quarta-feira, 28 de março de 2012

Recursos Naturais

Uso de recursos naturais deve


 

ser incluído




no cálculo do PIB, diz estudo


Esgotamento tem que ser somado pelo Brasil, disseram economistas.
Dados foram apresentados no encontro 'Planet under pressure', em Londres.

Da Reuters

Medidas tradicionais que mostram forte crescimento econômico no Brasil e na Índia ao longo de quase duas décadas não levam em conta o esgotamento de seus recursos naturais, afirmaram nesta quarta-feira (28) cientistas e economistas que participam da conferência "Planet under pressure" (planeta sob pressão, na tradução do inglês) que acontece em Londres.
Especialistas e grupos ambientalistas pressionam os governos para incluir o valor dos recursos naturais dos seus países -- e do uso ou perda deles -- em medidas futuras da atividade econômica, ao invés de confiar apenas no cálculo do Produto Interno Bruto (PIB).
Entre 1990 e 2008, a riqueza do Brasil e da Índia medida pelo PIB cresceu 34% e 120%, respectivamente, mas esta medida é falha, argumentaram economistas. O capital natural, ou a soma dos ativos de um país que variam de florestas a combustíveis fósseis e minerais, declinou 46% no Brasil e 31% na Índia, disseram eles.
"O trabalho sobre o Brasil e a Índia ilustra por que o PIB é inadequado e enganoso como um índice do progresso econômico a partir de uma perspectiva de longo prazo", disse Anantha Duraiappah, diretor-executivo do Programa Internacional de Dimensões Humanas da Organização das Nações Unidas (UNU-IHDP, na sigla em inglês).
Quando as medidas de capital natural, humano e manufaturado são colocadas juntas, a "riqueza inclusiva" do Brasil subiu 3% e a da Índia aumentou 9% durante esse período, explicou ele.
A ideia de um indicador expandido, conhecido como PIB+, para incluir o PIB e o capital natural estará na pauta da conferência global a ser realizada no Rio de Janeiro em junho para tentar definir metas de desenvolvimento sustentável.
Desmatamento em Porto Velho, Rondônia (Foto: Divulgação/Greenpeace/Marizilda Cruppe/EVE)Desmatamento em Porto Velho, Rondônia. Uso de recursos naturais também deveria ser calculado no Produto Interno Bruto dos países, dizem economistas. (Foto: Divulgação/Greenpeace/Marizilda Cruppe/EVE)









Pressão no Rio
Duraiappah disse que sua equipe de pesquisa e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) vão apresentar um relatório durante a Rio+20, conferência sobre Desenvolvimento Sustentável que acontece em junho no Brasil, mostrando a "riqueza inclusiva" de 20 países, que representam 72% do PIB mundial e 56% da população global.
A Grã-Bretanha já criou um Comitê de Capital Natural para assessorar o governo sobre a situação de seus recursos naturais. O país também disse no mês passado que pedirá a empresas e governos na conferência do Rio que comecem a medir o uso ou a perda de água, agricultura, florestas e outros recursos naturais.
As empresas também precisam medir e informar sobre a sustentabilidade de suas atividades corporativas, disse Yvo de Boer, conselheiro global especial da consultoria KPMG e ex-chefe climático da ONU. "Se as empresas tivessem que pagar os custos ambientais de suas atividades, elas teriam perdido 41 centavos de dólar para cada dólar ganho em 2010", disse ele.
"Os custos ambientais externos dos 11 setores-chave da indústria aumentaram quase 50% entre 2002 e 2010, de US$ 566 bilhões para US$ 854 bilhões."

quinta-feira, 22 de março de 2012


Especialistas desenham o Rio dos sonhos






Rio de Janeiro (Foto: Divulgação)

Enquanto os cariocas estavam distraídos aproveitando as dunas da Gal,
no início dos anos 70, ou balançando o corpo nos frenéticos dancing
days, já no finalzinho da década, a paisagem da cidade foi mudando sem 
que muitos se dessem conta do estrago. Num ritmo alucinante, que combinava 
mais com a onda da discoteca do que com a paz e amor que reinava nas areias 
de Ipanema,foram surgindo novos elevados e viadutos, que enfeiaram a paisagem 
privilegiada da cidade.

Num exercício de imaginação, estimulado pela decisão do prefeito Eduardo
Paes de pôr abaixo o Elevado do Perimetral, revelando a beleza da Praça
Quinze e arredores, O Globo consultou arquitetos e urbanistas para saber o 
que mereceria também desaparecer, nem que fosse apenas em sonho.

O resultado foi quase unânime: não há quem se conforme com o Elevado
Paulo de Frontin, que, mesmo antes de concluído, já estava envolto numa aura 
de desgraça. Em novembro de 71, 112 metros da estrutura, em fase final de 
construção, desabaram, matando 48 pessoas. Passada a comoção, ele foi 
ampliado e inaugurado, acabando com o ar bucólico e boa parte dos casarios 
do Rio Comprido e, de quebra, levando barulho e poluição para os moradores de
 prédios próximos. Isto sem falar, é claro, na área debaixo do elevado, eternamente
sombreada e onde uma nesga de sol é privilégio bissexto.“O que fizeram foi um 
crime, um agressão a uma área belíssima. Antes do elevado, aquele área parecia 
Petrópolis, com casas dos dois lados e um canal no meio”, diz o arquiteto 
urbanista Nireu Cavalcanti.

O arquiteto Fagner Marçal, mestre pela UFRJ, faz coro:

“O elevado colaborou para aumentar a sensação de sufocamento pelo pedestre,
gerando um corredor expresso de poluição, sujeira, abandono e insegurança. 
Se não é possível a demolição,como acontece com a Perimetral, por que não 
a qualificação daquele espaço? Temos uma infinidade de métodos alternativos de 
iluminação indireta para o espaço sob o viaduto. A criação de um espaço verde 
estimularia a revitalização urbana daquele trecho.

Uma simulação feita pelo Globo mostra como a região ficaria hoje sem o elevado,
apenas com a avenida margeando o canal. O resultado é uma área mais arborizada 
e ensolarada, mais de acordo com o Rio.

Em São Cristovão, especialistas puseram a Linha Vermelha no rol das feiúras cariocas.

“Estes elevados são um horror do ponto de vista estético, mas importantes para a
mobilidade, já que não se investiu adequadamente no transporte público. Mas há 
formas melhores de se fazer as obras, desapropriando uma área maior, criando 
parques em volta. Não pode ter nada grudado nas casas”, diz o arquiteto Pablo 
Benetti, professor da UFRJ.

O prefeito Eduardo Paes não quis entrar na brincadeira. Convidado para apontar os
monstrengos estraga-paisagem, ele se recusou. Talvez com medo de que, já que vai 
derrubar a Perimetral, fique com fama de Pereira Passos do século 21. O que, para 
alguns, até que não seria uma má ideia.

Por que investir em imóvel é bom negócio atualmente?


Assista a um vídeo com Rafael Severo, da escola de investidores.




sábado, 17 de março de 2012

Residencial Allegro, Show de Morar Ceilândia DF.


Apartamentos pronto para Morar. (Use seu FGTS). Acesse o link abaixo, ou ligue para um corretor: (61) 9160-8300. Solicite a apresentação completa.


 
Se você não consegue ver corretamente esta mensagem, acesse esse link.
Descrição: Brookfield Incorporações
Descrição: Brookfield Incorporações
Descrição: Brookfield Incorporações
Descrição: Brookfield Incorporações
Descrição: Brookfield Incorporações
Descrição: Brookfield Incorporações
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Descrição: Brookfield Incorporações
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sexta-feira, 16 de março de 2012

Criação Caixa de Assistência do Corretor de Imóveis




Abaixo-assinado CRIAÇÃO DA CACI(CAIXA DE ASSISTÊNCIA AO CORRETOR DE IMÓVEIS).

Para:CRECI, COFECI

O OBJETIVO DESSE ABAIXO-ASSINADO É CRIAR UMA CAIXA DE ASSISTÊNCIA AO
CORRETOR DE IMÓVEIS (CACI), COM A FINALIDADE DE LUTAR POR MELHORES
DIREITOS E BENEFÍCIOS, PARA A NOSSA CLASSE, TAIS COMO: PLANO DE
SAÚDE, FUNDO DE PENSÃO, PLANO DE PREVIDÊNCIA PRIVADA, DESENVOLVIDO
EXCLUSIVAMENTE PARA CATEGORIA, DENTRE OUTROS PLANOS: CIRÚGICO-
HOSPITALAR, ESCOLAR E AUXÍLIO ESPECIAL (NATALIDADE E FUNERAL). OS
ESTAGIÁRIOS COM CARTEIRA DO CRECI TAMBÉM TERÃO DIREITO AO BENEFÍCIO
QUE SERÃO CONCEDIDOS POR MEIO DE ANÁLISE MINUCIOSA DE CADA CASO.
ENFIM, O DESEJO É OBTER TODOS ESSES BENEFÍCIOS USANDO APENAS A METADE
DA ANUIDADE ARRECADADA.

Você, corretor de imóvel, estagiário e familiar, em todo Brasil, junte-se a nós nessa
luta. Por favor, só assine quem realmente tem interesse em lutar por nossos direitos
ou apoiar nossa classe.

Veja os valores das anuidades, exemplos:

- ADVOGADOS: ANUIDADE 2011 – RECÉM-INSCRITOS,
INSCRIÇÕES (2009, 2010, 2011) E ESTAGIÁRI0S (R$ 387,00).

- ENGENHEIROS: O CONFEA definiu o valor de R$ 350,00 para as anuidades dos
profissionais de nível superior e de 175,00 para nível técnico.

- ADMINISTRADORES: ANUIDADE DE 2011, para os Registrados -
Integral com desconto NÍVEL SUPERIOR de R$ 256,50 e NÍVEL MÉDIO R$ 156,00.

- CORRETORES DE IMÓVEIS: CRECI-DF ANUIDADE de R$390,00, para pagamento
antecipado o valor é de R$351,00.

CACI

DA CAIXA DE ASSISTÊNCIA AOS CORRETORES DE IMÓVEIS

A Caixa de Assistência aos Corretores de Imóveis, com personalidade jurídica própria,
destina-se a prestar assistência aos inscritos no Conselho Regional a que se vincule.
§ 1º - A Caixa é criada e adquire personalidade jurídica com a aprovação e registro
de seu Estatuto pelo respectivo Conselho Regional CRECI, na forma do Regulamento
Geral.

§ 2º - A Caixa pode, em benefício dos Corretores de Imóveis, promover a seguridade
complementar.

§ 3º - Compete ao Conselho Regional fixar contribuição obrigatória devida por seus
inscritos, destinada à manutenção do disposto no parágrafo anterior, incidente sobre
atos decorrentes do efetivo exercício da corretagem.

§ 4º - A diretoria da Caixa é composta de cinco membros, com atribuições definidas
no seu Regimento Interno.

§ 5º - Cabe à Caixa a metade da receita das anuidades recebidas pelo Conselho
Regional, considerado o valor resultante após as deduções regulamentares
obrigatórias.

§ 6º - O Conselho Seccional, mediante voto de dois terços de seus membros, pode
intervir na CACI, no caso de descumprimento de suas finalidades, designando diretoria
provisória, enquanto durar a intervenção.

Os signatários:



http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2012N19471

Boa localização, ferramenta importante para sua empresa.


3 fatores indispensáveis para escolher o local da sua empresa



EXAME -


Veja quais itens o empreendedor não pode esquecer de analisar antes de escolher o 
ponto comercial





São Paulo - Além de precisar pensar nos tipos de produtos e serviços oferecidos,
estabelecer preços, montar um plano de negócios e conseguir investimentos, 
quem está chegando ao mercado precisa avaliar o local em que a empresa vai 
funcionar. E esta tarefa está entre as grandes dificuldades de empreendedores 
iniciantes - e até dos mais experientes.

Embora 43 novos shoppings estejam em construção no país, como mostram 
dados da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), a procura por 
pontos comerciais não será suprida. Um recurso em moda para driblar os altos 
valores cobrados são os empreendimentos mixed-used, que agregam escritórios, 
apartamentos, lojas, flats e shopping em um mesmo prédio.

Apesar da busca por soluções, os aluguéis de pontos comerciais têm preços 
em pleno crescimento – especialistas em mercado imobiliário esperam um 
aumento de 100% sobre os preços já praticados até a Copa do Mundo de 2014.

Além do valor, outra questão a ser levada em consideração, destaca o professor 
da Faculdade de Administração da Fundação Armando Alvares Penteado 
(FAAP) Armando Terribili, é a existência de mão de obra qualificada por perto. 
“Treinar funcionários também é oneroso”.

Com a mesma linha de pensamento, ele destaca a necessidade de averiguar 
infraestrutura da região de instalação. “Importar matéria-prima também é caro. 
Por isso, é melhor para uma fábrica de cocada, por exemplo, estar instalada no 
Nordeste e não no Sul.”

Especialistas ouvidos por Exame.com destacaram outros fatores a serem 
considerados na escolha do melhor local para instalar uma empresa.

1. Casa X ponto comercial

Para quem quer economizar e não se importa de disponibilizar a sala ou um 
quarto da casa para o empreendimento, sugere-se pensar bem antes de renovar 
a mobília e fazer o cômodo parecer uma loja. De acordo com Terribili, não se deve 
apostar no conforto do lar para qualquer tipo de empreendimento. “Trabalho feito 
em casa é aquele em que você não tem interação com cliente ou fornecedor, que 
pode ser feito com computador e telefone.”

Um exemplo citado pelo especialista é o ramo de panificação. “Padaria é algo que 
depende da passagem de pessoas. A atratividade está no próprio ponto comercial”, 
diz. A exceção, afirma ele, seria um negócio que exige pouco contato com clientes, 
como uma loja virtual, com a ressalva de se ter um ambiente próprio, com estrutura 
para reuniões.

Rose Mary Lopes, coordenadora do núcleo de empreendedorismo da ESPM. cita 
também possibilidade de instalar a empresa em estações de trabalho ou espaços 
de co-working. “Isso funciona para casos de consultoria, por exemplo, em que pouco 
provavelmente o cliente irá até você. O mais comum é que você vá até o local de trabalho 
do cliente", diz.

2. Alugar X comprar

Comprar um imóvel comercial é uma das ideias que pode passar na cabeça de 
um empreendedor com dinheiro em caixa, que queira fugir do aluguel. A dica, no 
entanto, é ter cautela.

Na visão do professor da FAAP, o pequeno empreendedor, especialmente o 
iniciante nos negócios, deve ter cautela ao decidir comprar um ponto para instalar 
sua empresa.

Segundo Terribili, nessa fase, ainda não se tem noção de quanto o empreendimento 
pode crescer. “Às vezes, ele vai querer expandir logo e poderia ter aplicado melhor o 
dinheiro do que com a, compra do imóvel.”

Rose compartilha da mesma opinião. Para ela, adquirir um ponto seria uma decisão 
prematura na abertura do primeiro negócio. A sugestão da especialista é fazer simulação 
e estimar os resultados da empresa caso o dinheiro investido na compra do imóvel fizesse 
parte do fluxo de caixa, gastando com aluguel. "É mais prudente comprar quando você já 
sabe que o negócio vingou, que tem perspectivas, aí pode ser o caso de comprar em função 
do crescimento do negócio", diz Rose.

3. Visibilidade X logística

Cada tipo de negócio se adequa a uma realidade de localização. “Se é algo que demanda 
entrega, o melhor é estar próximo a uma rodovia para escoar melhor a mercadoria”, avalia 
coordenadora da ESPM.

Ainda em relação à logística, o professor Terribili destaca a proximidade com o consumidor 
como uma economia e exemplifica: “Tem que ver o quão perto do cliente você vai estar. Não 
adianta produzir em Manaus se quem compra está no Sudeste.”

No caso de comércio de varejo, o melhor é ficar em um local de boa visibilidade. No entanto, 
isso não basta: é preciso estudar não apenas o local de instalação da empresa, mas o mercado 
em volta, o acesso e a quantidade de pessoas que passam por lá diariamente.

“O empreendedor tem que manter os pés no chão e ter calma. Às vezes, se empolga e 
acaba alugando ou comprando imóveis sem necessidade e além de suas posses, em locais 
de pouca rentabilidade", explica Rose.




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