quarta-feira, 13 de junho de 2012

Juros e taxas de financiamento estão caindo


Não se fala em outra coisa: os juros estão caindo e as taxas de financiamento
seguem a mesma tendência. Não poderia haver notícia melhor para quem deseja
adquirir um imóvel. A queda das taxas de juros sempre foi um importante incentivo
tanto para quem quer comprar a casa própria, quanto para quem deseja adquirir
imóvel como investimento.
A taxa básica de juros está em 9% e não chegava nesses patamares desde o
fim de 2009. O melhor é que, desta vez, os bancos estão reduzindo as taxas de 
financiamento imobiliário. Na Caixa Econômica Federal, um imóvel avaliado em 
até R$ 500 mil e financiado pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) teve a 
taxa reduzida de 10% para 9% ao ano. Já a redução dos juros de imóveis com 
valor acima de R$ 500 mil será de 11% para 10% ao ano – podendo chegar a 9% 
conforme a contratação de produtos e os serviços do banco. As novas taxas vão 
valer para os novos financiamentos contratados a partir do 8º Feirão da Casa Própria, 
que acontece entre os dias 4 de maio e 10 de junho, em 13 cidades do país. Estão 
sendo oferecidos 430 mil imóveis entre novos, usados e na planta.
Ao mesmo tempo em que facilita a vida de quem quer fazer um financiamento,
por permitir parcelas mais acessíveis, a redução das taxas de juros também
possibilita que uma pessoa compre um imóvel mais caro pagando a mesma parcela.
Cálculos do Secovi (Sindicato da Habitação) mostram que a redução das taxas do
crédito imobiliário ampliam a capacidade de financiamento de um imóvel em 10%.
Os prazos de financiamento continuam entre 120 e 360 meses _ até 30 anos. Vale
dizer que as novas taxas não são válidas para financiamentos já contratados.
Para quem pretende investir em imóveis para renda – o aluguel torna-se mais atrativo
do que deixar o dinheiro no banco – pode optar por apartamentos compactos, bem
localizados, e salas comerciais pequenas. São imóveis de mais liquidez e maior
demanda para aluguel. Embora os preços dos imóveis tenham subido muito e há
tempos o valor histórico de 1% ao mês seja muito difícil de se conseguir, é certo falar
em 0,5% ao mês, dependendo de uma série de variáveis. Valor que agora fica mais
competitivo, sem falar na própria valorização do imóvel.

Fonte: http://www.blogbrookfield.com.br/

Ceilândia DF



Ceilândia, Cidade da Gente

Ceilândia é uma Região Administrativa do Distrito Federal do Brasil, cidade-satélite situada a 26 quilômetros do Plano Piloto de Brasília através da Estrada Parque Ceilândia  (EPCL ou DF-095, popularmente conhecida como Via Estrutural), seguida pela BR-070, ou através da Estrada Parque Taguatinga (EPTG). É a região administrativa com a maior população do Distrito Federal e tem como cidades vizinhas: Taguatinga, Samambaia, Brazlândia e entorno do DF, municípios goianos de Águas Lindas de Goiás e Santo Antônio do Descoberto.


Um dos maiores símbolos da cidade é a Caixa d'Água, que fica no centro de Ceilândia. Também não se deve esquecer da Casa do Cantador, que promove anualmente o Encontro Nacional dos Cantadores Repentistas.
Mapa
História da cidade
1971 - Surgimento da Cidade
A cidade surgiu a partir da Campanha de Erradicação de Invasões (CEI), que aconteceu em 27 de março de 1971 pelo governo local, e hoje é subdividida em diversos bairros como: Ceilândia Centro, Ceilândia Sul, Ceilândia Norte  (esses três primeiros, juntamente com parte da Guariroba, formavam o setor tradicional, cujo projeto original era em formato de barril), Guariroba (bairro), P Sul, P Norte, Setor O, Expansão do Setor O, QNQ,QNR, Setores de Indústria e de Materiais de Construção e parte do Incra (área rural da cidade). O Setor Privê, outro bairro da localidade, está em fase de legalização, assim como alguns condomínios como o Pôr do Sol e o Sol Nascente.
Foto


Ficha Técnica
Área Total:
230,30 km²


População:
Aprox. 600.000 habitantes


Fundação:
27 de março de 1971

Caixa d' água em Ceilândia

Ceilândia pode ter sua Caixa D´água tombada pelo GDF



Caixa D'água em construção / Foto: Divulgação


A Secretaria de Cultura do Distrito Federal vai dar início ao processo de tombamento da Caixa D´água de Ceilândia. O anúncio foi dado pelo Sub Secretário da Diretoria de Gestão do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural (DIGEPHAC), José Delvinei Santos, logo após ter recebido uma carta do Fórum de Cultura de Ceilândia, solicitando uma ação de preservação e proteção do patrimônio.
De acordo com Delvinei, antes do Governador decretar o tombamento, uma série de processos devem ser instaurados. “Primeiramente, a DIGEPHAC fará uma pesquisa histórica, política e cultural do monumento. Depois de concluída, ela será analisada pelo Conselho de Cultura, que é o órgão responsável pela aprovação ou não do tombamento”, explicou.
O Subsecretário afirmou ainda que, apenas a carta enviada pelo Fórum Cultural de Ceilândia, não é o bastante para servir como prova da real importância do objeto. “No entanto, essa pesquisa será realizada e encaminhada ao Conselho de Cultura o mais breve possível”, encerrou.
De acordo com a carta, a Caixa D´água tem um valor histórico, cultural, arquitetônico e afetivo com todos os moradores ceilandenses. Roga também, o cuidado com local que não possui ainda nenhuma medida legal que a impeça de sua descaracterização ou demolição

Conheça também em Ceilândia Norte: 




segunda-feira, 11 de junho de 2012

Como lucrar com imóveis em três ou quatro anos



Jovem de 18 anos deseja comprar um imóvel com parte dos lucros 

após três ou quatro anos




Dúvida do internauta: Tenho 18 anos e estou no primeiro ano do
curso de Economia. Trabalho como segundo câmera e editor para
um fotógrafo da minha cidade e, há um ano, comecei a poupar para
comprar um carro, o qual devo adquirir em agosto ainda com o benefício
 da redução do IPI. Pretendo pagar 25.000 reais por ele. Com a poupança 
que estabeleci e a quantia que ganho no trabalho, conseguirei pagá-lo à 
vista. Meu próximo objetivo é comprar um terreno, permanecer com ele por 
algo em torno de três ou quatro anos, e vendê-lo em seguida para comprar 
um imóvel. Mas seria mais vantajoso comprar logo o imóvel, ao invés do 
terreno?

Resposta do economista Luiz Calado*:

Nossa história de início de carreira é parecida. Também precisei atuar
em outras áreas, que não Economia, para ter o suficiente para comprar 
meu carro e investir. Ler um relato como o seu é estimulante e me incentiva
continuar auxiliando as pessoas com seus investimentos.

Respondendo à sua dúvida: no seu caso é mais vantajoso comprar o
imóvel. A razão é o curto prazo indicado como sua intenção para lucrar 
com o terreno. Investimentos em terrenos, no geral, exigem prazos maiores 
do que quatro anos para possibilitar um retorno excepcional. Além disso, você
ficaria com o risco muito concentrado num único tipo de investimento, apesar 
de isso não caracterizar um problema para jovens de perfil agressivo, como 
parece ser o seu.

Dentro do prazo de investimento que você menciona, você poderia pensar
em  comprar terreno e construir, porém precisaria estar preparado para 
lidar com os desafios do mercado da construção civil, o que lhe exigiria 
extrema determinação. Só com a burocracia perde-se 1 (um) ano, e ainda 
sem a garantia de que será bem sucedido.

Um bom investidor em terreno identifica regiões com bom preço e que
serão beneficiadas na próxima década com a expansão da cidade e de
sua infraestrutura. Isso inclui construção de shoppings, praças, e chegada 
de transporte público. Mas dez anos é um prazo que você não deseja esperar.

Considerando isso, a melhor opção é comprar um imóvel. O qual, por sua vez,
não será garantia de lucro imediato. O mercado está se adaptando às quedas 
de preço que vêm acontecendo desde 2010 (ainda que os “indicadores” não 
captem). Eu não aposto numa nova alta de preços, os balanços das 
incorporadoras nos mostram estoques altíssimos, na ordem de 30 bilhões de 
reais, como mostra a edição da Revista EXAME da segunda quinzena de Abril
Mas isso não significa que seja impossível lucrar. Há duas maneiras de comprar 
por um preço abaixo do mercado vender com resultado positivo.

1. Imóveis em leilões: já é pública a informação de que a inadimplência
está aumentando e aumentará ainda mais. A consequência disso é que
muitas famílias não conseguirão pagar os imóveis que financiaram. Sendo
assim, os leilões serão cada vez mais comuns e, nestas ocasiões, existe a 
possibilidade de fechar bons negócios.

2. Imóveis com problemas: aqueles que necessitam de reformas que ninguém
quer fazer, mas só funcionam se você tiver tempo e paciência para lidar com 
ambiente das construções.

Aproveito para elogiar o seu estilo empreendedor. Ter um carro aos 18 anos
é a realização de um grande sonho para a maioria dos jovens. Se eu fosse um 
famoso “pedagogo financeiro” diria: atente-se ao custo do carro, do seguro e 
do IPVA. Mas quer saber? Realize seu sonho, seja feliz e que isso lhe permita 
ter mais fôlego para trabalhar e conquistar ainda mais!

Por: Luiz Calado

*Luiz Calado é economista, doutorando em finanças sustentáveis e autor dos
livros “Imóveis: seuguia para fazer da compra e venda um grande negócio” e
“Fundos de investimento: Conheça antes de investir”.

Fonte: Exame

Brasília e a Rio+20


Escrito por Daniela Novais 21:44:00 10/06/2012 




Por Joe Valle* - Nos próximos dias a cidade do Rio de Janeiro se tornará o centro das atenções do planeta. A Rio+20, como é chamada a Conferência das Nações Unidas Sobre Desenvolvimento Sustentável, será a mais importante reunião global já realizada à nível planetário, onde se discutirá os novo caminhos para um mundo “mais seguro, igualitário, verde e próspero para todos, com o crescimento da renda, do trabalho decente e a erradicação da pobreza”, como enfatiza o Secretário das Nações Unidas, Ban Ki-moon.
Alguns temas das conferências e debates já são amplamente conhecidos. Entre eles estão os desafios relacionados às cidades, água, lixo, alimento e geração de energia limpa, renovável, diminuição da emissão de carbono e proteção dos rios e oceanos, ameaçados pelos efeitos das mudanças climáticas.
Estarei no Rio participando de debates e conferências, convidado que fui pela organização não-governamental Planeta Orgânico. Pensando globalmente mas agindo localmente, pretendo colocar em pauta problemas do nosso dia-a-dia brasiliense, até bem pouco tempo uma das melhores cidades do país para se viver.
Temos que tomar uma atitude urgente e iniciar uma discussão profunda sobre mobilidade urbana em nossa cidade, invadida pelos carros e com um dos piores sistemas transporte público do país. Recentemente, uma pesquisa publicada pelo Correio Brasiliense prognosticou o caos urbano e pouco mais de 7 anos. O que fazer? Qual o modelo de cidade que queremos?
É urgente a implantação a Lei Distrital de Mudanças Climáticas, já aprovada e sancionada pelo governo do Distrito Federal. Essa lei, proposta por mim ao executivo, teve vários artigos estratégicos vetados pelo governo. Temos que revê-los.
Nas áreas rurais temos que incentivar a agricultura familiar, uma agricultura de base ecológica, em busca de uma alimentação saudável, sem pesticidas ou adubação química. Fiscalizar a manutenção das áreas de preservação ambiental, matas ciliares e cabeceiras dos rios. Olhar o Cerrado com o respeito que ele merece como a maior biodiversidade do mundo.
Voltando para os problemas urbanos, não podemos esquecer o trágico sistema de saúde de Brasília, que toda semana frequenta as manchetes das páginas de cidade dos nossos jornais, expondo o sofrimento humano. Do aumento da criminalidade em todo DF, com ênfase a violência sexual, assaltos e sequestros relâmpagos.
Acompanhando de perto as novas tecnologias sustentáveis aplicadas e várias partes do mundo, construindo uma economia verde para retirar as pessoas da pobreza, vamos adotar medidas práticas para a concretização do sonho da “Brasília Sustentável” que queremos para nossos filhos e netos. Está na hora de uma mobilização de toda sociedade brasiliense, além dos governos, em defesa da civilidade de nossa cidade e da preservação do nosso patrimônio natural.
*Joe Valle é Deputado distrital pelo PSB/DF

terça-feira, 5 de junho de 2012

Caixa amplia prazo do crédito habitacional para 35 anos




O vice-presidente de governo e habitação da Caixa, José Urbano Duarte, anunciou nesta terça-feira que a instituição aumentou de 30 anos para 35 anos o prazo de financiamento habitacional com recursos da poupança (SBPE) e também alienação fiduciária. Ele comunicou também redução das taxas de juros. Dentro do Sistema Financeiro da Habitação, o porcentual da taxa efetiva passou de 9% para 8,85% ao ano mais a Taxa Referencial (TR). Fora do SFH, com imóveis acima de R$ 500 mil, a taxa passa de 10% para 9,9% ao ano mais a TR.
As novas regras valem apenas para novos financiamentos e passam a vigorar a partir da segunda-feira da próxima semana. "Já solicitamos a ampliação para o conselho curador do FGTS", disse o vice-presidente, durante entrevista coletiva à imprensa. Ele informou que a inclusão de imóveis dentro do programa Minha Casa Minha Vida também já foi solicitada

Brasília anos 90'

Conjunto Nacional

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Casa de Amy Winehouse é posta à venda!


Família coloca casa de Amy Winehouse à venda

Familiares da cantora decidiram vender a propriedade porque acham “inadequado” viver no local. Veja fotos.
Após dez meses da morte de Amy Winehouse, a família da cantora decidiu vender a casa em que ela morava, situada no bairro londrino de Camden Town, por £ 2,7 milhões (aproximadamente 8,4 milhões de reais).
A casa, onde a cantora foi encontrada morta aos 27 anos em julho de 2011, se transformou em um lugar de peregrinação para os fãs da artista. Os familiares da cantora decidiram vender a propriedade porque, segundo eles, seria “inadequado” viver no local.
A propriedade está sendo anunciada na internet pelo site britânico House Network como uma “casa geminada com três impressionantes dormitórios duplos, três salas de recepção, um pátio privado e jardins de fundo”.
O anúncio detalha ainda que nos últimos 40 anos, a casa só teve uma mudança de proprietário e, embora tenha sido reformada recentemente, mantém algumas características do edifício original.
De acordo com o jornal The Sun, anteriormente, a família da cantora considerou a hipótese de transformar a casa na sede da Fundação Amy Winehouse, uma organização beneficente criada com a intenção de ajudar pessoas com problemas relacionados às drogas e álcool. No entanto, essa ideia não seguiu adiante por causa dos custos da manutenção e das fortes recordações da cantora, justificou a família.
Considerada a 'diva do soul', a cantora britânica, que batalhou durante anos contra sua dependência química, tinha um patrimônio avaliado em R$ 12,8 milhões.




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