segunda-feira, 11 de junho de 2012

Como lucrar com imóveis em três ou quatro anos



Jovem de 18 anos deseja comprar um imóvel com parte dos lucros 

após três ou quatro anos




Dúvida do internauta: Tenho 18 anos e estou no primeiro ano do
curso de Economia. Trabalho como segundo câmera e editor para
um fotógrafo da minha cidade e, há um ano, comecei a poupar para
comprar um carro, o qual devo adquirir em agosto ainda com o benefício
 da redução do IPI. Pretendo pagar 25.000 reais por ele. Com a poupança 
que estabeleci e a quantia que ganho no trabalho, conseguirei pagá-lo à 
vista. Meu próximo objetivo é comprar um terreno, permanecer com ele por 
algo em torno de três ou quatro anos, e vendê-lo em seguida para comprar 
um imóvel. Mas seria mais vantajoso comprar logo o imóvel, ao invés do 
terreno?

Resposta do economista Luiz Calado*:

Nossa história de início de carreira é parecida. Também precisei atuar
em outras áreas, que não Economia, para ter o suficiente para comprar 
meu carro e investir. Ler um relato como o seu é estimulante e me incentiva
continuar auxiliando as pessoas com seus investimentos.

Respondendo à sua dúvida: no seu caso é mais vantajoso comprar o
imóvel. A razão é o curto prazo indicado como sua intenção para lucrar 
com o terreno. Investimentos em terrenos, no geral, exigem prazos maiores 
do que quatro anos para possibilitar um retorno excepcional. Além disso, você
ficaria com o risco muito concentrado num único tipo de investimento, apesar 
de isso não caracterizar um problema para jovens de perfil agressivo, como 
parece ser o seu.

Dentro do prazo de investimento que você menciona, você poderia pensar
em  comprar terreno e construir, porém precisaria estar preparado para 
lidar com os desafios do mercado da construção civil, o que lhe exigiria 
extrema determinação. Só com a burocracia perde-se 1 (um) ano, e ainda 
sem a garantia de que será bem sucedido.

Um bom investidor em terreno identifica regiões com bom preço e que
serão beneficiadas na próxima década com a expansão da cidade e de
sua infraestrutura. Isso inclui construção de shoppings, praças, e chegada 
de transporte público. Mas dez anos é um prazo que você não deseja esperar.

Considerando isso, a melhor opção é comprar um imóvel. O qual, por sua vez,
não será garantia de lucro imediato. O mercado está se adaptando às quedas 
de preço que vêm acontecendo desde 2010 (ainda que os “indicadores” não 
captem). Eu não aposto numa nova alta de preços, os balanços das 
incorporadoras nos mostram estoques altíssimos, na ordem de 30 bilhões de 
reais, como mostra a edição da Revista EXAME da segunda quinzena de Abril
Mas isso não significa que seja impossível lucrar. Há duas maneiras de comprar 
por um preço abaixo do mercado vender com resultado positivo.

1. Imóveis em leilões: já é pública a informação de que a inadimplência
está aumentando e aumentará ainda mais. A consequência disso é que
muitas famílias não conseguirão pagar os imóveis que financiaram. Sendo
assim, os leilões serão cada vez mais comuns e, nestas ocasiões, existe a 
possibilidade de fechar bons negócios.

2. Imóveis com problemas: aqueles que necessitam de reformas que ninguém
quer fazer, mas só funcionam se você tiver tempo e paciência para lidar com 
ambiente das construções.

Aproveito para elogiar o seu estilo empreendedor. Ter um carro aos 18 anos
é a realização de um grande sonho para a maioria dos jovens. Se eu fosse um 
famoso “pedagogo financeiro” diria: atente-se ao custo do carro, do seguro e 
do IPVA. Mas quer saber? Realize seu sonho, seja feliz e que isso lhe permita 
ter mais fôlego para trabalhar e conquistar ainda mais!

Por: Luiz Calado

*Luiz Calado é economista, doutorando em finanças sustentáveis e autor dos
livros “Imóveis: seuguia para fazer da compra e venda um grande negócio” e
“Fundos de investimento: Conheça antes de investir”.

Fonte: Exame

Brasília e a Rio+20


Escrito por Daniela Novais 21:44:00 10/06/2012 




Por Joe Valle* - Nos próximos dias a cidade do Rio de Janeiro se tornará o centro das atenções do planeta. A Rio+20, como é chamada a Conferência das Nações Unidas Sobre Desenvolvimento Sustentável, será a mais importante reunião global já realizada à nível planetário, onde se discutirá os novo caminhos para um mundo “mais seguro, igualitário, verde e próspero para todos, com o crescimento da renda, do trabalho decente e a erradicação da pobreza”, como enfatiza o Secretário das Nações Unidas, Ban Ki-moon.
Alguns temas das conferências e debates já são amplamente conhecidos. Entre eles estão os desafios relacionados às cidades, água, lixo, alimento e geração de energia limpa, renovável, diminuição da emissão de carbono e proteção dos rios e oceanos, ameaçados pelos efeitos das mudanças climáticas.
Estarei no Rio participando de debates e conferências, convidado que fui pela organização não-governamental Planeta Orgânico. Pensando globalmente mas agindo localmente, pretendo colocar em pauta problemas do nosso dia-a-dia brasiliense, até bem pouco tempo uma das melhores cidades do país para se viver.
Temos que tomar uma atitude urgente e iniciar uma discussão profunda sobre mobilidade urbana em nossa cidade, invadida pelos carros e com um dos piores sistemas transporte público do país. Recentemente, uma pesquisa publicada pelo Correio Brasiliense prognosticou o caos urbano e pouco mais de 7 anos. O que fazer? Qual o modelo de cidade que queremos?
É urgente a implantação a Lei Distrital de Mudanças Climáticas, já aprovada e sancionada pelo governo do Distrito Federal. Essa lei, proposta por mim ao executivo, teve vários artigos estratégicos vetados pelo governo. Temos que revê-los.
Nas áreas rurais temos que incentivar a agricultura familiar, uma agricultura de base ecológica, em busca de uma alimentação saudável, sem pesticidas ou adubação química. Fiscalizar a manutenção das áreas de preservação ambiental, matas ciliares e cabeceiras dos rios. Olhar o Cerrado com o respeito que ele merece como a maior biodiversidade do mundo.
Voltando para os problemas urbanos, não podemos esquecer o trágico sistema de saúde de Brasília, que toda semana frequenta as manchetes das páginas de cidade dos nossos jornais, expondo o sofrimento humano. Do aumento da criminalidade em todo DF, com ênfase a violência sexual, assaltos e sequestros relâmpagos.
Acompanhando de perto as novas tecnologias sustentáveis aplicadas e várias partes do mundo, construindo uma economia verde para retirar as pessoas da pobreza, vamos adotar medidas práticas para a concretização do sonho da “Brasília Sustentável” que queremos para nossos filhos e netos. Está na hora de uma mobilização de toda sociedade brasiliense, além dos governos, em defesa da civilidade de nossa cidade e da preservação do nosso patrimônio natural.
*Joe Valle é Deputado distrital pelo PSB/DF

terça-feira, 5 de junho de 2012

Caixa amplia prazo do crédito habitacional para 35 anos




O vice-presidente de governo e habitação da Caixa, José Urbano Duarte, anunciou nesta terça-feira que a instituição aumentou de 30 anos para 35 anos o prazo de financiamento habitacional com recursos da poupança (SBPE) e também alienação fiduciária. Ele comunicou também redução das taxas de juros. Dentro do Sistema Financeiro da Habitação, o porcentual da taxa efetiva passou de 9% para 8,85% ao ano mais a Taxa Referencial (TR). Fora do SFH, com imóveis acima de R$ 500 mil, a taxa passa de 10% para 9,9% ao ano mais a TR.
As novas regras valem apenas para novos financiamentos e passam a vigorar a partir da segunda-feira da próxima semana. "Já solicitamos a ampliação para o conselho curador do FGTS", disse o vice-presidente, durante entrevista coletiva à imprensa. Ele informou que a inclusão de imóveis dentro do programa Minha Casa Minha Vida também já foi solicitada

Brasília anos 90'

Conjunto Nacional

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Casa de Amy Winehouse é posta à venda!


Família coloca casa de Amy Winehouse à venda

Familiares da cantora decidiram vender a propriedade porque acham “inadequado” viver no local. Veja fotos.
Após dez meses da morte de Amy Winehouse, a família da cantora decidiu vender a casa em que ela morava, situada no bairro londrino de Camden Town, por £ 2,7 milhões (aproximadamente 8,4 milhões de reais).
A casa, onde a cantora foi encontrada morta aos 27 anos em julho de 2011, se transformou em um lugar de peregrinação para os fãs da artista. Os familiares da cantora decidiram vender a propriedade porque, segundo eles, seria “inadequado” viver no local.
A propriedade está sendo anunciada na internet pelo site britânico House Network como uma “casa geminada com três impressionantes dormitórios duplos, três salas de recepção, um pátio privado e jardins de fundo”.
O anúncio detalha ainda que nos últimos 40 anos, a casa só teve uma mudança de proprietário e, embora tenha sido reformada recentemente, mantém algumas características do edifício original.
De acordo com o jornal The Sun, anteriormente, a família da cantora considerou a hipótese de transformar a casa na sede da Fundação Amy Winehouse, uma organização beneficente criada com a intenção de ajudar pessoas com problemas relacionados às drogas e álcool. No entanto, essa ideia não seguiu adiante por causa dos custos da manutenção e das fortes recordações da cantora, justificou a família.
Considerada a 'diva do soul', a cantora britânica, que batalhou durante anos contra sua dependência química, tinha um patrimônio avaliado em R$ 12,8 milhões.




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quinta-feira, 24 de maio de 2012


Para Justiça, multas acima 

de 20% por desistir de imóveis 

são abusivas


Especialistas alertam consumidores para terem atenção 
ao assinar contrato. Advogado diz que valor devolvido 
com desconto previsto deve vir corrigido.

As multas cobradas por
construtoras acima de 20%
pela desistência de imóveis
são consideradas abusivas
pela Justiça. O Procon e
advogados especializados no
 tema afirmam que os compradores 
devem redobrar a atenção na 
hora de assinar o contrato 
com a empresa.

“Acima desse valor, entre 10% e 15%, a Justiça acaba entendendo
que essa retenção é abusiva”, explica o advogado André Renato Servidoni.

O comerciante Antonio Luís comprou um apartamento na planta, depositou
R$ 28,7 mil de entrada para a construtora. O imóvel seria um presente para
o filho, mas duas semanas depois ele desistiu.

“Ele (o filho) ganhou uma bolsa no Pró-uni e como a gente mora longe,
passou a necessidade de ele ter um carro. Eu entrei em contato com eles
(construtora) para pedir o dinheiro de volta para que eu comprasse o carro,
mesmo que usado e com a diferença eu iria comprar um outro imóvel”, relatou 
Luís.

Há cinco meses a construtora respondeu que iria fazer a devolução do
dinheiro com um desconto de 8% por causa dos custos de publicidade, 
o termo está no contrato, mas a quantia ainda não foi entregue. “Pediram 
que eu aguardasse primeiro vender o apartamento e após isso eles 
devolveriam  o valor total, mas sem juros e sem multa”, diz.

Segundo o advogado Fernando Corrêa da Silva Filho, o valor devolvido
deve ser corrigido de acordo com índices previstos no contrato. “Geralmente 
ele vai  estar previsto no contrato, mas ele pode ser corrigido de acordo 
com qual é a  atualização que ele tem que fazer nos pagamentos das parcelas”,
explicou.

Para Servidone, o comprador que não obtiver o ressarcimento deve procurar
a Justiça. “Se não houver devolução, até mesmo imediata, cabe ao comprador
pleitear essa devolução na Justiça. Não pode haver empolgação na assinatura
desse contrato. Tem que ir com calma, ler todas as suas cláusulas, as
condições, porque depois que você assinou e está tudo regulamentado, a sua
situação, no caso do comprador, fica mais difícil”, afirmou.

O coordenador do Procon de Ribeirão Preto, Paulo Garde, aconselha os
compradores a procurarem especialistas antes de assinarem o contrato
com uma construtora. “A gente sempre orienta o consumidor, quando ele
tiver que finalizar um processo de compra, procurar de preferência uma
pessoa especializada em contrato de compra e venda, aí ele vai verificar
o que é que ele está assinando”, conclui.

Fonte: G1

terça-feira, 22 de maio de 2012


Em tempos de instabilidade, imóveis continuam boa opção de investimento

Mercado oferece unidades na planta, residenciais com serviços e até hotéis

POR Cristiane Campos

Rio -  Com o anúncio da mudança nas regras da caderneta de poupança e a crise financeira, o investimento em imóveis, que sempre foi um porto seguro, ganha força. Imobiliárias e construtoras confirmam aumento na busca por informações para compras.

O mercado oferece opções de unidades na planta, novas e usadas, além de residenciais com serviços, hotéis e apart-hotéis, estes fora da cidade do Rio de Janeiro, pois a legislação municipal não permite a construção.
Fachada do Supreme Itaguaí: alternativa para vários perfis de investidores | Foto: Divulgação
Fachada do Supreme Itaguaí: alternativa para vários perfis de investidores | Foto: Divulgação
As taxas de juros para a casa própria estão menores, com percentuais variando de 7,99% e 9,5% ao ano mais Taxa Referencial (TR) para os contratos assinados pelas regras do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

Nesse caso, o valor máximo de avaliação do imóvel é de R$ 500 mil. Para unidades acima desse preço, os juros também estão menores. O prazo de pagamento também é atraente, chegando a 30 anos com financiamento pode ser de até 100% do preço.

Rafael Motta Duarte, diretor da agência Percepttiva Comunicação, especialista em marketing e inteligência imobiliária, afirma que imóvel é o único investimento que proporciona uma renda extra, tem liquidez e tem o seu valor corrigido anualmente.
Midas, residencial com serviços, que será lançado em Jacarepaguá | Foto: Divulgação
Midas, residencial com serviços, que será lançado em Jacarepaguá | Foto: Divulgação
Ele explica que, frente às mudanças do mercado financeiro brasileiro, com a queda da taxa de juros e o baixo rendimento da poupança, os investidores buscam uma nova opção.

“O mercado imobiliário oferece uma série de produtos diretamente formatados para este consumidor/investidor, que, acreditamos, vai representar 50% das vendas este ano”, avalia.

Para quem planeja comprar um imóvel, há muitas opções. A Calçada, por exemplo, lança este mês o Midas Rio Convention Suítes, residencial com serviços, próximo ao Riocentro. Para o diretor da Brasil Brokers, Mário Amorim, o projeto tem vocação de renda, pois pode ser alugado para complementar o orçamento mensal. Fora a valorização.

O presidente da Calçada, João Paulo Matos, alega que o empreendimento atende a investidores e a quem quer seu apartamento com o conforto de um residencial com serviços, lazer restaurantes, bancos, farmácias, lojas de conveniência e cabeleireiro.


Em Brasília DF, os residenciais com serviço começaram antes e quem comprou já saiu na frente.

Blend, residencial com serviços, que foi lançado no ano passado em Águas Claras DF.                                 http://santtosimoveis.blogspot.com.br/p/blend-apartaments.html

Spot, residencial com serviços, que foi lançado no ano passado em Águas Claras DF.                                 http://santtosimoveis.blogspot.com.br/p/spot-apatarments.html  































Alternativa de pouco risco
Os imóveis vão continuar tendo valorização e registrando liquidez, o diretor da Brasil Brokers. “Há 10 anos, investir no bem era bom, mas perdia na liquidez. Atualmente, de 30 a 90 dias é possível vender um imóvel com rentabilidade”, explica.

Segundo Amorim, o mercado tem velocidade de venda, e o bem está valorizando mais do que no passado. Ele lembra que o mercado financeiro está assustando as pessoas.
Mário Amorim, diretor da Brasil Brokers: mercado financeiro está assustando as pessoas | Foto: Divulgação
Mário Amorim, diretor da Brasil Brokers: mercado financeiro está assustando as pessoas | Foto: Divulgação
O diretor da imobiliária compara, por exemplo, a compra de um imóvel na planta a um investimento. “Quando ficar pronto, o comprador poderá decidir se vai morar, alugar ou vender”, diz o especialista.

Segundo Amorim, o mercado imobiliário está abrindo várias oportunidades e está atraente porque as pessoas percebem a valorização. De acordo Amorim, o aluguel cobrado varia de 0,4% a 1,2% do preço.

Vaga em hotel é a novidade no mercado

A incorporada NEP identificou uma forte demanda por unidades hoteleiras e descobriu um modelo adequado aos investidores conservadores. “Comprar este modelo é um ótimo investimento”, diz Cyro Fidalgo, diretor da NEP. A NEP vai lançar mais quatro hotéis, de acordo com Fidalgo.

Segundo ele, as vantagens são rendimento mensal e valorização, já que as unidades têm serviços agregados, e a manutenção fica a cargo da administradora. Ele cita ainda a garantia de ter o imóvel alugado, sem riscos de períodos ociosos.

“Há ainda comodidade e transparência nas informações fornecidas ao investidor”, explica.

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