terça-feira, 31 de julho de 2012

Nova classe média vira o alvo das construtoras


O Dia -
Thiago Santtos -

Empreendimentos são criados pensando nesta camada da população que busca seu primeiro imóvel próprio


Rio - Construtoras criam novas empresas ou até marcas para atender a nova classe média na compra da tão sonhada casa própria. Boa parte do mercado imobiliário, acostumado a investir em projetos de médio e alto padrão, passou a incluir em seu portfólio empreendimentos do segmento econômico e do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’. A RJZ Cyrela, por exemplo, criou a Living, a Rossi apostou em marcas como Ideal e Mais e a João Fortes, Brookfield e Santa Cecília passaram a atuar neste perfil de projetos, mas mantiveram os nomes. Atualmente, mais uma construtora engrossa o time, a Pinto de Almeida Engenharia.

A empresa é conhecida por seus empreendimentos voltados para as classes A e B, como a linha ‘Chácaras’ em Niterói e o Juan Les Pins no Leblon. Agora, a construtora aposta em condomínios projetados especialmente para a nova classe média. Os empreendimentos são da ‘Portal’ e se caracterizam por unidades compactas, mas com conforto e em terrenos com boa localização e preços mais acessíveis, ou seja, até R$ 200 mil.

“Constatamos que havia forte demanda por imóveis com este perfil, impulsionada pelo crescimento da nova classe média no Brasil e pelas facilidades de crédito oferecidas pelos bancos e construtoras. Este público inclui recém-casados ou com filho pequeno, que estão deixando o aluguel e solteiros que saíram da casa dos pais”, diz José Francisco Vieira Coelho, diretor da Pinto de Almeida.

De acordo com ele, já foram lançados três portais, o de Pendotiba, entregue no mês passado e de Itaipu e do Sol, com 470 unidades.
Fachada do Portal do Sol, com preço médio de R$ 195 mil. O condomínio tem lazer completo e itens de sustentabilidade | Foto: Divulgação

Fachada do Portal do Sol, com preço médio de R$ 195 mil. O condomínio tem lazer 
completo e itens de sustentabilidade | Foto: Divulgação

Em Brasília a Brookfield Inc. já esta apostando na nova Classe Média. Lançou este mês o Point Residence situado na cidade satélite de Samambaia - DF. O empreendimento conta com apenas uma torre de 11 pavimentos e 88 apartamentos de 2 quartos.
Fachada do Point Residence, com preço médio de R$ 198 mil. O condomínio tem lazer 
e vagas de garagem cobertas | Foto: Divulgação

A Incorporadora  apostar muito na nova classe média e tem em Samambaia, novos projetos, pois a cidade tem muito o que crescer.

Arquitetura


Pode chamá-los de ‘Frankensteins’
Casa Vogue -

Conheça 10 edifícios onde o novo e o velho se unem

A lógica é clara: para se construir um edifício novo onde já existe um outro, é preciso demolir o anterior. Certo? Pense de novo. Pelo menos nos dez edifícios que listamos a seguir, o antigo e o atual convivem juntos sem criar problemas. Lado a lado ou em cima e embaixo - depende da vontade do arquiteto. Arquitetura, aliás, é o que garante harmonia a essas combinações, que, sem critério, poderiam bem ser verdadeiros Frankensteins urbanos. Para nossa, sorte, porém, são todos projetos premiados. Confira!


1. Museu de História Militar de Dresden, Alemanha
Autor: Daniel Libeskind


Famosa por sofrer um dos maiores bombardeios da 2ª Guerra Mundial, Dresden abriga o principal museu militar da Alemanha, justamente dentro de um antigo edifício do exército, construído entre 1873 e 1877 no melhor estilo neoclássico.

Com a reunificação do país, as Forças Armadas decidiram renovar a construção, promovendo um concurso de arquitetura cujo resultado foi divulgado em 2001. Dez anos depois, o projeto do polonês naturalizado norte-americano Daniel Libeskind foi construído.

A estrutura que ele criou, de 30 m de altura e 14.500 toneladas, recorta a fachada principal do prédio com impacto, na forma de um volume de aço e concreto que cria novos espaços expositivos, acrescenta um caráter contemporâneo ao edifício original, e remonta à memória de destruição e reconstrução da cidade.
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2. Pinacoteca do Estado, São Paulo, Brasil
Autor: Paulo Mendes da Rocha

Muitos são os títulos que colocam a Pinacoteca do Estado no topo da lista de museus brasileiros. Ali está, por exemplo a maior coleção de arte do século 19 do país. É também o primeiro museu de arte de São Paulo. E possui ainda um dos maiores acervos de pintura do Hemisfério Sul.

Mas a arquitetura também é motivo de interesse para quem visita o edifício. Projetado por Ramos de Azevedo e Domiziano Rossi, ele abrigou o Liceu de Artes Ofícios paulista entre 1905 e 1911, quando passou a sediar a Pinacoteca.

A tarefa de renovar a construção, no início da década de 1990, ficou a cargo de Paulo Mendes da Rocha (Pritzker em 2006), que atravessou seus andares com passarelas metálicas e iluminou seus espaços com claraboias e novas aberturas, sem alterar as centenárias paredes de tijolos.
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3. Museu de Arte de Akron, EUA
Autores: Coop Himmel(b)lau


Próxima a Cleveland, no estado norte-americano de Ohio, a cidade de Akron ganhou notoriedade em 2004, quando deu início à obra de renovação do museu de arte local, após um concurso de arquitetura vencido pelo estúdio austríaco Coop Himmel(b)lau.

Com quase 6.000 m² de área, o volume suspenso acrescentou ao conjunto, que até então ocupava um edifício de 1899, um espaço expositivo, além de auditório e cafeteria.

A construção se tornou símbolo de Akron não apenas por sua arquitetura, mas também porque o museu - até então pouco conhecido - tem um dos maiores acervos de arte dos Estados Unidos.
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4. Museu Municipal de Rapperswil-Jona, Suíça
Autores: :mlzd


A principal exigência do concurso de arquitetura realizado em 2007 para a expansão do museu de Rapperswil-Jona, na Suíça, foi preservar a fachada norte do edifício. Isso porque seus três volumes originais remontam à Idade Média, e formam um conjunto - visível a quilômetros de distância - que é símbolo da pequena cidade de apenas 26.000 habitantes.

Dessa forma, os arquitetos do escritório :mlzd criaram um volume que preza pela discrição e pelo diálogo direto com as construções medievais. Trata-se de um edifício de metal dourado que se amalgama com a pedra das antigas fachadas. Visível somente por quem visita o museu a partir de sua entrada voltada para o sul, a construção tem apenas 170 m² de área.
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5. Royal Ontario Museum Crystal, Toronto, Canadá
Autor: Daniel Libeskind


Um dos maiores museus da América do Norte, e principal centro canadense dedicado à cultura e à história natural, o Royal Ontario Museum é ponto turístico de Toronto, atraindo milhões de visitantes todos os anos.

Coube a Daniel Libeskind (mais uma vez) projetar a ampliação do edifício construído em 1912. Inaugurado em 2007, o volume de vidro e metal é todo recortado, e por isso acabou ganhando o apelido de Crystal.

Feita de 25% de superfícies envidraçadas e 75% de estruturas de alumínio, a construção mais recente praticamente não toca a antiga sede, criando nichos por onde os pedestres circulam sem efetivamente entrar no museu.
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6. Darwin Centre, Museu de História Natural de Londres, Grã-Bretanha
Autores: CF Møller


O Museu de História Natural de Londres figura, ao lado do Museu de Ciência e do Victoria and Albert, como uma das atrações do bairro de South Kensington. Conhecido por sua extensa biblioteca e pela exposição permanente de ossadas completas de dinossauros, ele ocupa uma construção de 1881 semelhante a um templo religioso.

Sua coleção de mais de 70 milhões de espécies de fauna e flora é administrada pelo Darwin Centre, cujo nome é uma homenagem a Charles Darwin, responsável pela coleta de boa parte desse acervo. Em 2008, o centro ganhou uma nova sede - um volume envidraçado, desenhado pelos arquitetos do estúdio dinamarquês CF Møller. Com oito andares, a construção abriga milhões de espécies botânicas e de insetos.
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7. Museu Enzo Ferrari, Módena, Itália
Autores: Future Systems


Inteiramente dedicado à vida e ao trabalho do italiano que criou a fábrica de carros mais famosa do mundo, o novo Museu Casa Enzo Ferrari divide-se entre um galpão restaurado – onde o mecânico nasceu e montou os primeiros veículos que levavam seu sobrenome -, e uma nova galeria, inteiramente construída com metal e vidro.

Projetado pelo arquiteto inglês Jan Kaplicky, do estúdio Future Systems, o novo edifício reflete fielmente o design dos carros da Ferrari: os 10 recortes do telhado (feito do mesmo alumínio usado nos automóveis) imitam as entradas de ar presentes no capô traseiro de diversos modelos da marca. E o tom de amarelo escolhido (a cor oficial de Módena) é exatamente o mesmo que colore a lataria dos veículos, além de ser o pano de fundo do Cavallino Rampante.
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8. Hearst Tower, Nova York, EUA
Autor: Norman Foster


Sede da Hearst Corporation, a torre novaiorquina abriga as equipes de revistas famosas, como a Cosmopolitan e a Esquire. Concluído em 1928, o primeiro volume teve projeto do arquiteto Joseph Urban e abrigou, desde sempre, o conglomerado de comunicação que dá nome ao edifício.

Norman Foster é o autor do projeto da segunda torre, erguida sobre a primeira, e concluída em 2004, sendo um dos primeiros edifícios de Nova York a receber o certificado LEED de sustentabilidade. Com capacidade para 2.000 novos postos de trabalho, a ampliação tem soluções como reaproveitamento de água da chuva e 80% de aço reciclado em suas estruturas.
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9. CaixaForum, Madri, Espanha
Autores: Herzog & de Meuron


Próximo ao famoso Paseo del Prado, o CaixaForum Madrid é um centro cultural patrocinado pelo banco catalão La Caixa, que rapidamente se converteu em um dos museus mais visitados da capital espanhola. O acervo, que vai de pinturas medievais até arte contemporânea, certamente atrai muitos visitantes. Mas seu projeto de arquitetura, concebido pelos suíços Herzog & de Meuron, também é um fator de atração.

Três elementos distintos estabelecem o caráter marcante do edifício. A começar pela parede do volume lateral, toda forrada com um jardim vertical projetado pelo paisagista francês Patrick Blanc. Em seguida, pelo corpo que abriga o espaço expositivo - no nível térreo, uma antiga central de eletricidade do século 19, e, sobre ela, a marcante extensão revestida com aço oxidado, cujo tom avermelhado pode ser avistado a longas distâncias.
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10. Ontario College of Art & Design, Toronto, Canadá
Autor: Will Alsop


Mais antiga e tradicional escola de arte e design da cidade, o Ontario College of Art & Design é uma entidade pública, e ocupa uma série de pequenas edificações dentro do campus, no coração de Toronto.

Desde 2004, o local abriga um dos mais notáveis projetos de arquitetura contemporânea, o Sharp Centre for Design, de autoria do britânico Will Alsop. Com quatro pavimentos, a caixa suspensa mantém-se sobre uma série de finas colunas multicoloridas, cada uma delas voltada para um ângulo diferente. A obra, cujo custo estimado supera os US$ 42 milhões, tornou-se outro dos principais pontos turísticos da cidade.

Reforma

Reformas que valem um apê
O Globo -

Obra e decoração podem sair pelo valor de um pequeno imóvel na Zona
Sul


Obra em cobertura de luxo na Barra, executada pelo arquiteto Jairo de
Sender, deve consumir o mesmo valor pago pelo proprietário no imóvel -
LEO MARTINS


Os preços de casas e apartamentos subiram? Pois o custo de reformar
e mobiliar também. Segundo arquitetos, um projeto que inclua obras e
decoração sai hoje, em média, por 30% do valor do imóvel. Com isso, o
gasto para o proprietário pode ser equivalente ao necessário para comprar
outro apartamento. Mesmo que menor e num bairro diferente.

Além do quebra-quebra em si e da mão de obra, a grande vilã da reforma é
a marcenaria. Em lojas de modulados que fazem armários sob medida, os
valores para mobiliar um três-quartos e a cozinha são, muitas vezes, os
mesmos que os de pequenos imóveis conjugados em bairros como Flamengo
e Laranjeiras: cerca de R$ 250 mil. E, se além dos modulados, a compra incluir
estantes, painéis, racks para tevês e armários para banheiro, parece não haver
limites para esses valores. Numa cobertura de 600 metros quadrados na Barra,
decorada pela arquiteta Patricia Fiúza, por exemplo, foram gastos cerca de
R$ 570 mil na marcenaria de três quartos, sala e home-theater. Valor que
compra um quarto e sala com dependências em Copacabana ou no Leme e
até um dois-quartos em Botafogo e no Flamengo.

— De maneira geral, armários e marcenaria custam 50% do valor da decoração.
São produtos com muitas tecnologias embutidas nas portas e gavetas. E, quanto
mais sofisticados, mais caros — explica a arquiteta.

A despesa com mão de obra é outra grande responsável pelo encarecimento
das reformas. Só nos seis primeiros meses deste ano, esse custo subiu cerca
de 10,35% no setor da construção civil, o que acaba impactando também os
salários de profissionais autônomos, tanto os formais como informais.

— Os profissionais estão aproveitando o aumento da demanda, o aquecimento
do mercado — ressalta Antonio Carlos Mendes, diretor executivo do Sindicato
da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-Rio).

E Mendes está certo. Um pedreiro ou pintor que, no início do ano passado, cobrava
uma diária em torno de R$ 80, atualmente pede até R$ 150. Ajudantes de pedreiro
tiveram a diária dobrada: de R$ 40 para R$ 80.

— Hoje, a gente precisa chorar muito para conseguir uma redução. O jeito é baixar
a margem de lucro — conforma-se o empreiteiro Eduardo Moraes.

No geral, o valor médio a pagar por uma obra de padrão mediano varia entre R$ 1.500
e R$ 2 mil, o metro quadrado. Fora o projeto do arquiteto, que cobra de acordo com o
que for feito, mas está saindo entre R$ 100 e R$ 200, o metro quadrado.

— O tipo de material a ser usado deve ser compatível com o padrão do imóvel. A pia
da cozinha, por exemplo, pode ser de granito São Gabriel (o mais barato) ou silestone. 
Basta saber se vale a pena investir no que é mais caro — destaca o arquiteto Marcelo 
Possidônio.

Mas quando o imóvel vale o investimento em melhorias e materiais de melhor qualidade,
céu pode ser o limite.

Alto luxo pode dobrar valor de reforma

Você quer voar de econômica, executiva ou primeira classe? É com essa pergunta
que arquiteto Jairo de Sender costuma começar as reuniões com seus clientes. 
Parece uma brincadeirinha, mas a resposta é essencial para o sucesso da obra.

— O que vale é o que a pessoa tem como sonho. Não mexo no bolso do cliente.
É ele quem define o que quer e a primeira classe sempre vai ter confortos que a 
econômica não tem —  avalia de Sender.

E esse custo, do alto luxo, pode chegar ao valor do próprio imóvel. Além da
marcenaria, projetos exclusivos de iluminação e automação costumam encarecer 
bastante o projeto.Na reforma de um apartamento de quatro quartos no condomínio 
Península, as arquitetas Claudia Pimenta e Patricia Franco devem gastar cerca de 
R$ 600 mil, o que inclui equipamentos e armários de cozinha e quartos, iluminação 
automação apenas, já que o imóvel é novo. Já a obra de uma cobertura na Barra, 
executada por de Sender, está custando o mesmo valor do imóvel, segundo seu 
proprietário. Ali, só a iluminação deve custar R$ 90 mil (fora lustres e luminárias 
decorativas) e ainda tem armários (R$ 230 mil), spa (entre R$ 35 mil e R$ 80 mil) 
todo o mobiliário. As cadeiras da sala de jantar, que são oito, por exemplo, vão 
custar entre R$ 1 mil e R$ 3 mil, cada uma, a escada que liga os dois andares do 
imóvel dúplex será toda de mármore, e ainda devem entrar obras de arte, objetos de 
design assinado...

— A reforma tem fatores imutáveis que são as necessidades de boas instalações
elétricas hidráulicas. Na decoração, o cliente pode escolher se quer Zara ou Prada — 
compara de Sender.

Quando o dinheiro é mais curto, a opção é investir nas melhorias estruturais e comprar
peças de decoração mais básicas que podem ser trocadas depois.

— Tenho clientes que moram na Lagoa e compram sofás de mil reais. O importante é
não abrir mão da qualidade da mão de obra e dos materiais — ensina Marcelo Possidônio

Crédito Imobiliário: Coldwell Banker anuncia que investirá R$ 17 milhões no Brasil


G1 -

Recursos serão aplicados ao longo dos próximos cinco anos.
Gigante americana do setor de franquia imobiliária chega ao país.


A gigante norte-americana do setor de franquia imobiliária Coldwell
Banker anunciou nesta segunda-feira (30) que pretende investir R$
17 milhões no Brasil nos próximos cinco anos. Fundada em 1906, a
marca está presente em 51 países e conta com cerca de 3.100
franqueados e 85 mil corretores de imóveis no mundo.

A rede chega ao mercado brasileiro com o objetivo de participar da
expansão do mercado imobiliário no país, bem como do setor de
franquias. “Acreditamos que a marca tem um grande potencial para
se estabelecer no país, considerando que o mercado imobiliário brasileiro
continua em franco crescimento”, diz, em comunicado, Vitor Patacas,
diretor-executivo da Coldwell Banker no Brasil.

A marca inicia suas operações no país com a expectativa de gerar um volume
de vendas de R$ 10 bilhões até 2017.

Na foto, os investidores portugueses Vitor Patacas, António Lourenço e
Jorge Paulo Fernandes (Foto: Darlan Alvarenga/G1)

A empresa se anuncia como a rede de franquias imobiliárias com maior
volume de vendas nos Estados Unidos, com US$ 153 bilhões comercializados 
em 2011.

Os investidores da operação no Brasil são três sócios portugueses que
adquiriram a franquia master da marca para o país. O sócio majoritário é 
António Lourenço, que possui negócios em Portugal e Angola, e que já atua 
há cerca de 5 anos no mercado imobiliário em Fortaleza e Ilhéus. “Viemos para 
ficar. Avaliamos que o mercado imobiliário brasileiro ainda está muito carente 
em termos de tecnologia e treinamento de corretores”, disse o presidente da 
Coldwell Banker Brasil.

Os seus parceiros no investimento são Vitor Patacas e Jorge Paulo Fernandes,
que estão no Brasil desde fevereiro e atuarão, respectivamente, como
diretor-executivo e diretor financeiro da empresa.

Metas de expansão

Em entrevista nesta segunda-feira, os executivos afirmaram que a meta é abrir
350 franquias no país em 5 anos. Neste fase inicial, a prioridade será encontrar 
parceiros locais para atuarem como franqueados regionais. Com taxa de franquia 
de R$ 30 mil, a abertura de uma unidade da rede tem investimento total estimado 
a partir de R$ 60,7 mil.

“Nossa ideia é crescer inicialmente no Sudeste e Sul, mas já temos interessados
também no Nordeste”, diz Guilherme Carnicelli, diretor de expansão da marca.

No estado de São Paulo, a ideia é atuar com ao menos 8 desenvolvedores locais,
que serão os responsáveis pela expansão do número de unidades. O valor do 
investimento para uma franquia regional sai a partir de R$ 500 mil.

O mercado de franquia imobiliária ainda é novo no Brasil e representa, segundo os
executivos, menos de 1% do volume de vendas.

Para fortalecer esse mercado e conquistar tanto novos empreendedores como
clientes, Coldwell Banker aposta na força internacional da marca e nas 
ferramentas tecnológicas desenvolvidos pelo grupo, que permitem que a busca 
pelo imóvel seja feita diretamente pela internet em sistemas integrados com o 
Google Maps e com redes sociais.

“No Brasil, a internet já é o principal instrumento de busca de imóveis e no mundo todo
sistema de franquia imobiliária vem se mostrando como uma forma natural de evolução 
do mercado em termos de compartilhamento de informação e qualidsade”, diz Carnicelli.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Construção de Brasília, Brasil.


Brasília começou assim, dos sonhos de muitas pessoas que vieram de várias regiões do Brasil, inclusive do Nordeste  (chamadas de candangos, que quer dizer ordinários). As obras foram inicializadas em Novembro de 1956. O plano urbanístico da capital, conhecido como "Plano Piloto", foi elaborado pelo urbanista Lúcio Costa, que, aproveitando o relevo da região, adequou-o ao projeto do lago Paranoá Oscar Niemeyer, amigo próximo de Lúcio, foi o principal arquiteto da maioria dos prédios públicos e Roberto Burle Marx foi o responsável pelo paisagismo. construção de Brasília demorou quase quatro anos, mas depois de três anos a maioria dos seus principais edifícios estavam prontos, dentre os quais o Palácio da Alvorada, primeiro prédio da capital construído em concreto armado. Inaugurada em 21 de abril de 1960, pelo então presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, Brasília é a terceira capital do Brasil, após Salvador Rio de Janeiro. A transferência dos principais órgãos da administração federal para a nova capital foi progressiva, com a mudança das sedes dos poderes ExecutivoLegislativo e Judiciário federais.

Oscar Niemeyer

Projeto da maquete de Brasília
Primeiro Avião da FAB a pousar em Brasília

Vista Aérea 

Construção do Congresso Nacional


Congresso Nacional (Torre em Formato de H para simbolizar a humanidade)

Congresso Nacional 

Congresso Nacional
Congresso Nacional

Construção Palácio da Alvorada
Palácio da Alvorada 

Palácio do Planalto

Praça dos 3 Poderes

Esplanada doa Ministérios

Esplanada dos Ministérios 
Canteiro de obras Esplanada dos Ministérios 

Esplanada dos Ministérios 
Construção da Catedral Metropolitana de Brasília

Catedral Metropolitana de Brasília

Construção da torre de TV


Torre de TV
Cine Brasília

Planetário e Centro de Convenções 

Vila Amaury ( foi submersa para construção do Lago Paranoá)
Lago Paranoá (inicio)

Início da Quadra da Igrejinha 

Quadra 405 Sul
Quadras 411/412 e inicio da Quadra 111

W3 Sul
Construção da UNB

UNB

Ponte Lúcio Costa

domingo, 22 de julho de 2012

Imóveis: consumidor tem até três anos para recorrer à justiça sobre taxas abusivas

Os consumidores devem ficar atento com o prazo para recorrer à justiça sobre taxas abusivas, como a Sati (Serviço de Assessoria Técnica Imobiliária) que inclui a comissão dos corretores, cobradas nos financiamentos imobiliários. Segundo AMSPA (Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências), o mutuário tem até três anos para reclamar na justiça sobre as taxas abusivas.

Segundo o assessor jurídico da AMSPA, João Bosco Brito da Luz, o prazo começa a contar após o seu pagamento total da taxa.

Já aos juros indevidos ou demais incorreções na cobrança do financiamentoo tempo para recorrer à Justiça é de cinco anos a partir do termino do contrato. “É importante que o mutuário tenha um auxílio de um especialista para alertar quanto a incorreções do seu contrato para que o adquirente do bem possa correr atrás de seus direitos”, alerta Luz.

Atrasos na obra

Nos casos de atrasos nas obras, o tempo para recorrer à justiça também e de cinco anos. O prazo passa a contar a partir da entrega das chaves ou expedição do “habite-se”, que é o alvará da prefeitura autorizando a construção da obra e a habitação do imóvel.

“O proprietário do imóvel pode pleitear, no Poder Judiciário, o pagamento da multa de 2% e mais os juros de mora de 1% ao mês pelo atraso, desde o primeiro dia do não cumprimento do prazo, estabelecido em contrato, para entrega do imóvel”, esclarece Luz.

De acordo com a AMSPA, no caso de cobrança ilegal no financiamento, se o consumidor recorrer ao Poder Judiciário terá o direito de receber de volta a quantia em dobro acrescida de correção monetária, juros, além de ser ressarcido por danos materiais, conforme determina o Artigo 42, do Código de Defesa do Consumidor.

Fonte: InfoMoney

sexta-feira, 13 de julho de 2012

DIA MUNDIAL DO ROCK



Pois é, meus queridos(as), hoje é o dia Mundial do Rock!!!
Então, NXZero, Fresno, Fiuk e Restart não tem nada o que comemorar!!!



De onde vem a expressão rock and roll?

A expressão, que literalmente significa "balançar e rolar", fazia parte da gíria dos negros americanos desde as primeiras décadas do século XX, para referir-se ao ato sexual. Assim, ela já aparecia em várias letras de blues e rhythm’n’blues como "Good Rockin’ Tonight" (1947), de Roy Brown - antes de ser adotada como nome do novo estilo musical, que surgiu nos anos 50, com Bill Halley e Elvis Presley, e consistia basicamente na fusão desses ritmos negros com a branquela música country. Esse batismo costuma ser atribuído ao disc-jóquei americano Alan Freed (1922-1965), cujo programa de rádio foi um dos principais responsáveis pela popularização da nova onda, altamente dançante, que logo contagiou toda a juventude do país e do mundo.

Na década de 60, o rótulo foi abreviado para rock, para abranger as mudanças provocadas por artistas como Bob Dylan e Beatles, abrindo um leque de infinitas variações: rock psicodélico, rock progressivo, folk rock, hard rock, heavy metal etc etc. A partir daí, o termo rock’n’roll passou a significar exclusivamente o estilo original, característico da década de 50.

* Fonte: Revista abril.com
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