema de lançamento da drenagem no Lago Paranoá está em andamento.
Fonte: Correio Braziliense
Infraestrutura no setor Noroeste ainda caminha a passos lentos

Diego Amorim
Publicação: 12/06/2011 08:00Atualização: 11/06/2011 22:55

O Noroeste, futuro e badalado bairro do Plano Piloto, cresce em dois ritmos. Embaladas pelo alvoroço inicial na venda dos imóveis, as empreiteiras erguem esqueletos às pressas, enquanto as obras de infraestrutura do governo engatinham. A preocupação é que, assim como ocorreu no Sudoeste, os primeiros empreendimentos fiquem prontos — no segundo semestre de 2012 — e os moradores não tenham condições adequadas para morar.

Na última semana, o Correio passou duas manhãs no mais novo canteiro de obras do Distrito Federal. Na área de 821 hectares que deve abrigar 40 mil pessoas, há ruas abertas em meio ao cerrado, rotatórias prontas e 11 prédios iniciados. As redes de água, luz e esgoto, no entanto, ainda não saíram do papel. A reportagem encontrou uma única equipe trabalhando para o governo: dois técnicos instalavam, na quarta-feira, um gerador provisório para garantir energia elétrica a algumas construções.

A terra das pistas sem pavimentação contrasta com os esqueletos dos prédios em estágio avançado de construção (Carlos Silva/Esp.CB/D.A Press )
A terra das pistas sem pavimentação contrasta com os esqueletos dos prédios em estágio avançado de construção
Para que as obras sejam concluídas no prazo previsto, construtoras têm alugado caminhões-pipa e geradores. “É um desbravamento”, define o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF), Júlio Cesar Peres. Segundo ele, as empresas donas de lotes de 1,5 mil metros quadrados pagaram R$ 300 mil de Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) no início do ano. “E, ainda assim, falta o básico do básico”, reclama.

Além da demora na instalação dos serviços públicos programados para o bairro, o presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do DF (Ademi-DF), Adalberto Valadão, ressalta o atraso no início dos trabalhos no parque Burle Marx. “Historicamente, quando surge um novo setor habitacional, o governo do DF tem a mania de andar devagar”, diz ele, antes de citar que Águas Claras carece de infraestrutura quase 20 anos após a entrega dos primeiros prédios.

Mesmo com esse cenário desestimulante, o mercado sustenta que as vendas continuam aquecidas e o preço do metro quadrado no bairro ecológico não para de subir. Números exclusivos da Lopes Royal mostram que, até maio deste ano, as transações no Noroeste movimentaram R$ 3,2 bilhões. O levantamento inédito indica que foram lançadas 33 das 209 projeções residenciais, totalizando 3.506 unidades, com valor médio de R$ 932.271.

Alto padrão
A febre em torno do Noroeste transformou o último setor a ser construído na área tombada de Brasília em um dos lançamentos imobiliários mais cobiçados do país. No fim de 2009, o Correio divulgou que quitinetes eram — e ainda são — vendidas a meio milhão de reais. Desde o primeiro lançamento, o preço do metro quadrado de apartamentos de um quarto cresceu 9,4% (de R$ 9,5 mil para R$ 10,4 mil) e o de dois, três ou quatro cômodos saltou 25% (de R$ 7,8 mil para R$ 9,7 mil).

Nos primeiros meses de 2010, o movimento nos estandes de vendas do Noroeste caiu. Construtoras chegaram a adiar lançamentos e corretores foram treinados para transmitir segurança de que as obras iniciadas não seriam afetadas pelo escândalo político. O problema era que os próprios empresários temiam as consequências da crise. Diante das indefinições no âmbito administrativo, o futuro bairro ficou em banho-maria.

No entanto, passado o momento de turbulência, o mercado imobiliário, que já retomou o ritmo das construções dos prédios, torce para que as obras públicas sejam aceleradas. “As empresas têm feito a parte delas, mas precisamos do apoio do governo para que tudo esteja pronto quando os empreendimentos começarem a ser entregues”, comenta o diretor executivo da Lopes Royal, Marco Antônio Demartini. Ele nega que as vendas tenham sido afetadas pelas incertezas políticas e defende: “Será o melhor bairro de Brasília”. O presidente da Associação de Compradores de Imóveis do Setor Noroeste, Lindolfo Magalhães, teme que o atraso na infraestrutura afete o mercado. “Já tem gente com dificuldade de vender o ágio”, afirma.
 
Fonte: Correio Braziliense

sábado, 11 de junho de 2011

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sexta-feira, 10 de junho de 2011

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terça-feira, 7 de junho de 2011

Minha Casa 2 terá imóveis usados, sinaliza governo


Meta de 2 milhões de imóveis esbarra na capacidade de produção; corretores de usados são assediados.

A meta do governo exigirá das construtoras produzir, em todo o Brasil e no mínimo, por volta de 480 mil unidades ao ano

São Paulo - Nos últimos 15 dias, em várias oportunidades nas quais encontraram-se com a imprensa, os representantes do governo, ligados às questões habitacionais, repetiram o mesmo e curto discurso sobre a segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida, que está às vésperas de sanção presidencial: a oferta de dois milhões de moradias até 2014.

A construção civil sinaliza fortemente que tal soa como um aviso de que “o gato está subindo no telhado”, e que pode chegar ao mercado, revestido da robustez do programa habitacional do governo, um forte concorrente dos imóveis vendidos na planta. Entre as sinalizações estão os esforços voltados para a conquista de corretores autônomos.

A conta aritmética fortalece a possibilidade da inclusão de imóveis usados no Minha Casa, tanto quanto os esforços para a conquista de corretores autônomos – os principais agentes da venda de imóveis usados.

Considerando para 2014 um ano cheio (12 meses), a meta do governo exigirá das construtoras produzir, em todo o Brasil e no mínimo, por volta de 480 mil unidades ao ano, 40 mil unidades ao mês, mais de 1.300 imóveis ao dia. Não há fôlego, diz José Augusto Viana, presidente do Conselho de Corretores de Imóveis no Estado de São Paulo.

“Hoje, nas principais cidades brasileiras não há terrenos disponíveis para construir; há problemas com mão de obra; o setor reclama do aumento no preço do material de construção; o imóvel novo não tem concorrência, provocando a que os preços fiquem meio que às soltas. Para o governo alcançar a meta, o imóvel usado é a única saída”, diz o presidente do Crecisp.

Viana lembra que o Crecisp está empenhado, há praticamente três anos, em trabalhar pela inclusão de imóveis usados no programa Minha Casa, Minha Vida, e considera como bem próximo do real a possibilidade de agora acontece.

“Incluir os imóveis usados no programa será, inclusive, um respaldo à concorrência de mercado, e isto interessa ao governo, por exemplo, como auxílio para manter a inflação sobre controle”, pondera Viana.

A Medida Provisória (MP) 514, que dispõe sobre a segunda fase do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, aguarda a sanção presidencial, que deverá ocorrer até o próximo dia 17. O texto, aprovado pelo Senado em 10 de maio (2011) após passar pela Câmara, não faz menção aos imóveis usados, contudo, na fase em que se encontra, é passível de alterações (inclusões ou exclusões) pela presidência da República.

Sinalizações do mercado - Na última semana, além de grandes incorporadoras de São Paulo, a curitibana Monarca e Stuhlberger anunciou que está aceitando imóvel usado na compra de um novo. Segundo Vitor Wjuniski, sócio-diretor da incorporadora, "essa transação permite, entre outros aspectos positivos, que o proprietário more no imóvel antigo, até a entrega de seu novo apartamento".

Partindo do princípio que o usado representa acomodação familiar imediata, o que não se dá com o imóvel em lançamento, o apelo da Stuhlberger procura chamar a atenção do comprador para o aspecto: more tranqüilo no usado, enquanto o novo fica pronto. Na eventualidade de ocorrer a inclusão de usados no Minha Casa, isto é saber fazer do limão uma limonada.

Em parceria com o HSBC, a imobiliária Rede Morar, do Grupo Brasil Brokers, oferece em todo o país parceria aos corretores autônomos de imóveis, no que inclui comissões pela produção de financiamento imobiliário.

De seu lado, a imobiliária Pronto! - do Grupo LPS Brasil, está envidando visível esforço na conquista de corretores para as suas fileiras e, paralelamente, através de joint venture com o Itaú, passa a oferecer financiamento para imóveis usados. O corretor autônomo que aceitar o convite será um verdadeiro “pé de meia” para a Pronto! e a Rede Morar, visto que levará consigo uma boa carteira de imóveis usados. Mais uma saudável limonada prévia.

No último final de semana, em especial no sábado (04, junho), anúncios de lançamentos engrossaram o primeiro caderno (no qual o preço do cm/coluna é o mais caro das tabelas) dos jornais paulistanos de maior circulação. A pressa em lançar e a procura por visibilidade na mídia impressa também faz crer que há expectativa da chegada de concorrência no mercado.

Fonte: Exame
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