segunda-feira, 31 de março de 2014

“Não há bolha imobiliária no Brasil e não há elementos para isso", diz diretor do BC

Diretor de fiscalização do Banco Central, Anthero Meirelles, destacou que o crédito imobiliário no país, se comparado a outras economias, ainda é pequeno.
SÃO PAULO – Em meio à toda polêmica sobre se existe ou não uma bolha, o diretor de fiscalização do Banco Central, Anthero Meireles, destacou que haja uma bolha imobiliáia no Brasil e refutou argumentos de que o País caminhe para um crise como ocorrida nos Estados Unidos.

“Não há bolha imobiliáia no Brasil. Não  temos elemesntos que caracterizem bolha”, afirmou. Meireles detacou que não existe segunda hipoteca no Brasil e que mais de 90% dos imóveis é para morada própria e quase o crédito imobiliário no país, se comparado a outras economias, ainda é pequeno.

O diretor ainda explicou que, se os preços dos imóveis caissem 33% de um dia para o outro, não haveria uma insolvência do sistema, conforme simulação feita pela autoridade monetária. E destacou que o aumento dos preços dos imóveis tem sido compatível com o crescimento da renda, sem deslocamento.

Em evento em São Paulo, outro dirigente do Banco Central reforçou a tese de que não há evidencia de movimento de especulação em imóveis, apesar da alta de preços. De acordo com o índice Fipe Zap, o preço anunciado do metro quadrado subiu 13,1% em apenas 12 meses. “Não é comum alavancagem com investimento imobiliário no Brasil”, afirmou Sergio Odilon, chefe de Unidade DENOR – Departamento de Regulação do Sistema Financeiro.

O Estudo
Os bancos brasileiros teriam capacidade para resistir ao impacto de uma forte queda nos preços de imoveis residenciais, indicou simulação divulgada pelo Banco Central, no relatório de Estabilidade Financeira. De acordo com o relatório, a simulação foi feita devido a importancia da oscilação de preço de imóveis para a estabilidade financeira.

Segundo o diretor de Fiscalização do BC, Anthero Meirelles, a simulação foi feita com base na queda de preços de imóveis nos Estados Unidos, que gerou a crise financeira internacional, iniciada em 2008.

Conforme o relatório, apesar de, em tempos de normalidade, o valor da venda do imóvel em leilão pelo banco cobrir quase totalmente o valor do empréstimo do inadimplente, o dinheiro recuperado pela instituição após o pregão equivale a apenas 70% do preço da residencia.


Com isso, só se considera insolvencia (perda total do capital principal da instituição) de algum banco se houver queda de 55% no preço dos imóveis. E, para que houvesse desenquadramento de algum banco em relação às regras de exigência de capital, teria que ocorrer queda de 45%.

“Ambos os choques são maiores do que a queda acumulada, ocorrida em um período de três anos, entre os valores máximo e mínimo dos imóveis residenciais nos estados Unidos durante a recente crise do subprime (Créditos de alto risco vinculados a imóveis, com garantia insuficiente, o que desencadeou a crise financeira) de 33%”, diz o relatório.

O estudo do Banco Central ressalta que o sistema financeiro como um todo não ficaria desenquadrado as regar de exigência de capital, mesmo em caso extremos de desvalorização.

De acordo com a instituição, um dos fatores que explicam a resistência dos bancos é que, no Brasil, geralmente, o imóvel não é totalmente financiado pelo banco. Então, uma parte do imóvel já fica paga. Além disso, o relatório destaca que o sistema de amortização constante, que é o mais usado, permite redução mais rápida do SAC, o saldo devedor do que outros sistemas conhecidos, como o Price. Outro fator é que os bancos fazem provisões (recursos reservados para o caso de inadimplencia) superiores ao mínimo regulamentar. O BC também considera que a capitalização dos sitema financeiro está em níveis elevados.

Fonte: InfoMoney

domingo, 30 de março de 2014

Conheça algumas celebridades que já passaram pela corretagem de imóveis.

O mercado imobiliário tem atraído profissionais de diversas áreas entre elas varias celebridades já passaram pela corretagem de imóveis.


Veja algumas celebridades corretores de imóveis:


Edson Celulari  - Antes de ser ator e estrear na TV trabalhava como corretor de imóveis.


Mara Maravilha  - Ficou famosa por ser apresentadora de programa infantil, cantora, empresária, Aposta diariamente na carreira de corretora de imóveis e admite a possibilidade de voltar a cantar as músicas antigas. Também é investidora de imóveis compactos e é registrada (CRECI)


Taiguara Nazareth - que fez ‘Presença de Anita’, para complementar a renda, ele atua como gerente em uma corretora de imóveis e faz alguns trabalhos como modelo. “Foi a forma que eu arrumei de buscar minha independência financeira, já que a carreira de ator é difícil. Mas não vou desistir”, disse.


Gilberto Kassab - Além de ter sido prefeito da cidade de São Paulo é economista, engenheiro, cursou Introdução à Ciência Política na UnB e se formou em Técnico em Transações Imobiliárias e adicionou a seu currículo a profissão de corretor de imóveis. 

quarta-feira, 26 de março de 2014

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quinta-feira, 20 de março de 2014

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segunda-feira, 17 de março de 2014

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sexta-feira, 14 de março de 2014

Samambaia vira polo imobiliário e é a melhor opção de investimento no DF

O correio Brasiliense publicou uma reportagem neste domingo bem interessante sobre o mercado imobiliário em Brasília. Segundo eles, ainda que não esteja imune ao desaquecimento do mercado imobiliário, Samambaia tem se apresentado como a melhor opção no Distrito Federal para os investidores.
Preço do metro quadrado em Samambaia cresce em média 27% ao ano e atinge R$ 4,5 mil, superando o de regiões como Ceilândia, Gama, Sobradinho e parte de Taguatinga. De acordo com especialistas, o local é hoje o mais rentável para quem deseja investir em
O preço do metro quadrado em lançamentos residenciais mais que dobrou nos últimos quatro anos: saiu de R$ 2 mil para R$ 4,5 mil, uma variação média de 27% ao ano. O crescimento deverá acontecer em ritmo bem menor, mas o mercado aposta em alta constante daqui para frente.
Com muitos terrenos vazios — raridade na capital federal —, Samambaia concentra atualmente 40 prédios em construção, o equivalente a 15% do total de empreendimentos verticais em obras no DF, de acordo com levantamento do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon). Quando estes ficarem concluídos, o número de edifícios na cidade — alguns com até 16 andares — vai dobrar, e a quantidade de apartamentos chegará a 6 mil.
Nos próximos quatro anos, acredita o presidente do Sinduscon-DF, Júlio Cesar Peres, o centro urbano de Samambaia estará consolidado. Na avaliação dele, o projeto urbanístico da cidade — com ruas largas e terrenos maiores que a média do DF —, aliado à clara mudança no perfil da população, é o que chama a atenção do mercado. “Samambaia será uma Águas Claras”, aposta Peres, também dono de empresa, que comprou terrenos e ergueu prédios na cidade.
Entre as regiões periféricas, ainda de acordo com o representante do setor da construção civil, Samambaia registra a melhor velocidade de vendas e a melhor rentabilidade. O presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do DF (Ademi-DF), Adalberto Valadão, reforça o bom momento da cidade: “Levando em conta a nova realidade, Samambaia se destaca. É ainda um dos mercados mais dinâmicos e aquecidos”.
Para se ter uma ideia, com preço médio de R$ 4,2 mil, o metro quadrado em Samambaia já se aproxima dos valores cobradores em Águas Claras (entre R$ 4,7 mil e R$ 5,6 mil) e supera cidades como Ceilândia (R$ 3,3 mil), Gama (R$ 3,6 mil), Núcleo Bandeirante (R$ 3,5 mil), Sobradinho (R$ 3,6 mil) e até algumas regiões de Taguatinga.
Perfil
Quase todos os empreendimentos na cidade priorizam imóveis de, no máximo, três quartos, com metragem entre 50m² e 90m². O aluguel dessas unidades chega a custar R$ 900, de acordo com o último boletim do Sindicato de Habitação do DF (Secovi-DF) —, mesmo preço cobrado em quitinetes do Sudoeste. Apesar de os investidores mirarem Samambaia, a maioria dos novos imóveis já está vendida para futuros moradores.
Mais segurança
O tamanho da cidade e os altos índices de violência fizeram com que Samambaia ganhasse duas delegacias de polícia. Plácido Sobrinho, titular da 26ª DP, já trabalhou na unidade no início dos anos 2000 e voltou a atuar na região há um ano e meio. “Claro que existem algumas quadras ainda bastante perigosas em decorrência do tráfico, mas Samambaia não é mais aquela cidade onde as pessoas andam com medo”, comenta ele, antes de ressaltar a importância das melhorias na infraestrutura — como maior iluminação pública — no combate à criminalidade. “Os índices de violência estão estabilizados, apesar do crescimento populacional”, emenda Mauro Aguiar, titular da 32ª. Para ele, a nova realidade de Samambaia exige maior efetivo e mais equipamentos de segurança.
Para saber mais
Criada em 1989 Samambaia tornou-se a 12ª região administrativa do Distrito Federal em 25 de outubro de 1989, durante o primeiro mandato do então governador do DF,  Joaquim Roriz, o principal responsável pela criação da cidade. O projeto urbanístico da área constava no Plano Estrutural de Organização Territorial do DF, elaborado em 1978, mas foi a política de distribuição de lotes na década de 1990 que estimulou a ocupação de terrenos antes pertencentes ao núcleo rural de Taguatinga. Inicialmente, Samambaia abrigou famílias que viviam em invasões na Asa Norte — acima das quadras 900 — e assentamentos espalhados pelo DF. Atraiu, ainda, imigrantes goianos e nordestinos, a maioria de baixa renda.

[Correio Brasiliense]
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Samambaia em ascensão

Correio Braziliense mostra que Samambaia é o novo reduto dos quase emergentes

Edição 1963 de 17 a 23 de fevereiro de 2013
Euler de França Belém – Jornal Opção – Goiânia-GO

Em janeiro, o “Correio Bra­ziliense” publicou uma re­por­tagem, “O novo reduto da classe média”, assinada por Diego Amorim, que mostra que Sa­mambaia, com 200 mil habitantes, é a terceira cidade mais populosa do Distrito Federal. Contrariando prognósticos sombrios, que chegaram a apontá-la como uma Baixada Flu­minense (pelo menos a dos tem­pos mais cruentos), Sa­mambaia se tornou um polo de desenvolvimento. A violência ainda existe, mas não nos níveis iniciais, entre o final da década de 1980 e a década de 1990.

O repórter Diego Amorim observa que a cidade tem “três estações de metrô, comércio pujante e um público consumidor em ascensão”. Uma pesquisa indica que “a renda familiar média em Samambaia mais do que dobrou, saindo de R$ 1.039, em 2004, para R$ 2.158 em 2011”. Mais: um “levantamento da Neocom Informação Aplica­da mostra que os moradores das classes B e C já so­mam 86% da população de Samambaia. Em 2005, esse percentual era de 57%”.

O preço do metro quadrado “saiu de R$ 2 mil para R$ 4,5 mil, uma variação média de 27% ao ano”, conta o “Correio”.

Samambaia começou como assentamento. Os que a conheceram em 1989, ou mesmo durante toda a década de 1990, e não mais voltaram ao local nos últimos cinco anos, certamente ficarão estupefatos com sua expansão. Talvez seja possível chamá-la de Plano Piloto dos quase emergentes.


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Samambaia cresce mais que o Distrito Federal

Extraído de: Jornal de Brasília   Março 11, 2013

A Região Administrativa de Samambaia está em processo acelerado de desenvolvimento. De 2011 a 2013, a taxa de crescimento médio da população foi de 4,6% ao ano. Nesse período, o número de habitantes da cidade passou de 201,8 mil para 220,8 mil. também foram registrados avanços como aumento da escolaridade dos moradores, ascensão do poder aquisitivo e da renda familiar. Os dados são da série Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílio de 2013 (PDAD), divulgados pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) nesta sexta-feira (2).
"Nos últimos dois anos, Samambaia apresentou crescimento muito rápido e superior ao do Distrito Federal, que é de 2,3%. Além disso, a cidade registra avanços como a redução de 3,21% para 2,22% no analfabetismo; aumento de 3,99% para 5,66% na quantidade de pessoas com ensino superior, e a renda domiciliar passou de 3,96 para 4,23 salários mínimos", avaliou o presidente da Codeplan, Júlio Miragaya.
Ainda em relação à escolaridade, 32% da população têm ensino fundamental incompleto e 23,17% concluíram o ensino médio. A maior parcela dos alunos, 74,75%, estuda na região administrativa, que possui cerca de 30 escolas públicas.
O estudo também mostra que Samambaia é bastante independente. Os dados revelam que 90,8% dos moradores compram alimentos, 79,35% adquirem eletrodomésticos e 73,98%, roupas e calçados, na própria cidade. Além disso, 86,35% dos habitantes utilizam a prestação de serviços pessoais, 82,96% consomem serviços em geral, enquanto 62,54% buscam atividades de cultura e de lazer na região administrativa. O levantamento aponta, ainda, que 29,28% dos moradores trabalham na cidade.
Quanto à urbanização, 98,83% da população possui água encanada em casa, 99,88% têm energia elétrica. A coleta de lixo atende 100% dos moradores e 97,09% têm esgotamento sanitário. "E nós estamos providenciando a licitação para instalar rede de esgoto nas quadras que ainda não contam com esse serviço", garantiu o administrador da cidade, Risomar Carvalho.
Já a população de Samambaia é constituída de 49,02% de homens e 50,98% de mulheres. Além disso, 9,8% são idosos e 22,32% da população estão na faixa de 0 a 14 anos. A maioria dos moradores, 52,91%, nasceu no Distrito Federale, entre os migrantes, 63,03% vieram do Nordeste. Os demais estados mais representados são Minas Gerais (14,02%), Maranhão (13,88%), Goiás (13,74%) e Bahia (13,25%).
Fonte: Casa Civil DF

Autor: Vinculado ao Jornal de Brasília  


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quarta-feira, 12 de março de 2014

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terça-feira, 11 de março de 2014

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