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quinta-feira, 25 de julho de 2013
quarta-feira, 24 de julho de 2013
terça-feira, 23 de julho de 2013
domingo, 21 de julho de 2013
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Nova norma oferecerá mais conforto e segurança para o consumidor
sexta-feira, 19 de julho, e estabelece
padrões de qualidade para as edificações
habitacionais.Chegar em casa e não ser
incomodado pelo barulho do vizinho está
nos sonhos de quem compra um imóvel
nos dias de hoje. Pensando em melhorias
como esta, o setor da Construção Civil
comemora a chegada de uma nova norma
de desempenho, que estabelece padrões
para evitar desconfortos e imprevistos. Hoje, 19 de julho, entra em vigor a Norma
Brasileira Reguladora (NBR) 15.575/2013: Norma de Desempenho – Edificações
Habitacionais, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). O documento
veio para regulamentar critérios técnicos para quesitos como acústica, conforto térmico,
durabilidade, iluminação, manutenção, entre outros.
Com base nas exigências que deverão ser seguidas desde o projeto arquitetônico até
a manutenção das novas edificações, a NBR 15.575 representa um marco para a
Construção Civil. Nesta nova fase, todos os participantes do processo construtivo
e habitacional têm responsabilidades a serem seguidas: projetistas;
fornecedores de material, componentes e/ou sistemas; construtores;
incorporadores e usuários, que deverão cumprir as orientações de
manutenção.
a manutenção das novas edificações, a NBR 15.575 representa um marco para a
Construção Civil. Nesta nova fase, todos os participantes do processo construtivo
e habitacional têm responsabilidades a serem seguidas: projetistas;
fornecedores de material, componentes e/ou sistemas; construtores;
incorporadores e usuários, que deverão cumprir as orientações de
manutenção.
Com isso, o setor vê uma mudança de cultura entre os profissionais
da Construção Civil, passando pelos processos de criação, edificação
e manutenção, que precisarão ter um olhar mais criterioso, indicando
materiais que serão usados bem como sua durabilidade. Para dar mais
segurança ao consumidor e às empresas, os empreendimentos deverão
ter um plano de qualidade e um manual abrangente de operação, uso e
manutenção da edificação.Para o diretor de Materiais, Tecnologia e
Produtividade do Sindicato da Indústria
da Construção Civil, passando pelos processos de criação, edificação
e manutenção, que precisarão ter um olhar mais criterioso, indicando
materiais que serão usados bem como sua durabilidade. Para dar mais
segurança ao consumidor e às empresas, os empreendimentos deverão
ter um plano de qualidade e um manual abrangente de operação, uso e
manutenção da edificação.Para o diretor de Materiais, Tecnologia e
Produtividade do Sindicato da Indústria
da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), Dionyzio Klavdianos,
os benefícios trazidos pela Norma de Desempenho são concretos. “Não tenho
dúvidas de que é um marco histórico para o setor e que trará grandes benefícios
para a Construção Civil, a médio e longo prazo. É importante perceber que
os efeitos serão sentidos, também, em produtividade, inovação e segurança
no trabalho”, destacou.
os benefícios trazidos pela Norma de Desempenho são concretos. “Não tenho
dúvidas de que é um marco histórico para o setor e que trará grandes benefícios
para a Construção Civil, a médio e longo prazo. É importante perceber que
os efeitos serão sentidos, também, em produtividade, inovação e segurança
no trabalho”, destacou.
A NBR 15.575 objetiva dar mais confiabilidade aos empreendimentos, maior
satisfação ao consumidor e oferecer melhor qualidade de vida aos moradores
das novas edificações, além de proporcionar um avanço ao setor.
satisfação ao consumidor e oferecer melhor qualidade de vida aos moradores
das novas edificações, além de proporcionar um avanço ao setor.
Todos os empreendimentos iniciados após a vigência da NBR 15.575 deverão
cumprir os critérios da norma. As edificações concluídas, reformas e obras
provisórias ou em andamento antes do regulamento entrar em vigor não precisam
estar de acordo com o documento.
cumprir os critérios da norma. As edificações concluídas, reformas e obras
provisórias ou em andamento antes do regulamento entrar em vigor não precisam
estar de acordo com o documento.
A nova norma não tem força de lei, mas o consumidor poderá utilizá-la como base
na justiça, exigindo as referências apresentadas.
na justiça, exigindo as referências apresentadas.
Sobre o Sinduscon-DF
O Sinduscon-DF é a principal entidade representativa do segmento empresarial
da Construção Civil no Distrito Federal. Congregando mais de 430 empresas
associadas e participando ativamente no processo de desenvolvimento do DF,
a entidade consolida-se cada vez mais como instituição séria e respeitada,
tanto regional como nacionalmente.
Há 49 anos, o sindicato tem atuado no sentido de melhorar a capacitação
profissional e a prestação de serviços oferecidos para as empresas no
dia a dia das construtoras. Para tanto, busca constantemente melhorar
a qualificação das pessoas envolvidas em todo o processo produtivo,
que vai dos engenheiros nas empresas aos trabalhadores nos canteiros de
obras. Com isso, o Sinduscon-DF espera contribuir para a qualidade de vida
no Distrito Federal, melhorando as dimensões da cadeia produtiva da Construção
Civil.
profissional e a prestação de serviços oferecidos para as empresas no
dia a dia das construtoras. Para tanto, busca constantemente melhorar
a qualificação das pessoas envolvidas em todo o processo produtivo,
que vai dos engenheiros nas empresas aos trabalhadores nos canteiros de
obras. Com isso, o Sinduscon-DF espera contribuir para a qualidade de vida
no Distrito Federal, melhorando as dimensões da cadeia produtiva da Construção
Civil.
Fonte: Sinduscon-DF
quinta-feira, 18 de julho de 2013
quarta-feira, 17 de julho de 2013
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Para comprar um imóvel é preciso considerar, antes de tudo, sua forma de pagamento. Confira as vantagens de cada um.
Financiar ou pagar à vista? Qual a melhor opção?
Comprar a casa própria é um dos sonhos mais antigos dos brasileiros,
e cada vez mais esse sonho tem se tornado realidade, principalmente
com o aumento do crédito e a melhora na renda da população. Porém,
uma grande dúvida que surge quando o assunto é comprar um imóvel,
é a sua forma de pagamento: à vista ou financiamento, qual a melhor
opção?
“O fato é que não existe uma melhor opção que sirva para todos.
Comprar a casa própria é um dos sonhos mais antigos dos brasileiros,
e cada vez mais esse sonho tem se tornado realidade, principalmente
com o aumento do crédito e a melhora na renda da população. Porém,
uma grande dúvida que surge quando o assunto é comprar um imóvel,
é a sua forma de pagamento: à vista ou financiamento, qual a melhor
opção?
“O fato é que não existe uma melhor opção que sirva para todos.
É preciso fazer as contas "na ponta do lápis" para cada caso
específico”, comenta Carlos Samuel de Oliveira Freitas, diretor
de condomínios e jurídico da Imobiliária Primar Administradora
de Bens, do Rio de Janeiro. Para elucidar esse fato, foi feita uma
pesquisa pela Associação Nacional das Instituições de Crédito,
Financiamento e Investimento (Acrefi) e pelo Instituto Data Popular,
e nela foi detectado que 61% da população economicamente ativa
no país divide as compras em prestações, enquanto 39% prefere
comprar à vista.
específico”, comenta Carlos Samuel de Oliveira Freitas, diretor
de condomínios e jurídico da Imobiliária Primar Administradora
de Bens, do Rio de Janeiro. Para elucidar esse fato, foi feita uma
pesquisa pela Associação Nacional das Instituições de Crédito,
Financiamento e Investimento (Acrefi) e pelo Instituto Data Popular,
e nela foi detectado que 61% da população economicamente ativa
no país divide as compras em prestações, enquanto 39% prefere
comprar à vista.
Segundo Freitas, as opiniões dos peritos no assunto são as
mais divergentes possíveis. Alguns defendem que é mais
vantajoso comprar o imóvel a vista, outros defendem o
financiamento, enquanto outros ainda promovem o aluguel.
mais divergentes possíveis. Alguns defendem que é mais
vantajoso comprar o imóvel a vista, outros defendem o
financiamento, enquanto outros ainda promovem o aluguel.
“O financiamento ainda é visto como opção para grande parte
da população, mas investir o dinheiro que seria financiado e
comprar o imóvel à vista pode ser uma alternativa vantajosa”,
opina Freitas. O advogado comenta que se a opção for o
parcelamento, ele deve ser feito se for para melhorar a vida.
“Muitas pessoas acabam com a vida usando o mau crédito,
por isso predomina essa impressão de que o crédito é ruim.
Mas a verdade é que se a compra for consciente, se o consumidor
souber que terá que pagar dez dias de férias por uma bolsa da
Louis Vitton, por exemplo, e para ele isso fizer sentido, ele deve
comprar. Isso serve também para a compra de um imóvel”, explica.
da população, mas investir o dinheiro que seria financiado e
comprar o imóvel à vista pode ser uma alternativa vantajosa”,
opina Freitas. O advogado comenta que se a opção for o
parcelamento, ele deve ser feito se for para melhorar a vida.
“Muitas pessoas acabam com a vida usando o mau crédito,
por isso predomina essa impressão de que o crédito é ruim.
Mas a verdade é que se a compra for consciente, se o consumidor
souber que terá que pagar dez dias de férias por uma bolsa da
Louis Vitton, por exemplo, e para ele isso fizer sentido, ele deve
comprar. Isso serve também para a compra de um imóvel”, explica.
Como o imóvel é um bem que não vai perder valor com o passar
do tempo, o advogado da Primar ressalta que fazer um financiamento
para adquiri-lo pode ser um bom negócio. “Além de ter o sentimento
de que você está pagando por algo que pode ganhar valor, você vai
deixar de pagar um aluguel para pagar as parcelas do financiamento”,
esclarece.
para adquiri-lo pode ser um bom negócio. “Além de ter o sentimento
de que você está pagando por algo que pode ganhar valor, você vai
deixar de pagar um aluguel para pagar as parcelas do financiamento”,
esclarece.
O conforto e a segurança de morar na casa própria podem ser
extremamente importantes para uma família. Só o fato de saber
que ao final do mês não precisarão pagar o aluguel ou a parcela d/
o financiamento já pode ser um grande alívio. Mesmo assim, o
especialista alerta para as famílias terem cuidado com a escolha do
imóvel. “Não se empolgue por um imóvel só porque o valor da parcela
cabe no bolso” comenta.
extremamente importantes para uma família. Só o fato de saber
que ao final do mês não precisarão pagar o aluguel ou a parcela d/
o financiamento já pode ser um grande alívio. Mesmo assim, o
especialista alerta para as famílias terem cuidado com a escolha do
imóvel. “Não se empolgue por um imóvel só porque o valor da parcela
cabe no bolso” comenta.
![]() | |
Dr. Carlos Samuel
de Oliveira Freitas
|
Freitas explica que o pagamento à vista
sempre deve ser considerado, se for
possível. Com essa forma de aquisição,
além de o comprador ser liberado de um
comprometimento futuro, a compra do
imóvel certamente será em melhores
condições, inclusive vir acompanhada de
descontos.
sempre deve ser considerado, se for
possível. Com essa forma de aquisição,
além de o comprador ser liberado de um
comprometimento futuro, a compra do
imóvel certamente será em melhores
condições, inclusive vir acompanhada de
descontos.
Se a escolha for pelo financiamento, o
especialista lembra que quanto maior a
parcela da entrada, menores serão as
parcelas do financiamento e talvez seja
possível financiar o saldo devedor em
menos tempo. Ele recomenda que se o futuro
comprador ainda não possui um valor razoável
para a parcela de entrada, que poupe um pouco
mais antes de partir para o financiamento, “será
o melhor negócio a se fazer”, conclui o advogado.
especialista lembra que quanto maior a
parcela da entrada, menores serão as
parcelas do financiamento e talvez seja
possível financiar o saldo devedor em
menos tempo. Ele recomenda que se o futuro
comprador ainda não possui um valor razoável
para a parcela de entrada, que poupe um pouco
mais antes de partir para o financiamento, “será
o melhor negócio a se fazer”, conclui o advogado.
Fonte: Primar Administradora de Imóveis
sábado, 13 de julho de 2013
quarta-feira, 10 de julho de 2013
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