terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Brisas do Lago



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domingo, 26 de janeiro de 2014

Brookfield Incorporações é citada em matéria do Correio Braziliense


O Correio Braziliense (DF) traz reportagem sobre o mercado comercial local e menciona investimentos nas regiões administrativas (RAs). João Antonio, diretor de Negócios da Brookfield Incorporações, afirma que, enquanto o Plano Piloto está consolidado, as RAs estão em desenvolvimento, com aumento da renda da população e boas perspectivas de futuro.

Investimento fora do Plano
Além de oferta de edíficios novos, o preço dos aluguéis dos escritórios contribui para a vacância dos imóveis. A pesquisa da Cushman & Wakefield aposta Brasilia como a cidade com o terceiro metro quadrado mais caro do Brasil. O preço médio pedido para locação de cada metro quadrado em empreendimentos corporativos na capital é R$100. O valor só maix baixo do qu eé cobrado no Rio de Janeiro e em Sao Paulo. “Os preços acabam se adaptando ao mercado e, normalmente, ocorreu uma queda de 20% entre o valor pedido e o negociado. Os investidores também oferecem uma série descontos para o inquilino para compensar o preço alto”. diz Denise de Camargo Ghiu, gerente de Pesquisa de Mercado para a América do Sul da consultoria.
Com o preço dos imóveis no Plano Piloto nas alturas, as empresas imobiliarias começaram a investir na construção de edíficios de alto padrão nas regiões administrativas. Águas Claras vai receber cinco torres, duas delas comerciais, no primeiro trimestre de 2014. Taguatinga tem dois empreendimentos classe A da mesma incorporadora em obras, perto do futuro Centro Administrativo do GDF e em frente ao Taguatinga Shopping, ambos praticamente 100% vendidos. “Brasilia é uma cidade consolidada, enquanto as RAs estão em desenvolvimento, com uma evolução da renda maior e boas perspectivas para o futuro”, justifica o diretor de Negócios de Brookfield Incorporações no Centro-Oeste, João Antônio Neto.
Depois de 30 anos no mesmo endereço, no centro de Taguatinga o dentista Júlio César de Melo, 58 anos, vai se mudar para Águas Claras. Ele e a filha também dentista, compraram, cada um, uma sala comercial em um edífcio corporativo na cidade lado a lado, na intenção de montar uma clínica juntos. “O prédio é mais moderno e melhor do que o que ocupo hoje. Eu e meus clientes teremos mais conforto”, conta. O cirurgião-dentista Cláudio Leonardo Andrade, 52 anos, tem duas clínicas no Plano Piloto, mas, agora, decidiu investir em Taguatinga. Ele comprou q comprou quatro apart-hotéis no empreendimento ao lado do futuro Centro Administrativo e pretende lucrar com aluguéis. “Taguatinga é qual é a maior cidade do DF e tem uma deficiência no setor hoteleiro. Além disso, ainda tem um metro quadrado atrativo. Paguei R$ 4 mil no m2. No Plano não conseguiria menos de R$9 mil”, afirma.

domingo, 19 de janeiro de 2014

Morar no Brasil é 'sonho' internacional


11 de janeiro de 2014 | 9h 05



O Brasil é um dos 12 países mais cobiçados para se morar, segundo 
uma série de pesquisas feitas em 65 nações pelo WIN - coletivo dos 
principais institutos de pesquisa do mundo - e tabulada pelo Estadão 
Dados. O crescimento econômico na última década, aliado à boa imagem 
cultural do País no exterior, fizeram com que o Brasil fosse citado como 
destino dos sonhos por moradores de dois em cada três países onde foi feito 
o estudo.

Na lista dos destinos mais cobiçados por quem não está feliz na terra natal, 
o Brasil é o único da América Latina, o único Bric (grupo formado por Brasil, 
Rússia, China e Índia) e a única nação ocidental em desenvolvimento. 
As pesquisas foram feitas no fim do ano passado e ouviram mais de 66 mil 
pessoas ao redor do globo. Elas foram questionadas se gostariam de morar 
no exterior se, hipoteticamente, não tivessem problemas como mudanças ou 
vistos e qual local elas escolheriam. Por isso, os resultados dizem mais sobre 
a imagem dos destinos mencionados do que com imigrantes em potencial.
Se esse desejo virasse realidade, o Brasil receberia em torno de 78 milhões 
de imigrantes nesse cenário hipotético. Mas, em um mundo sem fronteiras, 
a população do País diminuiria - 94 milhões de brasileiros se mudariam para 
outras nações, se pudessem. Ainda assim, 53% dos brasileiros não desejam 
emigrar, porcentual acima da media mundial.
Quem mais tem vontade de vir para o Brasil são os argentinos: 6% se mudariam 
para cá se tivessem a chance. O Brasil também está entre os cinco mais cobiçados 
por peruanos e mexicanos. Mas não são apenas latinos que gostariam de viver aqui. 
Os portugueses acham o Brasil mais atrativo do que a Alemanha, os italianos o 
preferem à França, os australianos o consideram o segundo país mais desejável, 
os libaneses o colocam em posição tão alta quanto a Suíça e até no longínquo 
Azerbaijão o Brasil aparece entre os quatro destinos mais sonhados, na frente até 
dos Estados Unidos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. 

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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Valorização de imóvel no Brasil foi a maior do mundo nos últimos 5 anos


Empreendimentos ficaram 121,6% mais caros no período, mas apenas 4,6% no último semestre, evidenciando uma forte desaceleração na alta dos preços

17 de janeiro de 2014 | 21h 

Fernando Nakagawa - Correspondente
LONDRES - Nos últimos cinco anos, nenhum lugar do planeta viveu valorização
imobiliária tão grande como a ocorrida no Brasil. Comparação entre 54 países 
realizada por bancos centrais de todo o mundo mostra que o preço médio dos 
imóveis brasileiros subiu 121,6% no período pós-crise de 2008.
O fôlego, porém, segue o ritmo da economia 
os negócios estão em franca desaceleração. 
Da liderança nos cinco anos, o Brasil cai para 
décimo lugar em valorização no acumulado 
em dois anos e está em um modesto 22.º lugar 
no último semestre.
Em 2008, o mundo mergulhou na maior crise 
econômica em décadas e o setor imobiliário dos 
Estados Unidos estava na raiz do problema. 
O diagnóstico fez com que medidas coordenadas 
fossem tomadas ao redor do mundo.
Uma delas foi o início de um inédito levantamento 
global sobre preços do mercado imobiliário 
residencial. 
levantamento é feito em mais de 50 países e 
coordenado pelo Banco de Compensações 
Internacionais (BIS, na sigla em inglês), 
instituição que funciona como o banco central 
dos bancos centrais.
No Brasil, o levantamento ficou a cargo do 
Banco Central e começou a ser divulgado em 
abril do ano passado. É esse estudo que mostra que o valor médio dos imóveis 
mais que dobrou em cinco anos até o terceiro trimestre de 2013.
A valorização brasileira superou mercados aquecidos, como o de Hong Kong - 
cujo metro quadrado ficou 101,4% mais caro em cinco anos - e foi praticamente 
o dobro da observada em Kuala Lumpur, na Malásia (62,5%), e em Cingapura 
(61,6%). Dependendo do país, a pesquisa do BIS usa dados do mercado nacional, 
como no Brasil, ou de algumas cidades, como na China.
Um grande problema para a comparação entre mercados imobiliários do mundo 
costumava ser a falta de padronização dos índices locais de preço. Para resolver 
o problema, o BIS aceita duas referências: valor do metro quadrado e valor de 
cada negócio.
Para o Brasil, é usada a segunda opção. O Índice de Valores de Garantia 
de Imóveis Residenciais Financiados é calculado mensalmente pelo Banco 
Central conforme o valor de avaliação de cada imóvel financiado pelos 
bancos. 
São consideradas 11 regiões metropolitanas, entre elas Belo Horizonte, 
Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio, Salvador e São Paulo.
Desaceleração. O fôlego do mercado, porém, diminuiu. A forte alta 
ocorreu especialmente entre 2008 e o início de 2011, quando a valorização 
anual dos imóveis permaneceu sistematicamente acima de 20%. 
Nos trimestres seguintes, o ritmo desacelerou para perto de 15% e a subida 
reduziu ainda mais o passo para o patamar dos 9% no ano passado.
O fenômeno fica ainda mais explícito no horizonte de curto prazo. 
Nos últimos 12 meses, a alta de preços no Brasil foi de 7,1%, o 16.º 
maior resultado da pesquisa do BIS. Em seis meses, a valorização foi 
de 4,6%, a 22.ª maior alta do mundo.
"O mercado brasileiro passa por um período de ajuste alinhado 
com o menor crescimento da economia. Essa desaceleração pode 
ser considerada positiva porque eleva a sustentabilidade do setor", 
diz Liam Bailey¸ chefe da área de pesquisa internacional da maior 
imobiliária independente do mundo, a britânica Knight Frank.
Apesar da avaliação positiva, Bailey reconhece que, após certa euforia, 
atualmente há opções mais atrativas que o Brasil para investir em 
emergentes, como Dubai ou a Turquia.
"Mas ainda há bons negócios no Brasil, especialmente em áreas com 
melhor infraestrutura de São Paulo e Rio de Janeiro", diz Bailey. 
O executivo comenta que poucos europeus consultam a Knight Frank 
sobre oportunidades no Brasil. "Mesmo com o crescimento recente, 
o País ainda é um mercado majoritariamente para investidores locais."


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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Bolha Imobiliária em São Paulo.

DESENHANDO A BOLHA IMOBILIÁRIA BRASILEIRA:
O objetivo deste trabalho é o de “desenhar” a bolha imobiliária brasileira, no sentido de detalhá-la, apresentando algumas evidências relacionadas à mesma, iniciando pela cidade de São Paulo, por ser o mercado individualmente mais relevante para o segmento imobiliário no Brasil e também por estar sendo usado em “artigos” nos jornais, como “demonstração de recuperação”. Na sequencia, ainda dentro deste trabalho, apresentarei dados consolidados do Brasil e evidências de situações anormais causadas pela bolha imobiliária nas mais diversas cidades e regiões do País.
Estarei abordando temas como subprime brasileiro, discrepância entre renda e preços dos imóveis, super-estoques, quedas em vendas e em preços de imóveis e outros diretamente relacionados.
Como base, utilizarei o material apresentado no “Bolha imobiliária à brasileira, você acredita?”, da parte 9 a 14, aproveitando para atualizar e complementar algumas informações e análises.
Ao final deste trabalho, constarão todas as referências e ainda, complementos, com diversas outras ocorrências que tem relação com a bolha imobiliária brasileira. Objetivo de não incluí-las diretamente no estudo e coloca-las dentro do item “Referências”, é que complementem o volume de evidências apresentadas, sem tornar o “desenho” mais poluído. Para aqueles que não tem acompanhado este assunto, recomendo sua leitura, pois dá uma clara visão de quão espalhada já está a nossa bolha imobiliária brasileira.
Segue o estudo:
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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Vendo excelente Lote na Ponte Alta Norte no Gama.




Endereço: Localizado na Av. São Francisco, Condomínio da chácara Piau do núcleo rural, ponte alta norte - Gama DF.   
Lote com 1000 m². 
Condomínio fechado com 10 lotes, sendo que 7 já estão construídos. Lote fechado no fundo e nas laterais.

Valor: R$ 200.000,00

Marque sua visita direto com o proprietário:
Roberta e Roberto
Telefone: (61) 8114-0279
E-mail: betinhalucena@uol.com.br

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Pesquisar taxas e juros do banco gera economia no financiamento Imobiliário.

Taxas podem aumentar o preço final do imóvel em quase R$ 90 mil.

Crédito imobiliário tem taxas e seguros, além dos juros.


Pesquisar o banco que oferece as melhores taxas. Essa é uma das orientações para quem está querendo fazer um financiamento do imóvel. Taxas e juros podem aumentar o preço final do imóvel em quase R$ 90 mil.
A bancária Nayara Souza de Camargo decidiu investir em um apartamento. Durante três anos pagou prestações à construtora, mas agora, está prestes a se mudar e precisou procurar um bom financiamento.
Na busca pelo financiamento mais barato, as pessoas primeiro prestam atenção na taxa de juros, mas o crédito imobiliário tem muitas outras taxas e seguros. A soma de tudo forma o custo efetivo total e é ele que serve de parâmetro para comparar as condições oferecidas pelos bancos e tomar a melhor decisão.
No custo efetivo total estão incluídos:
- A taxa de juros corrigida pela variação da taxa referencial (TR)
- A tarifa de avaliação do imóvel
- A tarifa de análise jurídica
- O seguro de morte e invalidez
- O seguro de danos do imóvel
- As tarifas de serviços administrativos
A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (PROTESTE) pesquisou oito bancos.
- Imóvel de R$ 150 mil
- 80% do valor foi financiado pelo sistema financeiro da habitação
Pela pesquisa do PROTESTE, o custo efetivo total deste imóvel, nos oitos bancos, variou de 7,69% a 10,25%.
- Menores taxas: R$ 270 mil ao final de 30 anos
- Maiores taxas: R$ 359 mil ao final de 30 anos
- Diferença de R$ 89 mil
Para um imóvel de R$ 400 mil, o custo efetivo total variou de 8,59% a 10,89%. Com a menor taxa, a economia no final será de R$ 181 mil.
Para um imóvel de R$ 400 mil, o custo efetivo total variou de 8,59% a 10,89%. Com a menor taxa, a economia no final será de R$ 181 mil. “É preciso pesquisar por que as taxas de juros variam muito de instituição financeira pra instituição. Geralmente o consumidor consegue melhores taxas quando ele já tem algum tipo de relação com a instituição financeira. Muitas vezes, quando ele é correntista ele consegue uma taxa de juros inferior as demais”, explica a supervisora institucional da PROTESTE Sonia Amaro.
PERFIL 1 - imóvel de R$ 150 mil
Tabela Financiamento JH - Perfil 1 (Foto: PROTESTE – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor)Tabela Financiamento JH - Perfil 1 (Foto: PROTESTE – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor)
RESULTADO: 359.543,82 – R$ 270.231,92 = Economia de R$ 89.329,90
 
PERFIL 2 - imóvel de R$ 400 mil
Tabela Financiamento JH - Perfil 2 (Foto: PROTESTE – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor)Tabela Financiamento JH - Perfil 2 (Foto: PROTESTE – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor)
RESULTADO: 943.783,42 – 762.650,54 =  Economia de R$ 181.132,88
 
PERFIL 3 - imóvel de R$ 800 mil
Tabela Financiamento JH - Perfil 3 (Foto: PROTESTE – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor)Tabela Financiamento JH - Perfil 3 (Foto: PROTESTE – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor)
RESULTADO: 1.947.478,19 - R$ 1.579.085,17 = Economia de R$ 368.393,02
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